Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q863602 História

      Não se pode negar que o Estado “clássico” esteja em crise. Produto do século XIX, no qual Hegel identificou a realização da história, esse Estado, antes apresentado como a expressão da vontade geral, diminuiu, ficou modesto, face à economia. Diante disso, será que os historiadores não julgaram a história institucional anterior a esse período à luz desse “Estado Modelo”? Será que eles realmente compreenderam a complexidade da noção de Estado e das realidades estatais ao longo dos séculos? Talvez hoje, face à crise, lhes seja mais fácil enxergar o passado de forma a perceber a variedade das formas de organização política das sociedades humanas.

Karl-Ferdinand Werner. O historiador e a noção de Estado. In: Comptes-rendus des séances de l’Académie des Inscriptions et BellesLettres, 136e année, n.º 4, 1992, p. 709 (com adaptações).

Para a historiografia tradicional e institucionalista, essa compreensão do Estado, o qual se realizaria plenamente no século XIX, teria suas origens na Antiguidade. Com relação ao Egito, esses aspectos revelaram-se na
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Q674206 História
No final do Século XIV, o único Estado centralizado e livre de guerras, o que lhe permitiu ser o pioneiro na expansão ultramarina, era o
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Q673817 História
Entre as causas da Guerra da Tríplice Aliança temos a (o):
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Q673815 História
Entre os motivos que contribuíram para o pioneirismo português no fenômeno histórico conhecido como “expansão ultramarina”, é correto afirmar que foi (foram) decisivo (a) (s):
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Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Estatístico |
Q634300 História

           Revolução e Contra –Revolução no Egito

      Inspirados no "sucesso" dos protestos na Tunísia, os egípcios foram às ruas, em meados de 2011, para protestar contra o presidente, que estava no poder há mais de 30 anos. Enfraquecido, ele renunciou dezoito dias depois do início das manifestações populares. Mais tarde, em meados de junho/julho de 2013, Adly Mansour foi empossado como presidente interino do país, substituindo um representante eleito da irmandade mulçumana, que foi deposto pelos militares.

Os dois últimos presidentes egípcios foram, respectivamente, 

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Q480505 História
O impacto da crise de 1929 foi, sem dúvida, muito grande. Abalou todo o modelo liberal, tanto em termos econômicos quanto em termos políticos. Foi um dos episódios mais dolorosos da história norte-americana, talvez só comparável à Guerra de Secessão ou ao ataque às Torres Gêmeas de Nova Iorque. Um conjunto de medidas, denominadas New Deal, foram adotadas para buscar reerguer a economia norte-americana. O New Deal foi implementado sob a liderança do seguinte presidente norte-americano:
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Q480503 História
Na segunda metade do século XX, eclodiu um movimento social libertário que representou um dos mais importantes marcos históricos de ações políticas vinculados à contracultura. Tal movimento social caracterizou-se por fazer surgir aspectos da luta social que se mostrariam precursores dos movimentos sociais das minorias e por empregar recursos de luta política vinculados à desobediência civil. Este movimento ficou conhecido como:
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Q480502 História
Os governantes latino-americanos Lázaro Cárdenas, no México, e Juan Perón, na Argentina, têm seus nomes normalmente associados a um fenômeno social e político típico da América Latina, relacionado com a conjuntura internacional derivada da crise do liberalismo e da queda da Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Esse fenômeno é o:
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Q480501 História
Dentre outras modificações nas relações sociais de produção, recentemente, o fordismo passa a adquirir formas híbridas ou a ser trocado por processos mais flexibilizados de trabalho e produção, e surge um modelo mais atento às novas exigências do mercado que busca integrar inovação, competitividade e produtividade. Muitos historiadores e cientistas sociais afirmam que, especialmente após os anos 80 do século passado, vivemos um novo ciclo de expansão do capitalismo e inauguramos um também novo processo civilizatório de alcance mundial. O nome genérico pelo qual conhecemos o fenômeno que, dentre outros, relaciona-se com a transformação histórica mencionada é:
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Q480499 História
Os episódios de guerra entre árabes e israelenses têm sido constantes, desde a formação do Estado de Israel. Palestinos, israelenses e países árabes se digladiam em conflitos territoriais, ideológicos e religiosos. Em um desses episódios beligerantes, na tentativa de recuperarem territórios perdidos, em 1973, o Egito e a Síria invadem Israel. Embora tenha sofrido com mortes e perdas materiais, o Estado de Israel logra afastar os ataques, terminando por avançar em território egípcio até a entrada do Cairo. Isso resulta em um acordo provisório de paz, sob a supervisão das superpotências da época, e garante a saída das tropas israelenses.

Esse texto refere-se ao seguinte conflito árabe-israelense:
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Q480498 História
“No século XIX, devido ao interesse das potências imperialistas europeias em se expandirem na direção da região por ele ocupada, um grande império, que já vinha em declínio desde o século XVII, finalmente entrou em sua crise definitiva.” O texto se refere ao seguinte império:
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Q480495 História
A Revolução Francesa é considerada por muitos historiadores como o modelo mais característico de revolução burguesa, criando paradigmas e valores que seriam difundidos, pelo menos, por todo o Ocidente. Entretanto, a partir de 1830, o movimento em direção às revoluções burguesas sofreu uma inflexão e mudou de rumo. As mudanças que caracterizam as transformações que deram origem ao que o historiador Eric Hobsbawm denomina “movimentos nacionalistas conscientes” podem ser descritos nos seguintes termos:
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Q480493 História
Afirma-se que Marx, ao conceber o advento de uma revolução socialista que levasse os trabalhadores ao controle dos meios de produção, imaginava que a revolução ocorreria no lugar em que o capitalismo atingirá seu máximo de desenvolvimento e de contradições, ou seja, na Inglaterra. O século XX foi marcado por inúmeras revoluções lideradas pelos trabalhadores ou seus representantes, mas elas acabaram ocorrendo em países mais atrasados, tendo em vista o nível de desenvolvimento interno do modelo capitalista. As sociedades industriais, conhecidas como “economias de mercado desenvolvidas”, foram praticamente imunes às revoluções socialistas, salvo quando a revolução lhes chegou como subproduto de uma derrota ou conquista militar. Tal fato é destacado por uma perspectiva teórica que se tornou famosa entre os meios marxistas pelo nome de:
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Q480492 História
Tratando do tema relativo às transformações sociais e econômicas ocorridas entre 1945 e 1990, o historiador Eric Hobsbawm (HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.) destaca o que chama de “a morte do campesinato”, como uma das mudanças sociais mais expressivas do período. O fenômeno a que se refere Hobsbawm quando se utiliza da expressão “a morte do campesinato” é:
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Q480491 História
Leia o seguinte texto:
O conhecimento científico da história não pode deixar de ser objetivo e se basear em documentos e fontes confiáveis acumulados e tratados pelo historiador, segundo critérios que levem em conta sua neutralidade científica diante dos fatos; uma vez encontrados os fatos no passado, o papel do historiador é fazer derivarem deles “leis gerais", em pequeno número, que expliquem os dados coletados, até que se possa atingir a uma lei única e universal.

O enunciado acima explicita de forma sintética as premissas teóricas da seguinte corrente do pensamento historiográfico:
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Q480488 História
Houve, no início da Alta Idade Média, uma importante mudança na história social e educacional do Ocidente. Tal mudança tornou fixo um novo espaço de formação espiritual e cultural, o qual acabou originando um modelo característico de cultura cristã, que, concomitantemente, se tornou herdeira da tradição clássica e estimuladora da reflexão solitária e da leitura. Grosso modo, podemos dizer que surge, então, um primeiro modelo de “escola cristã”, com iniciativas como as de Bento de Núrsia (480-547). Trata-se de uma referência ao seguinte acontecimento histórico:
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Q480487 História
Segundo certa perspectiva historiográfica tradicional, o declínio de Roma deveu-se a um clima social de paz indolente, a uma divisão social interna entre ricos e pobres e a uma mentalidade comodista dos aristocratas ricos, que gozavam de pouco poder e autoridade frente ao Estado e que oscilavam entre posturas filosóficas de um materialismo vulgar ou buscavam salvação em religiões orientais. Este ponto de vista, se encontra na obra clássica sobre a história de Roma de autoria de:
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Q480486 História
O Absolutismo tem origens remotas que remontam, pelo menos, à Idade Média. Mas, nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas justificando o poder absoluto dos monarcas. Entre as justificativas filosóficas do Absolutismo, podemos destacar aquelas ligadas à obra conhecida como O Príncipe, de Maquiavel. A alternativa que expressa possíveis justificativas do poder absoluto dos reis presentes em O Príncipe é:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458695 História
Podemos afirmar que no continente africano:

I. desenvolvem-se as primeiras espécies de Homo erectus, caçadores e coletores; criaram instrumentos como machados. Dominavam alguma forma de comunicação oral, eram capazes de ensinar e aprender.
II. Havia o Homo habilis, espécie de hominídeo, com media de altura de 1,20 e 1,30 mts., onívoro, em cuja dieta de carne se fizera importante, os achados arqueológicos mais antigos dessas espécie datam de mais de 3 milhões de anos;
III. sociedades desenvolvem avançadas tecnologias, como metalurgia, agricultura e matemática muito antes que isso tivesse sido desenvolvido em outra região do Planeta;
IV. a escravidão moderna é tomada pelos navegadores europeus, dos quais estabeleceram relações comerciais efetivas ainda no século XV na costa atlântica, efetuando troca de mercadorias com grandes reinados como Matamba, na região do atual planalto central angolano, por povos submetidos em guerras tribais.

Está correto o que se afirma em:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458694 História
Leia os itens abaixo que indicam a formação dos primeiros agrupamentos humanos com a característica comum de terem desenvolvido-se com recursos ecológicos que possibilitaram sedentarização, também conhecidas como sociedades pluviais.

I. A região situada entre os rios Tigre e Eufrates é habitada desde o Paleolítico. Vários povos e culturas se encontraram nas planícies desses rios, região também de transito entre norte da África e oriente médio. Essas populações desenvolveram muitas tecnologias, especialmente agrícola, como arados e mecanismos de irrigação.
II. Desde o período Neolítico populações humanas ocupam planícies e vales dos rios Indo e Amarelo, onde se organizou sociedades complexas desenvolvendo agricultura e criação de animais.
III. No entorno do Mar Adriático desenvolveu-se as primeiras civilizações, entre as quais, os Gregos e Troianos. Criaram muitas tecnologias de navegação, aquedutos e complexas sociedades.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Respostas
9861: E
9862: E
9863: A
9864: B
9865: B
9866: A
9867: C
9868: D
9869: C
9870: C
9871: B
9872: C
9873: A
9874: E
9875: B
9876: C
9877: A
9878: D
9879: B
9880: A