Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q29164 História

Com o auxílio do texto III, julgue (C ou E) os itens seguintes, considerando o século XIX como o laboratório em que foi gerado o século XX, a despeito das singularidades de cada um dos períodos.

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Alternativas
Q29162 História
Na segunda metade do século XIX, o imperialismo - inclusive
por sua vertente neocolonialista - atesta o grau de
desenvolvimento do capitalismo e sua incessante busca de
conquista dos mercados mundiais. A respeito desse processo de
expansão, julgue (C ou E) os itens seguintes.
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Alternativas
Q29161 História
Na segunda metade do século XIX, o imperialismo - inclusive
por sua vertente neocolonialista - atesta o grau de
desenvolvimento do capitalismo e sua incessante busca de
conquista dos mercados mundiais. A respeito desse processo de
expansão, julgue (C ou E) os itens seguintes.
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Alternativas
Q29160 História
Na segunda metade do século XIX, o imperialismo - inclusive
por sua vertente neocolonialista - atesta o grau de
desenvolvimento do capitalismo e sua incessante busca de
conquista dos mercados mundiais. A respeito desse processo de
expansão, julgue (C ou E) os itens seguintes.
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Alternativas
Q29159 História
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Considerando-se os dados estritamente cronológicos, a exposição
a que se refere o texto III ocorreu no último ano do século XIX.
Tempo das revoluções, como é conhecido, o século XIX é
também assinalado por grandes representações, a exemplo do
industrialismo, do liberalismo, do nacionalismo e do socialismo.
Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos ao quadro
revolucionário de fins do século XVIII e da primeira metade do
século XIX.
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Alternativas
Q29158 História
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Considerando-se os dados estritamente cronológicos, a exposição
a que se refere o texto III ocorreu no último ano do século XIX.
Tempo das revoluções, como é conhecido, o século XIX é
também assinalado por grandes representações, a exemplo do
industrialismo, do liberalismo, do nacionalismo e do socialismo.
Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos ao quadro
revolucionário de fins do século XVIII e da primeira metade do
século XIX.
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Alternativas
Q29157 História
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Considerando-se os dados estritamente cronológicos, a exposição
a que se refere o texto III ocorreu no último ano do século XIX.
Tempo das revoluções, como é conhecido, o século XIX é
também assinalado por grandes representações, a exemplo do
industrialismo, do liberalismo, do nacionalismo e do socialismo.
Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos ao quadro
revolucionário de fins do século XVIII e da primeira metade do
século XIX.
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Alternativas
Q29156 História
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Considerando-se os dados estritamente cronológicos, a exposição
a que se refere o texto III ocorreu no último ano do século XIX.
Tempo das revoluções, como é conhecido, o século XIX é
também assinalado por grandes representações, a exemplo do
industrialismo, do liberalismo, do nacionalismo e do socialismo.
Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos ao quadro
revolucionário de fins do século XVIII e da primeira metade do
século XIX.
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Alternativas
Q29155 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q29154 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q29153 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q29152 História
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Partindo do tema tratado no texto II e considerando o início do
processo de colonização do Brasil, julgue (C ou E) os itens
subseqüentes.
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Alternativas
Q2247640 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Na Europa, os Tempos Modernos iniciaram-se com um conjunto de expressivas transformações, a exemplo do Renascimento cultural, da Reforma religiosa, das Grandes Navegações e Descobrimentos e do surgimento dos Estados Nacionais.
Alternativas
Q2247639 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Pela divisão clássica da História, marcada pelo eurocentrismo, a Idade Média corresponde a um período de cerca de 1.000 anos, compreendido entre a queda de Roma (século V) e a tomada de Constantinopla (século XV).
Alternativas
Q2247638 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Usando-se uma linguagem da Física, e sendo coerente com o texto, é correto afirmar que a melhor imagem que define a História é a do movimento retilíneo uniforme e que, das cavernas aos arranha-céus, a marcha da História é de contínuo progresso.
Alternativas
Q2247637 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Não existe História sem documento. Assim, povos que não dominam a escrita não têm história, justamente porque não conseguem produzir documentos escritos.
Alternativas
Q2247636 História
        É no estudo do passado das sociedades, buscando resgatar e compreender suas realizações, que descobriremos as motivações e os efeitos das transformações pelas quais passou a humanidade, reunindo, assim, os elementos que ajudam a explicar a nossa atualidade. A periodização da História utilizada no Ocidente deve ser encarada de forma crítica, pois trata-se de uma concepção de história que tem a Europa como eixo e acredita no desenvolvimento linear da humanidade, que caminharia de estágios mais atrasados para mais avançados, em uma trajetória evolutiva do mais simples para o mais complexo, tomando a Europa como modelo mais desenvolvido. Dentro disso, o termo pré-história carrega a idéia errônea de povos anteriores, como se o conjunto de ações dos seres humanos, mesmo daqueles sem escrita, não fosse também história.

Cláudio Vicentino. História geral. São Paulo: Scipione, 2002, p. 8 (com adaptações)
Tomando o texto acima como referência inicial e considerando a trajetória das sociedades humanas ao longo do tempo, julgue o item abaixo.
Muito mais do que mero estudo do passado, a História busca compreender as ações humanas no tempo, de tal modo que o passado possa ser útil para a melhor compreensão do presente.
Alternativas
Q27923 História
Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e, simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série de guerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.
Exemplos marcantes d e g u erras localizadas - de que foi pródigo o século XX, como lembra o texto - são as ocorridas no Oriente Médio, salientando o caráter estratégico da região, na qual se mesclam motivações de ordem religiosa, geopolítica e econômica, esta diretamente ligada às abundantes reservas de petróleo lá existentes
Alternativas
Q27921 História
Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e, simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série de guerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.
O fato de a URSS de Stálin ter conseguido fabricar a bomba atômica, mas não a d e hidrogênio, impediu que durante a fase d e tensão mais pronunciada da guerra fria houvesse um equilíbrio entre as superpotências em t ermos de poder de destruição do inimigo, o que levou o governo de Moscou a manter uma atitude de prudente cautela em momentos críticos, como os ocorridos na Coréia (1951), Vietnã (1954) e Cuba (1962).
Alternativas
Q27920 História
Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e, simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série de guerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.
A guerra fria assinalou a fase de confronto entre as d u as superpotências que emergiram da Segunda Guerra Mundial, t en do seu clímax após o anúncio da Doutrina Truman, pel a qual os Estados Unidos da Amér ica (EUA) se dispunham a apoiar os países que resistissem ao comunismo.
Alternativas
Respostas
10601: E
10602: C
10603: E
10604: C
10605: C
10606: C
10607: C
10608: C
10609: E
10610: E
10611: C
10612: C
10613: C
10614: C
10615: E
10616: E
10617: C
10618: C
10619: E
10620: C