Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q1054421 História
“[...] a Igreja é a peça mestra do sistema feudal não só porque, mesmo depois da reforma gregoriana e a partir de então livre da ascendência da aristocracia leiga, é por sua condição social e por suas riquezas um dos beneficiários da ordem feudal, mas principalmente por ser a justificativa ideológica do sistema”. LE GOFF, Jacques. São Luís: biografia. Rio de Janeiro: Record, 2002.
Conforme a perspectiva do historiador Jacques Le Goff, o papel da Igreja, no auge do Feudalismo (século XIII), foi o de:
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Q1054420 História
“Foi muito popular, no passado, a ideia de uma origem ligada às guerras, que conduziriam a capturas maciças de prisioneiros, transformados, então, em escravos. Em outras palavras, a oferta de escravos teria precedido e até suscitado a procura. Isto é falso. No passado micenico, homérico e do início da época Arcaica, houve grandes batalhas e foram feitos muitos prisioneiros. Por que, então, em certas circunstâncias, se preferia massacrar os homens aprisionados, conservando as mulheres, mais facilmente controláveis? É quando existe uma procura suficiente que se torna lógica a transformação sistemática de prisioneiros em escravos. Se as guerras podem explicar a intensificação do escravismo já existente, não esclarecem sua origem como modo de produção dominante”. CARDOSO, Ciro F. Trabalho Compulsório na Antiguidade. Rio de Janeiro: Graal, 1991.
A leitura do fragmento desse texto possibilita algumas conclusões quanto às condições necessárias para a busca de escravizados no mundo grego da Antiguidade. Sobre essas condições, é INCORRETO afirmar que:
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Q1054418 História
“A gênese do homem branco nas mitologias indígenas difere em geral da gênese de outros ‘estrangeiros’ ou inimigos porque introduz, além da simples alteridade, o tema da desigualdade no poder e na tecnologia. O homem branco é muitas vezes, no mito, um mutante indígena, alguém que surgiu do grupo. Frequentemente também, a desigualdade tecnológica, o monopólio dos machados, espingardas e objetos manufaturados em geral, que foi dado aos brancos, deriva, no mito, de uma escolha que foi dada aos índios. Eles poderiam ter escolhido ou se apropriado desses recursos, mas fizeram uma escolha equivocada. Os Krahô e os Canela, por exemplo, quando lhes foi dada a opção, preferiram o arco e a cuia à espingarda e ao prato. Os exemplos dessa mitologia são legião: lembro apenas, além dos já citados, os Waurá que não conseguem manejar a espingarda que lhes é oferecida em primeiro lugar pelo Sol, os Tupinambá setecentistas do Maranhão cujos antepassados teriam escolhido a espada de madeira em vez da espada de ferro. Para os Kawahiwa, os brancos são os que aceitaram se banhar na panela fervente de Bahira: permaneceram índios os que recusaram. O tema recorrente que saliento é que a opção, no mito, foi oferecida aos índios, que não são vítimas de uma fatalidade, mas agentes de seu destino. Talvez escolheram mal. Mas fica salva a dignidade de terem moldado a própria história”. CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: FAPESP/SMC, 1992.
Ao entregar esse fragmento de texto a educandos do 7º ano, o professor deve ter por objetivo:
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Q1054417 História
“A história escolar é uma configuração própria da cultura escolar, oriunda de processos com dinâmica e expressões diferenciadas, mantendo na atualidade, relações e diálogos com o conhecimento histórico stricto sensu e com a história viva, o contexto das práticas e representações sociais. Fonte de saberes e legitimação, o conhecimento histórico ‘acadêmico’ permanece como a referência daquilo que é dito na escola, embora sua produção siga trajetórias bem específicas, com uma dinâmica que responde a interesses e demandas do campo científico e que são diferentes daquelas oriundas da escola, onde a dimensão educativa expressa as mediações com o contexto social”. MONTEIRO, Ana Maria. Narrativa e narradores no Ensino de História. In: Ensino de História: sujeitos, saberes e práticas. Rio de Janeiro: Mauad-x/Faperj, 2007.
Com base na análise da historiadora citada, a estrutura narrativa no ensino de história pode ser reconhecida como:
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Q1054416 História
Ao iniciar a aula, o professor resolve colocar no quadro a seguinte sentença:
“O passado é, por definição, um dado que nada mais modificará. Mas o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que incessantemente se transforma e aperfeiçoa”. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
O objetivo do professor, ao destacar essa frase, é o de demonstrar que:
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Q1054415 História
“[...] o objeto da história é, por natureza, o homem. Digamos melhor: os homens. Mais que o singular, favorável à abstração, o plural, que é o modo gramatical da relatividade, convém a uma ciência da diversidade. Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, [os artefatos ou máquinas], por trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições aparentemente mais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quer capturar. Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da erudição. Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está a sua caça”. BLOCH, Marc. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
Os historiadores Marc Bloch e Lucien Febvre propuseram uma nova concepção de escrita da História pautada:
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Q1054414 História
I. “A história de toda a sociedade que até hoje existiu é a história da luta de classes” II. “A História é filha do seu tempo” III. “A História não é mais do que uma aplicação dos documentos”
A leitura das citações acima evidencia que essas se referem, respectivamente, às seguintes escolas históricas:
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Q1052558 História

Leia o texto para responder à questão 29 e inspirar-se para responder à questão 30.

Duas grandes motivações moviam Colombo. A primeira era a fascinação pelo ouro e pelas ilhas distantes onde abundava aquele metal.

Segundo Jaques Heers, esta obsessão se manifestou em todos os seus atos, seus projetos, suas iniciativas […]

A segunda mostra que Colombo foi plenamente um homem do Renascimento. Agia pela paixão do conhecimento. Sem ter recebido qualquer formação acadêmica, buscava a informação em qualquer tipo de livro. Lia assiduamente e anotava aplicadamente o que chamava a atenção do seu espírito curioso […].

Tradução livre de PASTOREAU, Mireille. Voies Océanes de l´ancient aux nouveau mondes. Paris, Edition Hervas, 1990.

Assinale a alternativa correta a respeito do Renascimento.
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Q1052557 História

Leia o texto para responder à questão 29 e inspirar-se para responder à questão 30.

Duas grandes motivações moviam Colombo. A primeira era a fascinação pelo ouro e pelas ilhas distantes onde abundava aquele metal.

Segundo Jaques Heers, esta obsessão se manifestou em todos os seus atos, seus projetos, suas iniciativas […]

A segunda mostra que Colombo foi plenamente um homem do Renascimento. Agia pela paixão do conhecimento. Sem ter recebido qualquer formação acadêmica, buscava a informação em qualquer tipo de livro. Lia assiduamente e anotava aplicadamente o que chamava a atenção do seu espírito curioso […].

Tradução livre de PASTOREAU, Mireille. Voies Océanes de l´ancient aux nouveau mondes. Paris, Edition Hervas, 1990.

O texto nos permite conhecer duas das inúmeras causas da Expansão Marítima dos séculos 15 e 16.

Assinale a alternativa em que tais motivações são corretamente apontadas.

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Q1052556 História

Na coluna 1 estão relacionadas algumas das sociedades do Mundo Antigo. Na coluna 2 estão listadas contribuições da Antiguidade que chegaram até nossos dias.

Associe corretamente as duas colunas. Um ou mais itens podem estar repetidos.

Coluna 1 Sociedades do Mundo Antigo

1. Chinesa

2. Egípcia

3. Fenícia

4. Grécia

5. Hebraica

6. Mesopotâmicas

Coluna 2 Contribuições

( ) Conceito de democracia

( ) Escrita (hieroglífica-religiosa, demótica)

( ) Fabricação do papel; pólvora; bússola.

( ) Invenção do alfabeto

( ) Monoteísmo

( ) Princípios de Direito (Código de Hamurabi, Lei de Talião)

( ) Uso da raiz quadrada e da raiz cúbica. (Conhecimentos e técnicas aplicados à área da arquitetura)

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo

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Q1052552 História

John Locke nasceu na Inglaterra, em 1632. Foi vigoroso crítico da teoria do direito divino dos reis. Para ele o Estado deveria servir ao povo e não o povo servir ao Estado.

Assinale a alternativa que identifica o pensamento político e econômico que pode ser associado às ideias de Locke.

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Q1039813 História
Durante a II Guerra Mundial, o governo brasileiro implantou, no Ceará, o Serviço Especial de Mobilização dos Trabalhadores para a Amazônia (SEMTA). Esse organismo foi
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Q1039812 História
O absolutismo, como o próprio termo sugere, tem como base o poder absoluto do governante, que dessa forma
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Q1037414 História
A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito da história da humanidade, e envolveu diversos países em quatro continentes. Os participantes se aliaram em dois grupos, sendo eles os Aliados e os Países do Eixo. Marque a alternativa na qual estão relacionados os Países do Eixo.
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Q1029700 História
O desenvolvimento intelectual e social em curso na Europa alcançou seu ápice no século XVIII, com o Iluminismo. Nesse período,
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Q1026329 História
A ditadura militar brasileira deve ser relacionada historicamente ao contexto da Guerra Fria, pois
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Q1026328 História
A charge pode ser relacionada a um momento de grave crise na história dos Estados Unidos, que ficou conhecida como Quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, e que teve muitas consequências na economia mundial.
Imagem associada para resolução da questão
Nesse contexto de crise, o governo brasileiro
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Q1026326 História
Atenção: Leia o texto para responder a questão.

     Por um lado, Napoleão representou o fim do processo revolucionário iniciado em 1789, impondo a unidade das facções e um governo autoritário e personalista que nada tinha que ver com as aspirações dos revolucionários republicanos radicais de 1789. Por outro lado, transformou alguns princípios revolucionários em instituições e leis estáveis, como o Código Civil − que regulamentou a relação entre pessoas livres e iguais −, além de espalhar seus ideais por toda a Europa, com a força de seus exércitos.
(Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos et al. História para o Ensino Médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 374) 
Os “princípios revolucionários” da Revolução Francesa mencionados no texto influenciaram diretamente os defensores da luta contra o domínio português. O movimento ocorrido no século XVIII, composto por distintos setores sociais, incluindo homens livres e libertos, que se enquadrou nesse perfil foi a
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Q1026325 História
Atenção: Leia o texto para responder a questão.

     Por um lado, Napoleão representou o fim do processo revolucionário iniciado em 1789, impondo a unidade das facções e um governo autoritário e personalista que nada tinha que ver com as aspirações dos revolucionários republicanos radicais de 1789. Por outro lado, transformou alguns princípios revolucionários em instituições e leis estáveis, como o Código Civil − que regulamentou a relação entre pessoas livres e iguais −, além de espalhar seus ideais por toda a Europa, com a força de seus exércitos.
(Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos et al. História para o Ensino Médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 374) 
Segundo o texto acima, Napoleão
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Q1026323 História

Considere o mapa representado à luz de seus conhecimentos sobre as Invasões Holandesas.


Imagem associada para resolução da questão


É correto afirmar que os holandeses

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Respostas
7801: B
7802: D
7803: D
7804: B
7805: C
7806: C
7807: A
7808: A
7809: D
7810: B
7811: A
7812: A
7813: E
7814: A
7815: E
7816: D
7817: D
7818: B
7819: B
7820: C