Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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Conforme VISENTINI, RIBEIRO e PEREIRA, sobre a história da África, analisar a sentença abaixo:
Antes da chegada dos europeus, a maior parte dos povos africanos estava organizada em reinos independentes, mas não isolados no mundo externo (1ª parte). Antes da chegada dos traficantes de escravos europeus, os árabes já praticavam o comércio negreiro, transportando escravos para a Arábia e para os mercados do Mediterrâneo (2ª parte).
A sentença está:
Segundo KARNAL, o primeiro carregamento de escravos negros chegou à Virgínia em 1619, trazido por holandeses. Em 1624, em Jamestown, o primeiro menino negro nascia em solo americano. Era William Tucker, filho de africanos e oficialmente o primeiro afro-americano. Em duas décadas a escravidão estava presente em todas as colônias e havia uma legislação específica para ela. Sobre a escravidão na América do Norte, analisar os itens abaixo:
I. Entre 1619 e 1860, cerca de 400 mil negros foram levados da África para os Estados Unidos. Ao fim da época colonial, havia cerca de meio milhão de escravos nas colônias inglesas da América do Norte. A escravidão não sofreria abalos com o movimento da independência, levado adiante, em parte, por ricos escravocratas. Os ventos de liberdade, em 1776, tinham cor branca.
II. Em outubro de 1669, uma nova lei sobre escravos determinou que, se um escravo vier a morrer em consequência dos castigos corporais impostos pelo capataz ou por seu amo, não seria considerado isto “delito maior, mas se absolverá o amo”. A lei continua com lógica implacável: matar o escravo não era ato intencional, posto que ninguém, intencionalmente, procurava destroçar “seus próprios bens”. Esta lei revela a “reificação” - tornar coisa - do escravo na legislação colonial.
III. Leis votadas na Virgínia, em 1662, determinavam que a condição de escravo fosse dada pela mãe. Dessa forma, o filho de pai inglês e mãe africana seria escravo.
Estão CORRETOS:
Segundo PINSKY, a religião egípcia era repleta de mitos e crenças. No que se refere ao tema, analisar a sentença abaixo:
Os egípcios acreditavam na existência de vários deuses, muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal, que interferiam na vida das pessoas (1ª parte). Realizavam oferendas e festas em homenagem aos deuses. Cada cidade possuía seu deus protetor e templos religiosos em sua homenagem (2ª parte).
A sentença está:
“De 1918 a 2018: Fim da Primeira Guerra Mundial completa 100 anos”
( Disponível em : https://oglobo.globo.com)
Sobre a Primeira Guerra mundial analise as afirmativas abaixo:
I- A Primeira Guerra Mundial foi o resultado dos atritos permanentes provocados pelo imperialismo das grandes potências europeias.
II- Dois blocos enfrentaram-se: a , Tríplice Entente formada pela Alemanha, Áustria e Itália, e a Tríplice Aliança formada pela França, Inglaterra e Rússia.
III- A Grande Guerra deixou profundas consequências para todo o mundo. Podemos destacar: redesenhou o mapa político da Europa e do Oriente Médio; marcou a queda do capitalismo liberal; motivou a criação da Liga das Nações.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Os antigos egípcios eram politeístas, seus deuses tinham formas humanas, humanas e animais, ou somente formas animais.
II. Os antigos egípcios cultuavam o sol como um deus, chamado de Rá.
III. Os egípcios nunca foram monoteístas, e recusavam totalmente qualquer ideia unificadora na religião.
IV. A mumificação era uma técnica de conservação do corpo, que segundo suas crenças, deveria ser preservado para quando a alma voltasse, e era de exclusividade do Faraó.
V. O chamado Livro dos mortos era uma reunião de textos de orientação das obrigações que o morto deveria cumprir em sua viagem para o além.
Estão CORRETOS:
Para investigar a história da UFPA durante o governo militar, foi organizado um projeto de pesquisa denominado Os Anos de Chumbo na UFPA: memória, história, trauma e cultura educacional (1964-1985) com o objetivo de fazer o levantamento documental no arquivo central da universidade, no acervo fotográfico da Biblioteca Central e do Museu, bem como o de registrar depoimentos de professores, ex-alunos e servidores que foram atingidos por atos do governo militar ou das administrações superiores da UFPA que provocaram violações de direitos humanos. Uma das ideias centrais do projeto foi construir um acervo digital com depoimentos para que eles servissem de fonte para a escrita da história da instituição. Esse projeto está em fase de conclusão e pretende produzir documentários sobre os temas relatados pelas testemunhas”.
Fonte: Edilza. A Comissão da Verdade na Universidade Federal do Pará: a criação de um acervo digital com testemunhos de violações dos direitos humanos. História Oral, v. 21, n. 2, p. 109-129, jul./dez. 2018.
Sobre a História do Tempo Presente, fontes orais e o trecho destacado acima, afirma-se que:
Jacques Le Goff destaca no prefácio de Apologia do Historiador de Marc Bloch: “O subtítulo definitivo, O ofício do historiador, que substituirá pertinentemente o primeiro subtítulo, ressalta outra preocupação de Marc Bloch: definir o historiador como um homem de ofício, investigar suas práticas de trabalho e seus objetivos científicos e, como veremos, inclusive para além da própria ciência. O que o título não diz, mas o texto sim, é que Marc Bloch não se contenta em definir a História e o ofício do historiador, mas quer também assinalar o que deve ser a história e como deve trabalhar o historiador”.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou ofício do historiador; prefácio, Jacques Le Goff, apresentação à edição brasileira, Lilia Moritz Schwarcz, tradução André Telles. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
São aspectos presentes na obra de Marc Bloch, exceto: