Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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Costuma-se denominar cinquecento a(o)
A invenção chinesa que mais surpreendeu Marco Polo
[...] O veneziano Marco Polo se tornou um dos primeiros europeus a conhecer uma invenção que ainda é um dos fundamentos da economia moderna: o dinheiro de papel. Ele era feito de casca de amoreiras e continha um selo vermelho brilhante do imperador Kublai Khan, que estava no poder mongol durante as viagens do explorador. [...]
Cadê o ouro?
O explorador veneziano ficou mais fascinado com a genialidade do que com o sistema. Perguntava-se onde ficava o ouro que não estava circulando. A resposta? Sob rigoroso controle do imperador.
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-40850733. Adaptado.
A admiração do italiano Marco Polo com a invenção do governo de Kublai Khan, citada no Texto II, se justifica diante do contexto de
“A expansão interna teve como fundamento e legitimação o chamado Destino Manifesto. A doutrina do Destino Manifesto, segundo o historiador Héctor Bruit, foi inspirada no darwinismo social, de autoria do filósofo inglês H. Spencer. É a seleção natural no interior das relações sociais, isto é, a sobrevivência do mais capaz, do mais rico que engole pela competição os mais fracos. O fracasso é o sinônimo de inferioridade e, claro, o sucesso significa superioridade[…] O Destino Manifesto popularizou-se rapidamente, defendendo a expansão territorial americana como um processo ilimitado, que não deveria parar na Califórnia, mas dar a volta ao mundo.”
Koshiba, Luiz et al. Américas: uma introdução histórica. São Paulo: Atual, 1992.
O excerto faz menção ao Destino Manifesto, expressão criada pelo jornalista Jonh Louis O'Sullivan, em 1845. Essa expressão está diretamente relacionada à formação do território norte-americano e ao movimento conhecido como
(Eric Hobsbawm. A Era dos Impérios: 1875-1914, p. 88)
Entre os eventos intimamente relacionados ao processo histórico descrito, encontra-se
(Marco Mondaini, Direitos Humanos, In Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de História, 2009)
Acerca da mudança intelectual discutida no trecho, é cor reto afirmar que
TRECHO I
O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos.
Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado
TRECHO II
A Constituição revolucionária francesa de 1791 estabeleceu a monarquia constitucional e consagrou a divisão de poderes – Executivo, Legislativo, Judiciário. Porém, (...) estabeleceu que, para ser eleitor e elegível, o indivíduo deveria possuir uma renda bastante alta, o que excluía dessa condição pessoas de vida modesta.
KOSHIBA, Luiz. História, origens, estruturas e processos. São Paulo: Atual, 2000, p. 324
O trecho II indica uma transformação das estruturas político-sociais na transição para o mundo contemporâneo em relação ao texto I
VERNANT, Jean Pierre; As Origens do Pensamento Grego; Difel: Rio de Janeiro, 2002.
O sistema político descrito no texto acima foi instituído na Grécia Antiga em função
(www.encontro2012.rj.anpuh.org)
O texto faz referência à Revolta
(Renato Janine Ribeiro, A Democracia. PubliFolha. São Paulo, 3.a edição 2008)
O que explica a prática do sorteio na democracia antiga é o princípio da
Em História, os estudos sobre o cotidiano têm, nas últimas décadas, ocupado espaços cada vez mais importantes, pois
(Saliba, E. T. Aventuras modernas e desventuras pós-modernas. In: Pinsky, C. B.; Luca, T. R. de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 312)
Os autores apontados são vinculados à corrente historiográfica
(Marc Bloch. Apologia da história ou o ofício do historiador)
Conforme o texto e os conhecimentos historiográficos, a visão de Marc Bloch considera que

Com base nos relatos, a professora deverá expor que a leitura europeia sobre a África foi
Na última carta pública que escreveu antes de sua morte em 1826, Thomas Jefferson apresentou uma visão ampla da Declaração de Independência, documento que ele havia redigido meio século antes. Ao recusar o convite para comparecer à comemoração do quinquagésimo aniversário da independência americana em Washington, o terceiro presidente do Estados Unidos chamou a Declaração de “um instrumento prenhe do nosso próprio destino e do destino do mundo”. Lamentou que a doença o impedisse de se reunir “ao restante daquele grupo ilustre que se juntou a nós naquele dia, na ousada e incerta eleição que estávamos prestes a realizar por nosso país, entre a submissão e a espada”. Ele teria então: [...] desfrutado com eles o reconfortante fato de que nossos compatriotas, depois de meio século de experiência e prosperidade, continuam a aprovar a escolha que fizemos. Que isso seja, para o mundo – o que acredito que será (para algumas partes em breve, para outras, mais tarde, e finalmente para todas) –, o sinal para que homens inspiradores rompam os grilhões sob os quais a ignorância e a superstição monacais os têm persuadido a se restringir, e assumam as bênçãos e a segurança do autogoverno.
Thomas Jefferson apud ARMITAGE, David. Declaração de Independência: uma história global. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.7- 8.
Considerando o papel do referido documento na história global, o docente deve evidenciar que
A mulher ignóbil, a mulher pérfida, a mulher vil Macula o que é puro, rumina coisas ímpias, estraga as ações. A mulher é fera, seus pecados são como a areia. Não vou entretanto caluniar as boas a quem devo abençoar. Toda mulher se regozija de pensar no pecado e de vivê-lo. Nenhuma, por certo, é boa, se acontece no entanto que alguma seja boa. A mulher boa é coisa má, e quase não há nenhuma boa. A mulher é coisa má, coisa malmente carnal, carne toda inteira. Dedicada a perder, e nascida para enganar, perita em enganar. Abismo inaudito, a pior das víboras, bela podridão.
MORLAS, Bernad de. Apud DELUMEAU, Jean. História do medo no ocidente 1300-1800: uma cidade sitiada. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p.485-486.
Após ler o documento com a turma, a professora deve demonstrar que, na Idade Média, em geral,

Com base nas imagens e informações cedidas, o professor deve especificar que
A lei agrária nunca foi revogada, mas foi sendo modificada em etapas sucessivas. Apiano descreve brevemente três leis que lhe alteraram o alcance, demolindo a reforma agrária dos Graco. Os lotes distribuídos eram inalienáveis; esta precaução destinava-se a proteger a pequena propriedade. O primeiro passo contra a reforma foi abolir esse vínculo; os ricos puderam então expulsar os camponeses comprando seus pequenos lotes. Uma segunda lei proibiu novas distribuições de terras; a maior parte do ager publicus consistia de terras ocupadas e estas eram deixadas aos que detinham sua posse desde a lei de Tibério; mas os ocupantes ficavam obrigados a pagar um imposto cujo rendimento seria destinado às distribuições de trigo à plebe. Finalmente, o último passo: este imposto foi suprimido, declarando-se propriedade privada as terras já distribuídas e as ocupadas. Apenas as terras que não estavam ocupadas continuavam sendo consideradas ager publicus; este foi liberado para o uso como pastagem; com o tempo, provavelmente terminou sendo ilegalmente cercado e apropriado pelos ricos.
CORASSIM, Maria Luiza. A reação senatorial. In: A reforma agrária na Roma Antiga. São Paulo: Brasiliense, 1988. p. 73-74.
Considerando o texto e a finalidade da Lei Agrária, na antiguidade clássica, o professor explica aos alunos que os irmãos Graco