Questões de Concurso
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A penetração colonial se fez de diferentes maneiras. Em certos casos, o reconhecimento da região era feito através de expedições científicas, religiosas e paramilitares, ao que se seguia o estabelecimento de companhias concessionárias e depois (ou simultaneamente) o estabelecimento da soberania político-administrativa do Estado colonizador. Em outros casos, a expedição militar abria caminho para o estabelecimento da exploração econômica ou ia juntamente com ela. (MOURA, Gerson; FALCON, Francisco. A Formação do Mundo Contemporâneo. RJ: Campus, 1989. p. 87)
Quanto a uma correta nomenclatura dos autores para os instrumentos coloniais, relacione a COLUNA A com a COLUNA B e em seguida assinale a alternativa correta de cima para baixo.
COLUNA A
1 – Áreas ou Zonas de influência
2 – Colônias estratégicas
3 – Colônias propriamente ditas
4 – Protetorados
COLUNA B
( ) áreas em que o domínio da metrópole colonizadora é exercido em todos os setores e níveis da atividade econômica, se subdivide em colônias de enraizamento ou povoamento e colônias de enquadramento.
( ) o país colonizador assegura a manutenção aparente da estrutura política e social pré-existente, como se o país colonizado fosse apenas um aliado “protegido” e ajudado pelo país colonizador, que se faz representar por intermédio de um ministro residente ou seu equivalente.
( ) a potência colonizadora reserva para seus nacionais áreas em que os mesmos possam atuar sob a proteção de privilégios especiais em detrimento dos possíveis competidores europeus; o Estado pré-existente é conservado e com ele são negociados os tratados e convenções necessários.
( ) muito em voga no século XIX, se referem à obtenção de portos, ilhas e outros pequenos territórios capazes de servir ao abastecimento de frotas de guerra e navios mercantes ou de entrepostos comerciais, ou mesmo de simples ponto de apoio para as comunicações telegráficas.
(HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. RJ: Paz e Terra, 1997. p. 44)
O historiador Eric Hobsbawm, em seu livro “A Era das Revoluções”, desenvolve uma argumentação, a fim de demarcar e discutir os reais motivos que teriam ocasionado o pioneirismo britânico durante a Primeira Revolução Industrial. Neste processo, o autor, primeiramente, discorre sobre os motivos que não seriam propícios ao desenvolvimento industrial na Inglaterra e, num segundo momento, conclui salientando os episódios que de fato teriam ocasionado o citado evento naquele país.
Sobre os fatores que impulsionaram a Primeira Revolução Industrial na Grã- Bretanha, segundo a obra de Hobsbawm em questão, podemos apontar como correto:
O PALOP é formado pelos seguintes países:
( ) O colonizador se utilizou de requisições forçadas de alimentos, gado e carregadores aos povos locais.
( ) O equilíbrio de forças obrigou o alistamento de europeus nos exércitos africanos, sob promessa de pilhagens.
( ) Essa história conta com saque e destruição de aldeias, seguidos de escravização da população.
( ) Houve o estímulo a rivalidades étnicas, divisão de uma nação em mais de um Estado “nacional” (europeu), aglutinação de mais de uma nação num mesmo Estado “nacional”.
( ) Predominou a assimilação dos povos locais à cultura metropolitana e, em alguns casos, houve a imposição da cultura européia (língua, costumes, religião).
( ) O conquistador praticou crime de racismo, como o apartheid, que estabelecia normas discriminatórias de comportamento social.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
O texto refere-se
Sobre o Nazismo alemão do século XX, é correto afirmar:
I. No plano econômico, o governo nazista alemão estimulou o crescimento da agricultura, da indústria de base e, sobretudo, da indústria bélica, gerando diminuição do desemprego e ignorando os termos do Tratado de Versalhes.
II. O presidente na Alemanha era tradicionalmente chamado de Führer (guia, condutor) e Hitler assumiu este posto em vitória esmagadora alcançada em eleição popular, realizada em 1934, quando finalmente o nazismo venceu o socialismo na Alemanha.
III. O III Reich (Terceiro Império), muito utilizado por Hitler, é a designação que se refere a uma sequência do Sacro Império Germânico, da Idade Média, e ao Segundo Império, que se estendeu da Unificação dos Estados germânicos, em 1871, à República, em 1918.
IV. O nazismo proclamava a “superioridade biológica da raça ariana” (a que pertenceria o povo alemão), mas não a necessidade de dominar as “raças inferiores” as quais eram profundamente desprezadas, àquela época, pelo povo alemão.
Estão corretas apenas as afirmativas:
GIULIANO, Guandalini. Revista Veja. Editora Abril. 31 dez. 2008.
A liquidação do banco de investimento americano, Lehman Brothers, em 15 de setembro de 2008, produziu um dos piores dias para os EUA e o capitalismo, desde o estouro da bolha da Internet, que completou 10 anos em março de 2010, e dos atentados de 11 de setembro de 2001.
O maior desafio das autoridades mundiais, hoje, é conter o terremoto que, desde então, vem abalando a economia global. Para se chegar à solução para a nova crise do sistema capitalista, é preciso refletir sobre um aspecto marcante da ordem econômica, em vigor a partir da década de 80 do século passado, e que está na raiz dessa crise. Esse aspecto se refere à(ao)
FEDRIGO, Fabiana de Souza. O Bolívar de Hugo Chávez. UFG. 27 jan. 2007.
Se Simón Bolívar admirava a Revolução Americana (1776), o atual presidente da Venezuela defende posições, chamadas por muitos cientístas políticos de neopopulistas, que tornam turbulentas as relações de seu país com os Estados Unidos. Dentre as apresentadas abaixo, são posições de Hugo Chávez, no que se refere à política externa, causadoras de problemas com os Estados Unidos, EXCETO o(a)
Os ingleses retiraram-se da Palestina em 14 de maio de 1948. No mesmo dia, foi proclamada a criação do Estado de Israel e, no dia seguinte, começou a primeira das guerras opondo Estados Árabes e Israel, denominada
A avalanche revolucionária ganhou intensidade, sobretudo porque a França e a Inglaterra, senhoras dos principais impérios coloniais, saíram enfraquecidas da Segunda Guerra para enfrentar revoltas coloniais. Por outro lado, a derrota de Chiang Kai-sheck, na China, a capitulação francesa na Indochina (1954) e a nacionalização do Canal de Suez por Nasser, líder egípcio, também estimularam as guerras de libertação.
Nessas lutas, projetaram-se inúmeros líderes africanos que, por vezes, procuraram adaptar ideologias ocidentais às condições locais, com o objetivo de eliminar todas as formas de colonialismo na África, como, por exemplo a(o)
“Na noite de 3 de outubro de 1990, diante do prédio do Reichstag em Berlim, milhares de pessoas festejaram a adesão da República Democrática da Alemanha ao território da República Federal da Alemanha, reconquistando a unidade estatal da Alemanha depois de mais de quarenta anos.”
A Conferência de Potsdam, em julho de 1945, dividiu a Alemanha em Oriental (de influência socialista) e Ocidental (de influência capitalista). Essa divisão acenava para o fim da “Grande Aliança” (Inglaterra, EUA e URSS) que permitira a derrota das forças nazistas e sinalizava para o início da Guerra Fria que, de uma forma ou de outra,
influenciou as relações internacionais até o final da década de 80 do século XX.
Em geral, a maioria dos estudiosos do período considera o ano de 1947 como marco inicial da Guerra Fria em função da(o)
Certa da sua força e da sua habilidade, a mocidade deve readquirir a fé na invencibilidade da sua nação (...).”
HITLER, Adolf. Minha Luta. São Paulo: Mestre Jou, 1962, 8a edição, p. 253 - 260.
No período entre as duas Guerras Mundiais, diversos fatores acabaram por proporcionar a escalada do nazismo na Alemanha e a chegada de Adolf Hitler à Chancelaria do Reich (1933).
Lendo a primeira frase citada acima e tendo em vista a situação da Alemanha nos anos que se seguiram ao fim da 1a Grande Guerra, qual das proposições a seguir justifica, respectivamente, as expressões hitleristas “está em colapso” e “espezinhada por todo mundo” sobre a nação alemã?
A sensação de segurança absoluta impediu a correta avaliação das tendências econômicas. O crédito fácil alimentava a continuidade da produção. A busca do enriquecimento rápido supervalorizou as ações das empresas. Em 1929, tudo veio abaixo. Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise se generalizou, provocando um cataclismo em todo o mundo, devido à interdependência entre a economia americana e os países do mundo capitalista.
Analise as afirmativas abaixo sobre as repercussões econômicas da crise de 1929 no Brasil.
I - O Brasil, país de economia socialista e planificada, não fora atingido pela crise; fato este que abalou a confiança brasileira no sistema capitalista e propagou a ideia de superioridade do sistema socialista.
II - Ao Brasil restou a opção de empreender uma mudança de rumo no capitalismo liberal, inaugurando a fase intervencionista, na qual o governo passou a ter papel exclusivo e decisivo no processo econômico.
III - No Brasil, a crise afetou o café e todos os produtos primários, que tiveram seus preços rebaixados, agravando o deficit da balança comercial e aprofundando a depressão.
IV - No Brasil, ampliou-se o sistema de previdência social, passando a ser responsabilidade do governo o bem-estar dos trabalhadores em caso de invalidez, de velhice e mesmo de desemprego.
Está correto APENAS o que se afirma em

“A lei parava na porteira das fazendas. O governo renunciava a seu caráter público. Um elementar senso de autodefesa dizia à população rural que era vantajoso submeter-se ao poder e a proteção do coronel.”
Victor Nunes Leal, na obra clássica “Coronelismo, Enxada e Voto”, publicada em 1949, dizia que o coronelismo era o compromisso entre o poder privado e o poder público. O compromisso, continuava ele, derivava de um longo processo histórico e se enraizava na estrutura social. A urbanização, a industrialização, a libertação do eleitorado rural e o aperfeiçoamento da justiça eleitoral, acreditava o autor, iriam enterrar Coronéis e Coronelismo.
Destacam-se como espaços sociopolíticos determinantes na ação dos coronéis

Considerada como marco divisório na História do Mundo Ocidental, a Revolução de 1789, na França, foi um fenômeno complexo que produziu transformações e um
conjunto de princípios presentes até a atualidade. Logo nos seus primórdios, foi proclamada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (26/08/1789), que constituiu a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948.
Observe os princípios abaixo.
I - Os homens nascem livres e iguais em direitos.
II - A liberdade consiste em poder fazer tudo, sendo que o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão a sua vontade.
III - Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, sendo preso, o tratamento cruel só será permitido em caso de grande risco à segurança do país.
IV - A lei é a expressão da vontade geral, tendo todos os cidadãos o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação, devendo, pois, ser a mesma para todos, seja para proteger ou punir.
V - A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem, podendo, portanto, todo cidadão, falar, escrever e imprimir livremente suas ideias, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei.
São princípios que expressam ainda hoje os ideais da Revolução Francesa APENAS os apresentados em

A Revolução Industrial do século XVIII modificou a vida das sociedades humanas e levou à vitória o sistema de produção capitalista, com base no progresso técnico contínuo, na mobilização de capitais para o lucro, na polarização entre a burguesia (dona dos meios de produção) e o nascente proletariado (vendedor de força de trabalho), entre outros.
A origem dessa transformação deu-se na Inglaterra, primeiro país a reunir as precondições necessárias para pôr em andamento um movimento de tal magnitude. Esse pioneirismo inglês foi possível devido à