Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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Imagem dos índios: 78% dos entrevistados revelaram ter interesse no futuro dos índios sobre os quais prevalece uma visão positiva; 88% concordam que os índios ajudam a conservar a natureza e vivem em harmonia com ela, e que não são preguiçosos, mas encaram o trabalho de forma diferente da sociedade branca ocidental; 89% afirmaram que os índios não são ignorantes, mas possuem uma cultura diferente da cultura branca e que só são violentos com aqueles que invadem as suas terras para tomar-lhes.
(Gersem dos Santos Luciano, Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, 2006. Adaptado)
Para Luciano, os dados apresentados no excerto revelam
Se do ponto de vista ideológico o autor ainda se filia a um país arcaico, é inegável a inovação documental e temática trazida por sua primeira obra e mantida nas que se seguem de perto: Sobrados e mucambos (1936) e Nordeste (1937).
(Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O artigo citado apresenta Freyre como
(L. Karnal e F.G. Tatsch. A memória evanescente. Em: C.B. Pinsky; T.R. Luca. O historiador e suas fontes, 2009)
No fragmento, discute-se
(Holien Gonçalves Bezerra, Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015)
Para Bezerra, uma das possiblidades para a superação do que se apresenta no excerto pode ocorrer por meio da utilização da
O discurso histórico visa explicar o real por meio de um diálogo que se dá entre o historiador e os testemunhos, os documentos, que evidenciam o acontecido. Com base nesse diálogo o pesquisador explicita o real em movimento, a dinâmica, as contradições, as mudanças e as permanências.
(Selva G. Fonseca, Didática e Prática de Ensino de História, 2005. Adaptado)
Segundo Fonseca afirma no artigo, a obra literária
“Estuda-se História para compreender o presente e criar os projetos do futuro” é uma das frases mais encontradas em textos relacionados ao assunto e das mais repetidas por professores em suas explicações iniciais sobre o porquê da disciplina na escola. As finalidades do ensino de História não se limitam a essa frase, sendo, evidentemente, mais complexas, e algumas propostas curriculares procuram explicitá-las.
(Circe M. F. Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008)
Para Bittencourt, na atualidade, um dos objetivos centrais do ensino de História relaciona-se com
Assinale um aspecto desses movimentos que foi alvo da crítica conservadora.
“Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados”.
Segundo a Base Nacional Comum Curricular, a frase corresponde a:
O surgimento da social-democracia europeia, no final do século XIX e início do século XX, representou uma tentativa de conciliar a crítica marxista às desigualdades geradas pelo capitalismo com a preservação de instituições democráticas e do sistema de propriedade privada.
Considerando esse contexto histórico, a alternativa que melhor caracteriza a social- democracia é:
Considerando esse contexto e o debate historiográfico pertinente sobre o tema, constata-se que:
Os ideais iluministas da razão, da liberdade e da igualdade perante a lei inspiraram o modelo de cidadania moderna. No Brasil, tais princípios influenciaram a formação do Estado republicano, mas, em um contexto marcado por desigualdades sociais, raciais e políticas alguns tornaram-se mais iguais e livres que outros.
Considerando a relação entre o ideário iluminista e a configuração da cidadania brasileira entre o final do século XIX e meados do século XX, pode-se dizer que:
Nesse sentido, o apartheid deve ser compreendido como:
A partir da segunda metade do século XX, correntes como a História Oral e a História do Cotidiano ampliaram as possibilidades das análises historiográficas e suas fontes ao incorporar sujeitos antes marginalizados e dimensões subjetivas da experiência social. Tais abordagens, no entanto, trouxeram novos desafios metodológicos e epistemológicos quanto à natureza da memória, ao papel do historiador e à relação entre experiência individual e processos coletivos.
Considerando as discussões historiográficas contemporâneas sobre o uso da memória e das práticas cotidianas como fontes históricas, a alternativa correta é:
A análise marxista da História enfatiza que as relações de produção são a base estrutural que condiciona superestruturas ideológicas, culturais, políticas e simbólicas, enquanto abordagens culturais – como a história das mentalidades – insistem que representações, crenças e práticas simbólicas possuem autonomia relativa e exercem efeito causal no processo histórico.
Acerca do materialismo histórico e das correntes culturais da História, está correto afirmar:
Um fator em comum que pode ser observado para a legitimação simbólica dos Estados nacionais modernos envolveu práticas de "invenção de tradições", produção de rituais oficiais e cultos cívicos que visavam moldar o sentido de pertencimento nacional para populações culturais heterogêneas.
Nesse processo simbólico e político, é correto afirmar:
"[...] o que não se perdoa a Hitler não é o crime em si, o crime contra o homem, não é a humilhação do homem em si, é o crime contra o homem branco, a humilhação do homem branco e o ter aplicado à Europa processos colonialistas a que até aqui só os árabes da Argélia, os 'coolies' da Índia e os negros de África estavam subordinados (CÉSAIRE, 2020).”
Com base no trecho acima e na historiografia pertinente sobre o tema, pode-se afirmar que: