Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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( ) O crescimento das feiras deu aos centros urbanos um grande dinamismo econômico, incrementado pela expansão da economia monetária.
( ) As ordens mendicantes, envolvidas com a construção de catedrais e monastérios, eram atuantes no espaço urbano, sobretudo os beneditinos e os dominicanos.
( ) As corporações universitárias representavam, nas cidades, um espaço autônomo de pensamento, opondo-se ao ensino eclesiástico das artes liberais e científicas.
As afirmativas são, respectivamente,
I. No bojo do chamado “renascimento carolíngio", foi estimulado o uso da escrita em textos administrativos e legislativos, em apoio ao trabalho de fiscalização realizado por funcionários reais leigos e eclesiásticos.
II. Unificado sob o universalismo da tradição romana e cristã, o Império foi administrado pela tradição de vínculos pessoais, característica da cultura franca, o que levou à constituição dos laços de vassalagem.
III. A coroação de Carlos Magno no ano de 800 pelo Papa Leão III contribuiu para a cristianização pacífica das populações húngaras e normandas recém-chegadas às bordas do Império.
Assinale:
As opções a seguir apresentam algumas dessas concepções, à exceção de uma.
Assinale-a.
Os conteúdos de História propostos nos PCN’s para os anos finais do Ensino Fundamental foram escolhidos tendo em vista a preocupação central de que os alunos desenvolvam a capacidade de

Durante a 2ª Guerra Mundial, o envio de tropas dos Estados Unidos da América para o Teatro de Operações foi viabilizado por meio de intensa negociação diplomática com os países latino- americanos, no bojo da “Política da Boa Vizinhança” do governo de F. D. Roosevelt. Nesse contexto, a aliança com o Brasil teve importância estratégica.
A partir da interpretação da xilogravura de Sebastião Palhares, conclui-se que a expressão “Trampolim da Vitória”, difundida na década de 1940, refere-se ao
A política dos Estados Unidos da América conhecida como “Big Stick” (Grande Porrete), caracterizava-se pelo
As opções a seguir associam corretamente os grupos envolvidos na guerra de independência de Angola ao país que lhes fornecia suporte externo, à exceção de uma.
Assinale-a.
Com base no texto acima, assinale a opção correta.
“A democracia não é um começo: não foi ela quem derrubou o Antigo Regime. São raros os contatos diretos entre o Antigo Regime, que se acaba, e a democracia, que se inicia: entre os dois, interpõe-se de ordinário a idade liberal, que lança um traço de união, opera uma transição entre as duas sociedades. A democracia, portanto, nem sempre teve de se opor de forma direta ao Antigo Regime, nem teve de combatê-lo de frente (salvo na Europa Oriental). O liberalismo é que é seu adversário habitual; mas ela também é sua herdeira, com as instituições estabelecidas pela sociedade liberal (...).”
(RÉMOND, René. O século XIX: 1815-1914. São Paulo: Cultrix, 2004.)
O autor do texto acima ressalta a oposição entre liberalismo e democracia, que vigorou durante boa parte do século XIX.
Assinale a opção que apresenta a característica presente em muitos sistemas políticos liberais da primeira metade do século XIX, que era combatida pelos defensores da democracia.
De acordo com o enunciado acima, essa guerra é conhecida como
“É significativo que os dois principais centros dessa ideologia fossem também os da dupla revolução, a França e a Inglaterra; embora de fato as ideias iluministas ganhassem uma voz corrente internacional mais ampla em suas formulações francesas (até mesmo quando fossem simplesmente versões galicistas de formulações britânicas).”
(HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009.)
As formulações francesas do Iluminismo estão associadas às transformações políticas mais importantes da “Era das Revoluções”.
Assinale a opção que indica uma dessas transformações, ocorrida na França revolucionária, que já era realidade, na Inglaterra, em 1789.
“A ampliação de temas de estudo e de possibilidades teórico- metodológicas tem auxiliado o pesquisador a refletir cada vez mais sobre os fatores que interferem na construção do conhecimento histórico. (...) Tais reflexões têm fortalecido a consciência do historiador de que exerce um papel ativo na elaboração do conhecimento e de que as formas de estudar o passado são plurais.”
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História.Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 31.)
As alternativas a seguir indicam características do processo de construção do conhecimento histórico, à exceção de uma.
Assinale-a.
“Os escritos dos papiros são hoje conhecidos como ‘hieróglifos’, palavra de origem grega que define qualquer texto considerado sagrado pelas civilizações antigas. Mas os próprios egípcios chamavam sua escrita de Medu Neter, ‘palavras dos deuses’. Uma dica para os professores interessados é levar para a sala de aula a planta que gerou os papiros – facilmente encontrável no Brasil, usada como adorno em muitas casas. (...) O toque nas fibras unidas e entrelaçadas provoca o questionamento de como é possível termos herdado esse conhecimento de era tão remota. (...) Colocar a chamada História Antiga em contato com o cotidiano dos alunos é uma das melhores maneiras de torná-los mais receptivos ao tema e às possibilidades de analogias em relação ao papiro – o ancestral de nossos livros, revistas e jornais.”
(FERREIRA, Lucas dos Santos. “Milênios na palma da mão” in Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 9, n. 99, p. 80-83, dez. 2013.)
Nessa aula, o professor apresentou, além do papiro, alguns textos religiosos, tratados cirúrgicos, problemas matemáticos e histórias populares, como documentos da história egípcia, produzidos há alguns milhares de anos.
As opções a seguir apresentam possíveis objetivos desse trabalho com diferentes linguagens no ensino de História, à exceção de uma.
Assinale-a.
“O calendário gregoriano pode ser representado por uma linha contínua e infinita. Envolve a compreensão de que cada um dos pontos dessa linha é distinto dos outros e que cada ponto corresponde a uma datação. As datações são, assim, distintas umas das outras, especificando um dia, um mês e um ano.”
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998, p.99.)
Diferentes sociedades criaram concepções de tempo para representar suas temporalidades.
No exemplo do texto acima está presente a concepção de tempo
“(...) a educação escolar não se limita a fazer uma seleção entre o que há disponível da cultura num dado momento histórico, mas tem por função tornar os saberes selecionados efetivamente transmissíveis e assimiláveis. Para isso, exige-se um trabalho de reorganização (...)”.
(MONTEIRO, Ana Maria F. C. A história ensinada: algumas configurações do saber escolar. História & Ensino, Londrina, vol. 9, out. 2003, p. 13.)
No processo de construção do saber histórico escolar, a seleção e reorganização dos conteúdos históricos feitas pelos professores, devem levar em conta
Em relação ao saber histórico acadêmico, o saber histórico escolar é caracterizado principalmente pela
(VINCENT, Gérard. Guerras ditas, Guerras silenciadas e o enigma identitário in: História da Vida Privada São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p.187.)
O golpe de Munique, também conhecido como Putsch da Cervejaria, está inserido no contexto do período entre Guerras e das consequências da Primeira Guerra Mundial. O referido golpe está associado à: