Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q3028580 História
As negociações e as decisões, levadas a efeito pelo Congresso de Viena, basearam-se em três princípios políticos:
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Q3028579 História

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



O símbolo de nome Marianne ilustra a personificação do(da)

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Q3028578 História
A prática do bloqueio continental, instituída por Napoleão, proibia que as nações europeias estabelecessem relações comerciais com
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Q3028577 História
Obras como O Príncipe e O Leviatã reafirmam qual sistema político?
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Q3028576 História
A burguesia foi considerada como uma classe social que surgiu em meio à deterioração do sistema feudal. Localizada em burgos, territórios construídos fora dos feudos, constitui-se como uma das principais características da classe burguesa:
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Q3028575 História
No período da Idade Média, as composições das classes sociais ganharam a força dos comerciantes e da própria Igreja, preocupados em como criar as bases concretas para desenvolver a economia para além da produção baseada na terra, o que não significava abandoná-la. É nesse período que a Igreja Católica propõe a realização do movimento denominado
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Q3028574 História
Leia a afirmação com atenção.

Organizado sob a lógica servil e obediência religiosa, o sistema de classe da sociedade feudal era marcado pela subordinação em troca de alimento e abrigo. O argumento de segurança e proteção por parte dos senhores feudais tinha como objetivo justificar o(a)
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Q3026903 História
“A unificação política dos Estados alemães, a elevação do rei da Prússia a imperador [...], e a promoção de Berlim [...] a capital do Kaiserreich [...] deram um forte impulso à formação de uma classe alta alemã mais uniforme.”
Texto extraído de: ELIAS, Norbert. Civilização e informalização (parte I). In: ____. Os alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX; tradução: Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, p. 60.

Sobre o processo de unificação política que originou a Alemanha e as relações entre diferentes grupos sociais nesse contexto, conforme análise de ELIAS, é CORRETO afirmar:
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Q3026901 História
“O movimento cartista apelava para um conjunto de impulsos tão diferentes que sua emergência quase poderia ser predita após o fracasso do owenismo e de suas iniciativas prematuras. Ele foi um esforço puramente político que tentou ganhar influência no governo através de canais constitucionais.”
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 208.

Sobre o movimento cartista, conforme análises de Polanyi, é CORRETO afirmar:
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Q3026900 História
“O mercantilismo destruiu o particularismo desgastado do comércio local [...] abrindo caminho para um comércio nacional”.
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 86.

Sobre a implementação do sistema mercantil na era moderna, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
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Q3026899 História
"Retornando à história russa de um quarto de século, parece que aquilo que chamamos Revolução Russa consistiu realmente em duas revoluções separadas.”
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 287.

Sobre o processo revolucionário russo na primeira metade do século XX, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
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Q3026898 História
“O fascismo teve tão pouco a ver com a Primeira Guerra Mundial como com o Tratado de Versalhes, [...] como com o temperamento italiano. O movimento surgiu em países derrotados, como a Bulgária, e em países vitoriosos, como a Iugoslávia; [...] não houve qualquer tipo de formação – de tradição religiosa, cultural ou nacional – que tornasse um país imune ao fascismo [...].”
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 277).

De acordo com as análises de Polanyi, é CORRETO afirmar sobre o fascismo:
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Q3026897 História
“[...] as citações dos profetas incluídas nos evangelhos abriram uma gama de possibilidades icônicas de todo imprevisíveis”.
Texto extraído de: GINZBURG, Carlo. Olhos de madeira: nove reflexões sobre a distância. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 116.

No capítulo Ecce, da mencionada obra, o historiador italiano propõe-se a contatar as análises sobre o Novo Testamento e a iconografia cristã. Sobre essa proposta analítica e suas conclusões, é CORRETO afirmar:
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Q3026882 História
Pedro Paulo Funari, em capítulo escrito sobre anacronismos e apropriações, demonstra como a história pode ser alvo de grupos interessados em manipular informações e relatos em favor de ideias machistas, racistas e até xenófobas. Abaixo trazemos algumas de suas possíveis assertivas. Considerando-as, identifique-as como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):

Texto de apoio: FUNARI, Pedro Paulo. Anacronismos e apropriações. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. Novos combates pela história: desafios-ensino. São Paulo: Contexto, 2021.

( ) Alguns estudiosos utilizam-se do termo recepção para retratar a tomada de contato direta de algo antigo, por meio de simples reprodução (a exemplo de textos gregos antigos, que foram estudados e apreciados).
( ) O termo recepção acabaria sendo questionado e, em seu lugar, passou-se a preferir o termo apropriação, ou seja, tornar algo próprio, tomar algo para si mesmo. No caso da História, tornar próprio no presente algo do passado.
( ) O conceito de apropriação tem ganhado força frente ao de recepção por enfatizar que o “tornar próprio” parte sempre do presente e de quem se apropria de algo. A ênfase aqui sai do elemento do passado apropriado para o momento da apropriação.
( ) A História aprendida na escola se apropria do passado, fazendo uma releitura, tendo como objetivo os interesses dos Estados nacionais, o que impede que as reivindicações de movimentos sociais, trabalhadores e grupos étnicos sejam atendidas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
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Q3026880 História
“Os pesquisadores e professores de História, dos quais se deve cobrar rigor, ética de pesquisa e decoro profissional, não são meros emissores de opinião vazia e “neutra”, mas profissionais que sistematizam o conhecimento histórico e ajudam a sociedade a conhecer a si mesma de maneira crítica, em suas virtudes e mazelas.”
Texto extraído de: NAPOLITANO, Marcos. Negacionismo e revisionismo histórico no século XXI. In: PINSKY, Jaime;
PINSKY, Carla Bassanezi. Novos combates pela história: desafios-ensino. São Paulo: Contexto, 2021, p.107.

Marcos Napolitano compreende que o professor deve estar preparado para lidar com situações e argumentos negacionistas em sala de aula. De modo a enfrentar esse desafio, não cabe ao professor, na visão do autor:
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Q3026879 História
“Portanto, estamos diante não de um procedimento ou metodologia historiográfica, de base objetiva e científica, mas de uma ‘parametodologia’, conforme expressão de Flávio Thales Ribeiro (ou seja, uma metodologia pseudocientífica), que é diferente do método utilizado pelos historiadores.”
Texto extraído de: NAPOLITANO, Marcos. Negacionismo e revisionismo histórico no século XXI. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. Novos combates pela história: desafios-ensino. São Paulo: Contexto, 2021, p.102.


O trecho foi extraído do texto de Marcos Napolitano, pelo qual objetiva apontar aos pesquisadores e aos professores de História sobre como lidar com os temas do negacionismo e do revisionismo histórico. A esse respeito, julgue as afirmativas que fazem parte da argumentação do autor:

I. O revisionismo pode ser compreendido como um processo de revisão do conhecimento factual das interpretações historiográficas dominantes, com base em novas questões teóricas, novas hipóteses, novos métodos de análise e novas fontes primárias. Esse é o oxigênio da área de História, mesmo quando remexe em passados sensíveis e explicações aceitas.
II. O revisionismo deve ser encarado como um legítimo e necessário trabalho da historiografia. Portanto, antepõe-se ao negacionismo, que se trata da negação de um processo, evento ou fato histórico estabelecido pela comunidade de historiadores como efetivamente ocorrido no passado, em que pesem várias possibilidades de interpretação validadas pelo debate historiográfico.
III. O revisionismo histórico é, em si, um revisionismo de matriz ideológica, pois parte da premissa de que o pesquisador e professor de história não são emissores de opiniões vazias. Dessa forma, a seletividade intencional das fontes primárias e a construção de hipóteses constituem bons mecanismos de reivindicação do reconhecimento de procedimentos metodológicos por parte do revisionismo histórico.
IV. Estão entre as principais armadilhas argumentativas dos negacionistas: defender a necessidade de outras versões sobre um evento histórico, denunciar a ausência de “prova” documental que “prove” que um crime ou violência foi cometido no passado; e tomar o fato reconhecido e chancelado pela pesquisa histórica como “interpretação”, defendendo seu método como “factual”.

Estão CORRETAS:
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Q3026279 História
O modelo de proteção social bismarckiano surgiu na Alemanha como resposta às pressões de trabalhadores, sendo financiado com recursos advindos da contribuição direta de empregados e empregadores. Qual outro país apresenta modelo predominantemente bismarckiano? 
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Q3025588 História

Se o movimento operário pode ser considerado um movimento social de classe, isso significa que, historicamente, a ação reivindicativa da classe trabalhadora é inseparável dos objetivos políticos de longo prazo que animaram as suas lutas. Acresce que o sindicalismo foi, desde sempre, pautado pela diversidade das suas lógicas de atuação. O objetivo de conciliar a luta por melhorias salariais e de condições de trabalho com a missão de solidariedade internacionalista só em certas circunstâncias históricas teve algum sucesso. A penetração da doutrina marxista nos meios operários, designadamente na sequência das Internacionais Operárias, contribuiu para desenvolver uma identidade coletiva – “de classe” –, que se propunha a guiar os trabalhadores e a humanidade para uma sociedade liberta de injustiças: o socialismo.

(PANNEKOEK, A., 1936. O sindicalismo. Disponível em: Arquivo Marxista na Internet. Acesso em: 02/06/2024.)


Além do socialismo, uma outra concepção se inseriu nos meios operários, mudando muitas perspectivas de ação entre eles e no âmbito político: o anarquismo. Ambos, socialismo e anarquismo, tinham pontos semelhantes, mas algumas peculiaridades, tais como: 

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Q3025585 História

É importante perceber como a apropriação e a troca entre culturas se desenvolvem, fazendo com que não seja possível, por vezes, afirmar um lugar social estático e permanente para o tratamento de certo grupo. As experiências culturais são necessariamente intercambiantes e fenômenos culturais desse tipo são comuns nos países americanos, podendo-se citar, por exemplo, as culturas nativas do México e as tradições religiosas dos povos andinos, que conjugam a sua raiz axiológica com a tradição cristã. Assim, quando “o apropriante e o apropriado terminam por coexistir”, não caberia apelar para “uma certa pureza dos povos originários e das tradições”, uma vez que essas manifestações culturais são transformadas ao longo da história.

(CUCHE, Denys, 2009.)


No excerto anterior, as falas relativas ao “apropriante” e “apropriado” deixam patente que:

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Q3025584 História

O capitalismo monopolista é resultante de um processo de grande aumento da indústria e também da concentração da produção em empresas que se tornam cada vez maiores, e que, ao alcançarem seu mais alto nível de desenvolvimento, necessitam da reunião – numa só empresa – dos mais diferentes ramos industriais combinados. Criam-se, portanto, os monopólios. O surgimento dos monopólios é uma lei geral que identifica o chamado estágio superior do capitalismo, ou melhor, o imperialismo como fase superior do desenvolvimento capitalista mundo afora.

(POULANTZAS, Nicos., 2007.)


O imperialismo, visto como fase superior do desenvolvimento capitalista, apresenta algumas características fundamentais; dentre elas é possível destacar:

Alternativas
Respostas
3721: B
3722: A
3723: C
3724: D
3725: C
3726: B
3727: A
3728: A
3729: B
3730: E
3731: A
3732: C
3733: D
3734: B
3735: A
3736: D
3737: B
3738: B
3739: D
3740: A