Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q2758508 História

Leia o fragmento a seguir.

Justamente agora que a nação alemã está em colapso, espezinhada por todo mundo, é que mais se faz necessária aquela confiança em si mesma. Essa confiança deve ser cultivada na juventude, desde a meninice. Toda a sua educação, todo o seu treinamento devem ser dirigidos no sentido de dar-lhe a convicção da sua superioridade. Certa da sua força e da sua habilidade, a mocidade deve readquirir a fé na invencibilidade da sua nação.

HITLER, Adolf. Minha luta. 8a. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1962. p. 253-260.


Em 2016, o livro Minha luta, escrito por Adolf Hitler, entrou em domínio público, o que tem gerado preocupação em relação à propagação de seu conteúdo por grupos neofascistas. Contudo, a leitura contextualizada e crítica da obra permite ao historiador analisar aspectos do discurso nazista. Dentro desta perspectiva, o trecho destacado indica a ideologia que orientou a

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Q2758507 História

Analise as imagens a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

PICASSO, P. Autorretrato (1905),. Disponível em: <http://noticias.universia.com.br/destaque/ noticia/2014/01/20/1076200/cubismo-autorretrato-pablo-picasso.html#>. Acesso em: 4 maio de 2016.

Imagem associada para resolução da questão

MÁSCARA FANG. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/influenciaafro- a-arte-africana-e-o-cubismo.htm>. Acesso em: 4 maio de 2016.


Ao comparar as duas imagens, percebe-se que a arte tradicional africana, mais precisamente as máscaras ritualísticas de Fang, entre máscaras de outras etnias, inspirou Pablo Picasso e o advento de sua obra cubista. O pintor modernista europeu aproximou-se da arte tradicional africana ao

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Q2758505 História

Leia o fragmento a seguir.

Tudo o que foi possível saber de M.J., 29 anos, branca, brasileira, casada, provém de sucintas observações anotadas em sua ficha de observação. Internada na Casa de Saúde Dr. Eiras em 27 de maio de 1896, foi submetida a observação do Dr. Vicente Maia. Os principais sintomas de sua doença foram buscados pelo psiquiatra nos “antecedentes pessoais” da paciente. Revelando uma “vivacidade precoce”, durante a infância, apresentou sensíveis melhoras do estado psicopático depois de ter se casado, revelando “extrema dedicação ao marido”, ao qual, contudo, repudiaria mais tarde, abandonando o “lar doméstico” e entregando-se “sucessivamente a três homens de baixa classe”.

ENGEL, Magali. Psiquiatria e feminilidade. In: DEL PRIORE, Mary (Org.) & BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto/Ed. UNESP, 1997. p. 323. [Adaptado].


No final do século XIX, o discurso médico direciona-se para a mulher, inclusive no Brasil. O caso destacado, a partir das observações médicas e do diagnóstico clínico, indica a

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Q2758504 História

Analise as imagens a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

MELO, F. A. de F. e Martírio de Tiradentes (1893). Óleo sobre tela. Disponível em:<http://www.museuhistoriconacional.com.br/images/galeria26/g26a005g.jpg>.

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WASTH J. A. Alferes Joaquim José da Silva Xavier (1940), o Tiradentes. Óleo sobre tela Rodrigues.

Disponível em: <http://www.museuhistoriconacional.com.br/images/e330n-04g.jpg>. Acesso em: 4 maio 2016.


Ao analisar a construção da representação heroica de Tiradentes, um professor realiza em sala a comparação didática dos dois documentos visuais. Tal comparação revela uma relação de:

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Q2758503 História

Leia o fragmento a seguir.

Razão tinham os antigos quando estabeleceram os juízos dos mortos; porque necessário é que desapareçam o homem da superfície da terra para que se lhe faça justiça, para que com imparcialidade se julgue os seus atos. Pairam ainda por algum tempo em derredor dos túmulos o espectro das paixões e releva que se haja ele ausentado para que sua final sentença profira a história.

OLIVEIRA, M. da G., Brasileiros ilustres no tribunal da posteridade. Varia Historia, v. 26, n. 43, jan./jun. 2010, p. 295.


O texto, que se refere ao projeto historiográfico do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil no século XIX, apresenta uma concepção em que a escrita da história é foro de

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Q2758502 História

Leia o fragmento a seguir.

As duas raças, latina e saxônia, neste país, hão de produzir alguma coisa melhor [...] quero ir gradualmente, isto é, trazendo o estrangeiro precipitadamente para a província de São Paulo, porque eu, primeiro que tudo, sou paulista. Venha, pois, o estrangeiro, sr. presidente, façamos tudo quanto estiver ao nosso alcance para chamá-lo, e mais tarde teremos a restauração de nossos foros.

AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites do século XIX. São Paulo: Annablume, 2004. p. 121.


Com este discurso, o deputado Aguiar Witaker saudou a chegada de imigrantes ao seu estado, em 1869. Da fala do deputado depreende-se a

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Q2758500 História

Leia os fragmentos a seguir.

50$000 DE GRATIFICAÇÃO

Fugio huma escrava de nome Benedita altura baixa, cor de formiga com dois dentes tirados na frente, com nica cicatriz debaixo do queixo e com um dedo da mão direita aleijado por ter soffrido de um panarisço, quem della der noticia pegalla, metella na cadeia, ou entregala nesta cidade ao Sr. Antonio Francisco Ribeiro, será gratificado com a quantia acima.

ATTENÇÃO

Vende-se para o mato uma preta da costa de idade de quarenta e tantos annos, muito sadia e bastante robusta, sebe bem lavar e cozinhar o diário de uma casa, vende-se em conta por haver precisão, NO BECO lARGO, N. 2.

FREYRE, Gilberto. O escravo nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX. São Paulo: Global, 2010. p. 85 e 91.


Os anúncios de jornais apresentados podem ser trabalhados como documentos históricos em sala de aula. No entanto, o professor deve ser cauteloso ao proceder a análise documental, buscando não usar as fontes como mera descrição do real. Um exemplo dessa precaução é:

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Q2758499 História

Analise a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

DEBRET, J. B. Coleta de esmolas para a Igreja do Rosário, 1828. Disponível em: <http://www.turismo-rs.com/imagens/irmandade-negra.jpg>. Acesso em: 4 maio 2016.


Parte dos livros didáticos de história privilegiam obras de Debret que representam o trabalho escravo e a violência sofrida por eles. Contudo, o artista francês também representou aspectos da cultura dos africanos e dos afrodescendentes na América portuguesa, como as irmandades. A representação da irmandade indica que ela se constituía como um espaço de:

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Q2758498 História

Leia o fragmento a seguir.

Houve informação que o réu falando no Paraíso Terrenal afirmou que estava no Brasil, no meio das serranias; afirmou que Deus criara o mundo no Brasil; afirmou que Adão que significa vermelho era como o gentio do Brasil e de lá se passara a pé enxuto para Jerusalém e hoje se conservavam os vestígios das passadas junto à Bahia; afirmou que a língua portuguesa, correta e pura, há de ser a que se há de falar no Quinto Império dos portugueses que está próximo e há de ser no Brasil no lugar do Paraíso Terrenal e que há de ser de judeus.

Acusações a Pedro Rattes Hannequin, português cristão velho que viveu por vinte anos nas Minas do Brasil, garroteado no Auto da Fé de 21/06/1744 em Lisboa. Apud DINES, Alberto. Vínculos do Fogo: Antônio José da Silva, o Judeu, e outras histórias da Inquisição em Portugal e no Brasil. v. 1, São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 14. [Adaptado].


A cosmologia de Pedro Rattes Hannequim foi condenada pela Igreja, no século XVIII, porque

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Q2758497 História

Leia o fragmento a seguir.

Mães, filhas, irmãs, mulheres representantes da nação reivindicam constituir-se em uma assembleia nacional. Considerando que a ignorância, o menosprezo e a ofensa aos direitos da mulher são as únicas causas das desgraças públicas e da corrupção no governo, resolvem expor em uma declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados da mulher. [...]

Artigo 1º

A mulher nasce livre e tem os mesmos direitos do homem. As distinções sociais só podem ser baseadas no interesse comum.

Artigo 2º

O objeto de toda associação política é a conservação dos direitos imprescritíveis da mulher e do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e, sobretudo, a resistência à opressão.

Disponível em: <http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Documentos-anteriores-%C3%A0-cria%C3%A7%C3%A3o-da-Sociedade-das-Na%C3%A7%C3%B5es-at%C3%A9-1919/declaracao-dos-direitos-da-mulher-e-da-cidada-1791.html >. Acesso em: 4 maio 2016.


Este documento foi proposto à Assembleia Nacional da França, durante a Revolução Francesa (1789-1799) por Olympe de Gouges (1748-1793). A sua formulação

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Q2758496 História

Leia o fragmento a seguir.

Os indígenas foram também utilizados em determinados momentos, e sobretudo na fase inicial; nem se podia colocar problema nenhum de maior ou melhor “aptidão” ao trabalho escravo [...]. O que talvez tenha importado é a rarefação demográfica dos aborígines, e as dificuldades de seu apresamento, transporte, etc. Mas na “preferência” pelo africano revela-se, mais uma vez, a engrenagem do sistema mercantilista de colonização; esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. […] Paradoxalmente, é a partir do tráfico negreiro que se pode entender a escravidão africana colonial, e não o contrário.

NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777- 1808). São Paulo: Hucitec, 1979. p. 105. [Adaptado].


Ao discorrer sobre a imposição da mão de obra de africanos escravizados na América Portuguesa, Novais

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Q2758494 História

Leia o fragmento a seguir.

Qualquer que arrenegar, descrer, ou pezar de Deos, ou de sua Santa Fé, ou disses outras blasfemias, pola primeira vez, sendo Fidalgo, pague vinte cruzados, e seja degredado hum anno para a Africa. E sendo Cavalleiro, ou Scudeiro, pague quatro mil reis, e seja degradado hum anno para Africa. E se fôr peão, dem-lhe trinta açoutes ao pé do Pelourinho com baraço e pregão, e pague dous mil reis. E póla segunda vez, todos os sobreditos incorram nas mesmas penas em dobro. E póla terceira vez, além da pena pecuniaria, sejam degradados trez annos para Africa, e se fôr peão, para as Galés.

ORDENAÇÕES FILIPINAS, liv. 5.º, tit. II. Disponível em: <http://www1.ci.uc.pt/ihti/proj/filipinas/l5ind.htm >. Acesso em: 4 maio 2016.


As chamadas Ordenações Filipinas foram um conjunto de normas que constituíram a base do direito português do início do século XVII até meados do século XIX. O trecho destacado do enunciado da lei evidencia uma característica típica da sociedade absolutista ao

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Q2758493 História

Leia o fragmento a seguir.

Os huguenotes da cidade entraram furiosamente nas igrejas, sem nenhuma exceção. E, chegando lá em grandes bandos, armados e munidos de bastões, atiraram abaixo os crucifixos e as imagens dos santos, com muitas blasfêmias e muitas palavras infames, depois destruíram e quebraram as tribunas, órgãos, cercados das capelas, altares, assentos, fontes batismais, vitrais, depois queimaram os ornamentos das ditas igrejas, de tal modo que o ouro fundido dali fluía em várias igrejas.

DELUMEAU, J. História do medo no Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 29. [Adaptado].


O fragmento apresenta um relato, do ponto de vista católico, de um episódio ocorrido em 1566. Esse episódio se insere no contexto dos conflitos entre católicos e

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Q2758492 História

Analise o mapa-múndi a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Mapa-múndi Orbis typus universalis tabula, elaborado pelo veneziano Jerônimo Marini em 1511. Disponível em: <http://www.mapas-historicos.com/jeronimo-marini.htm> Acesso em: 4 maio 2016.


Mapas históricos são importante fonte para o ensino. Ao analisar o planisfério apresentado, o professor deve assinalar aos alunos que o mapa

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Q2758491 História

Leia o fragmento a seguir.

O Islão acrescenta um aspecto particular à tradição europeia: do séc. IX ao XII estudavam-se os escritos de Aristóteles com mais afinco e profundidade no mundo islâmico do que no ocidente cristão.


MEISSNER, H. A Antiguidade cria laços. Iniciativa em favor de uma cultura humanística na Europa. Apud MELO, A. M. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 75. Disponível em: < http://www2.dlc.ua.pt/classicos/5.Melo.pdf >. Acesso em: 4 maio 2016.


O texto se refere a um movimento ocorrido no contexto da

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Q2758490 História

Leia o fragmento.

Essa gente miserável começou a se sublevar porque alguns diziam que eram mantidos em grande servidão e que, no começo do mundo, não havia servos, viam-se como homens livres semelhantes aos seus senhores e não como bestas, motivo pelo qual não queriam mais sofrer. Pelo contrário, eles desejavam ser iguais e, se trabalhassem ou prestassem algum serviço para os seus senhores, queriam receber salários.

FROISSART, J. Chroniques. Apud MACEDO, J. R. Movimentos populares na Idade Média. São Paulo: Moderna, 2003, p. 80.


O fragmento relata uma revolta ocorrida na Inglaterra no ano de 1381, cuja principal motivação foi:

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Q2758489 História

Leia o fragmento a seguir.

Julgou-se durante muito tempo que bastava, para explicar a sociedade medieval, recorrer à clássica divisão em três ordens: clero, nobreza e terceiro estado. É a noção que dão ainda os manuais de história: três categorias de indivíduos, bem definidas, tendo cada uma as suas atribuições próprias e nitidamente separadas umas das outras. Nada está mais afastado da realidade histórica.

PERNOUD, R. Luz sobre a Idade Média. Lisboa: Publicações Europa-América, 1981. p. 13.

No fragmento, Regine Pernoud critica a imagem de uma sociedade medieval

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Q2758488 História

Leia o fragmento a seguir.

Porém, quem afirmar que os Atenienses foram os salvadores da Grécia, não falta à verdade. Para qualquer dos dois partidos que se voltassem, se inclinaria a balança. Uma vez que escolheram que a Grécia continuasse livre, escolhendo assim, foram eles que despertaram todo o resto da Hélade, que não estava ao lado dos Medos, e eles que, depois dos deuses, repeliram o grande Rei. Nem mesmo os oráculos temíveis vindos de Delfos, que infundiam terror, os persuadiram a abandonar a Grécia, mas permaneceram, para deter o invasor e lhe fazer frente.

HERÓDOTO. Apud MARTINS MELO, A. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 66.


O texto que exalta o papel de Atenas na guerra contra o grande Rei, refere-se às guerras dos gregos contra os

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Q2758486 História

Leia o fragmento a seguir.


O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio. O documento é uma coisa que fica, que dura, e o testemunho, o ensinamento (para evocar a etimologia) que ele traz devem ser em primeiro lugar analisados, desmistificando- lhe o seu significado aparente. O documento é monumento.

LE GOFF, J. Documento/Monumento. In: _____. História e memória. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. p. 538.


Nas considerações de Le Goff, o conceito de monumento destaca a relação entre o documento do passado e o

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Q2758485 História

Leia o fragmento a seguir.


Como definiu magistralmente Georges Lefèbvre, somente podemos propor novas explicações para os fenômenos históricos se conhecermos a historiografia, pois muito embora a escrita da história dependa da exploração de novas fontes ou da leitura de fontes já conhecidas sob uma ótica renovada, ela não depende menos do diálogo com todo um repertório de interpretações pré-existentes.

SILVA, G. V. O fim do mundo antigo: uma discussão historiográfica. Mirabilia, n. 1, 2001. p. 59.


De acordo com o fragmento, a escrita da história se realiza na análise das fontes e na

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Respostas
8801: D
8802: C
8803: D
8804: C
8805: A
8806: B
8807: A
8808: D
8809: C
8810: A
8811: A
8812: B
8813: A
8814: D
8815: C
8816: C
8817: D
8818: A
8819: B
8820: B