Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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A fragilização da filosofia natural de inspiração aristotélica e a reorientação das ciências naturais na direção de formas empíricas e experimentais de conhecimento constam entre os efeitos da revolução científica do século XVII.
O Renascimento promoveu a revalorização da cultura clássica antiga, cujos desdobramentos marcaram as artes, a literatura, a arquitetura, a historiografia e as ciências na Europa, entre o final da Idade Média e o começo da era moderna.
A crise econômica de 1973 foi deflagrada pela suspensão das exportações de petróleo por países, do Oriente Médio e do norte da África, de maioria muçulmana, como forma de retaliação ao apoio prestado pelos Estados Unidos da América a Israel durante a Guerra do Yom Kippur.
A atuação da Força Expedicionária Brasileira não foi decisiva para a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, visto que o contingente militar brasileiro era relativamente pequeno e o envio de soldados para o combate ocorreu tardiamente.
O ingresso do Brasil na Segunda Guerra Mundial como aliado do Reino Unido, da França e dos Estados Unidos da América na luta contra as autocracias dos países do Eixo representou uma decisão política coerente e consequente com o sistema democrático predominante no país.
O baixo nível de eficiência das economias dos países do bloco socialista no contexto da Guerra Fria explica-se pela adesão da União Soviética ao modelo econômico neoliberal, o que promoveu longos períodos de achatamento salarial, baixo crescimento e pouca inovação tecnológica.
A crise de 1929 foi uma crise econômica deflacionária, gerada pela enorme especulação imobiliária que ocorreu nos Estados Unidos da América e nos países da Europa ocidental no final da Primeira Guerra Mundial
Contrariamente aos regimes fascistas, os sistemas comunistas de inspiração soviética fundamentavam-se em valores políticos democráticos.
As duas guerras mundiais da primeira metade do século XX resultaram em significativa redução da força política, econômica e cultural dos países europeus no cenário mundial.
Em consequência à Primeira Guerra Mundial, o continente europeu passou por uma profunda transformação geopolítica, devido ao fim de grandes impérios, como o alemão, o austro-húngaro, o russo e o turco-otomano.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Espanha, a Suíça e os Países Baixos mantiveram-se imparciais e conseguiram permanecer relativamente distantes do conflito.
Em uma concepção mítica, comum na Antiguidade, a história é entendida como uma progressão linear em direção ao futuro, enquanto a historiografia científica, surgida a partir do século XIX, entende a trajetória temporal do homem como um círculo que retorna ao mesmo ponto após um determinado período.
Considerando-se que a história é o conhecimento do passado, é correto afirmar que discutir o presente ou o futuro é uma questão de menor importância para a historiografia.
A tradicional divisão da história humana em Idade Antiga, Idade Média e Idade Moderna surgiu com os eruditos renascentistas, mas a Idade Contemporânea surgiu apenas no século XIX, com a reorganização do ensino de história na França.
A ideia de Iluminismo surgiu na França do século XVIII e foi erigida em torno da valorização da razão e do anticlericalismo.
O principal momento de radicalização da Revolução Francesa foi o chamado Terror, que intentava combater os inimigos externos da revolução, o império austríaco e, posteriormente, a Inglaterra.
Na historiografia, é comum encontrar qualificativos para o Iluminismo em Portugal, como iluminismo católico, ilustração de compromisso, iluminismo de Estado ou mesmo luzes mitigadas e fraco iluminismo. Isso se deve à ênfase de alguns filósofos franceses — matrizes de uma interpretação genérica do Iluminismo — identificados com o anticlericalismo e a oposição ao absolutismo, o que não ocorreu no país ibérico.
O Iluminismo alemão, chamado de esclarecimento (Aufklärung), defendia o controle do pensamento pelo Estado como meio de evitar os excessos da Igreja e as rebeliões populares. Tal ideia foi o que a historiografia chamou de ‘despotismo esclarecido’.
A mais lucrativa atividade das colônias portuguesas na América no início do século XVII era a plantação e a comercialização de açúcar, mas, com a invasão holandesa em Pernambuco (1630-1654) e a posterior retomada da região, a cultura da cana-de-açúcar foi levada para as Antilhas, fazendo concorrência à produção brasileira e motivando uma grave crise comercial em Portugal.
Parte considerável da exploração e colonização das Américas foi possibilitada pela iniciativa privada, que recebia dos reis o monopólio da exploração econômica de uma área por tempo determinado.