Questões de Concurso Comentadas sobre história geral em história

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Q2403225 História
O cinquecento refere-se a uma das fases do Renascimento, desenvolvida em determinada(s) localidade(s).

Costuma-se denominar cinquecento a(o)
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Q2403137 História
Texto II
A invenção chinesa que mais surpreendeu Marco Polo

[...] O veneziano Marco Polo se tornou um dos primeiros europeus a conhecer uma invenção que ainda é um dos fundamentos da economia moderna: o dinheiro de papel. Ele era feito de casca de amoreiras e continha um selo vermelho brilhante do imperador Kublai Khan, que estava no poder mongol durante as viagens do explorador. [...]

Cadê o ouro?
O explorador veneziano ficou mais fascinado com a genialidade do que com o sistema. Perguntava-se onde ficava o ouro que não estava circulando. A resposta? Sob rigoroso controle do imperador. 

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/geral-40850733. Adaptado.


A admiração do italiano Marco Polo com a invenção do governo de Kublai Khan, citada no Texto II, se justifica diante do contexto de 

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Q2400700 História
Um dos principais impactos da II Guerra Mundial para a Amazônia foi a assinatura dos chamados acordos de Washington que
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Q2394321 História
“...Os impérios desenvolveram um sistema de contagem e medição a fim de poder cobrar impostos dos seus súditos, organizar o plantio e a colheita, construir edificações, entre outras funções.” Os registros dos sistemas de escrita numérica mais antigos que se conhecem remontam a aproximadamente 3.500 a.C. A quais civilizações pertencem esses registros:
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Q2392948 História
Considere o excerto abaixo.

     “A expansão interna teve como fundamento e legitimação o chamado Destino Manifesto. A doutrina do Destino Manifesto, segundo o historiador Héctor Bruit, foi inspirada no darwinismo social, de autoria do filósofo inglês H. Spencer. É a seleção natural no interior das relações sociais, isto é, a sobrevivência do mais capaz, do mais rico que engole pela competição os mais fracos. O fracasso é o sinônimo de inferioridade e, claro, o sucesso significa superioridade[…] O Destino Manifesto popularizou-se rapidamente, defendendo a expansão territorial americana como um processo ilimitado, que não deveria parar na Califórnia, mas dar a volta ao mundo.”
Koshiba, Luiz et al. Américas: uma introdução histórica. São Paulo: Atual, 1992.

O excerto faz menção ao Destino Manifesto, expressão criada pelo jornalista Jonh Louis O'Sullivan, em 1845. Essa expressão está diretamente relacionada à formação do território norte-americano e ao movimento conhecido como 
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Q2392856 História
A supremacia econômica e militar dos países capitalistas há muito não era seriamente ameaçada, mas não houvera nenhuma tentativa sistemática de traduzi-la em conquista formal, anexação e administração entre o final do século XVIII e o último quartel do XIX. Isto se deu entre 1880 e 1914, e a maior parte do mundo, à exceção da Europa e das Américas, foi formalmente dividida em territórios sob governo direto ou sob dominação política indireta de um ou outro Estado de um pequeno grupo: principalmente GrãBretanha, França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica, EUA e Japão.

(Eric Hobsbawm. A Era dos Impérios: 1875-1914, p. 88)

Entre os eventos intimamente relacionados ao processo histórico descrito, encontra-se
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Q2392853 História
O desabrochar da consciência histórica, no decorrer dos séculos XVII e XVIII, será o fato de natureza intelectual condicionante do início do desenvolvimento dos direitos humanos e da própria ideia de revolução. Sem ela, a moderna noção de igualdade dos cidadãos diante do Estado – primeiro passo dado no longo processo de afirmação da era dos direitos – não teria sido imposta no bojo das revoluções liberais burguesas.

(Marco Mondaini, Direitos Humanos, In Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de História, 2009)

Acerca da mudança intelectual discutida no trecho, é cor reto afirmar que 
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Q2392848 História
Considere os trechos I e II.

TRECHO I

O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos.
Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado


TRECHO II

A Constituição revolucionária francesa de 1791 estabeleceu a monarquia constitucional e consagrou a divisão de poderes – Executivo, Legislativo, Judiciário. Porém, (...) estabeleceu que, para ser eleitor e elegível, o indivíduo deveria possuir uma renda bastante alta, o que excluía dessa condição pessoas de vida modesta.

KOSHIBA, Luiz. História, origens, estruturas e processos. São Paulo: Atual, 2000, p. 324


O trecho II indica uma transformação das estruturas político-sociais na transição para o mundo contemporâneo em relação ao texto I 
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Q2392847 História
“Com Clístenes o ideal igualitário, ao mesmo tempo que se exprime no conceito abstrato de isonomia, liga-se diretamente à realidade política; inspira uma transformação completa das instituições. O mundo das relações sociais forma, então, um sistema coerente, regulado por relações e correspondências numéricas que permitem aos cidadãos manter-se idênticos, entrar uns com os outros nas relações de igualdade, de simetria, de reciprocidade, compor todos em conjunto um cosmos unido”.

VERNANT, Jean Pierre; As Origens do Pensamento Grego; Difel: Rio de Janeiro, 2002.


O sistema político descrito no texto acima foi instituído na Grécia Antiga em função 
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Q2392844 História
Na segunda metade do século XIX, percebemos a tentativa do governo imperial em modernizar o Brasil. Essa tentativa surgiu a partir da necessidade de colocar a recém-criada nação à altura das nações europeias, ditas civilizadas. No entanto, um grande obstáculo se pôs nesse caminho, já que o Brasil ainda concentrava a maior parte de suas riquezas na área rural, o que fazia dos grandes latifundiários os donos do poder, também, possuía a grande maioria da população de escravos e homens livres e pobres. Diante da imposição do novo sistema métrico decimal, vários grupos de homens livres e pobres se levantaram contra o governo imperial. Este artigo discute não apenas as causas das revoltas, mas também sua importância como manifestação popular contra as instituições governamentais, seus aspectos econômicos e sociais no meio rural nas últimas décadas do império.

(www.encontro2012.rj.anpuh.org)


O texto faz referência à Revolta 
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Q2392843 História
Talvez o mais estranho, na democracia antiga, fosse que nela mal havia eleição. Na verdade, não havia cargos fixos, ou eles eram poucos. Havia encargos. Uma assembleia tomava uma decisão; era preciso aplicá-la; então se incumbia disso um grupo de pessoas. Mas estas não eram eleitas, e sim sorteadas.

(Renato Janine Ribeiro, A Democracia. PubliFolha. São Paulo, 3.a edição 2008)

O que explica a prática do sorteio na democracia antiga é o princípio da
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Q2392841 História

Em História, os estudos sobre o cotidiano têm, nas últimas décadas, ocupado espaços cada vez mais importantes, pois 

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Q2392840 História
O famoso breviário de Langlois e Seignobos começava com uma definição simples, concisa e direta: “Documentos são os traços que deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado”, mas terminava com uma afirmação restritiva: “A História não é mais do que uma aplicação dos documentos.” (...) A última afirmação supunha uma não explicada teoria do conhecimento que mantinha o sujeito cognitivo (o historiador) como neutro e ausente (...)

(Saliba, E. T. Aventuras modernas e desventuras pós-modernas. In: Pinsky, C. B.; Luca, T. R. de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 312)


Os autores apontados são vinculados à corrente historiográfica
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Q2392835 História
Muitas pessoas e mesmo, parece, certos autores de manuais fazem uma imagem surpreendentemente cândida da marcha de nosso trabalho. No princípio, diriam de bom grado, eram os documentos. O historiador os reúne, lê, empenha-se em avaliar sua autenticidade. Depois do que, e somente depois, os põe para funcionar... Uma infelicidade apenas: nenhum historiador, jamais, procedeu assim. Mesmo quando, eventualmente, imagina fazê-lo.

(Marc Bloch. Apologia da história ou o ofício do historiador)


Conforme o texto e os conhecimentos historiográficos, a visão de Marc Bloch considera que
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Q2373024 História
A professora almeja compreender a África a partir do imaginário europeu ocidental, representada nos relatos de viajantes portugueses na época Moderna, contidos nos documentos a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



Com base nos relatos, a professora deverá expor que a leitura europeia sobre a África foi
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Q2373022 História
O professor pretende discutir com a turma os significados do documento símbolo da autonomia estadunidense, a Declaração de Independência de 1776. Para tanto, disponibiliza o seguinte fragmento textual:


Na última carta pública que escreveu antes de sua morte em 1826, Thomas Jefferson apresentou uma visão ampla da Declaração de Independência, documento que ele havia redigido meio século antes. Ao recusar o convite para comparecer à comemoração do quinquagésimo aniversário da independência americana em Washington, o terceiro presidente do Estados Unidos chamou a Declaração de “um instrumento prenhe do nosso próprio destino e do destino do mundo”. Lamentou que a doença o impedisse de se reunir “ao restante daquele grupo ilustre que se juntou a nós naquele dia, na ousada e incerta eleição que estávamos prestes a realizar por nosso país, entre a submissão e a espada”. Ele teria então: [...] desfrutado com eles o reconfortante fato de que nossos compatriotas, depois de meio século de experiência e prosperidade, continuam a aprovar a escolha que fizemos. Que isso seja, para o mundo – o que acredito que será (para algumas partes em breve, para outras, mais tarde, e finalmente para todas) –, o sinal para que homens inspiradores rompam os grilhões sob os quais a ignorância e a superstição monacais os têm persuadido a se restringir, e assumam as bênçãos e a segurança do autogoverno.
Thomas Jefferson apud ARMITAGE, David. Declaração de Independência: uma história global. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.7- 8.

Considerando o papel do referido documento na história global, o docente deve evidenciar que
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Q2373020 História
Uma professora da escola básica pretende discutir com seus alunos o papel da mulher no período medieval. Para trabalhar a temática, a professora apresentou para a turma um poema redigido no século XII por Bemard de Morlas, um monge de Cluny (ordem religiosa surgida na cidade francesa de Cluny e vinculada a Ordem de São Bento). Avalie a seguir o poema utilizado pela professora.

A mulher ignóbil, a mulher pérfida, a mulher vil Macula o que é puro, rumina coisas ímpias, estraga as ações. A mulher é fera, seus pecados são como a areia. Não vou entretanto caluniar as boas a quem devo abençoar. Toda mulher se regozija de pensar no pecado e de vivê-lo. Nenhuma, por certo, é boa, se acontece no entanto que alguma seja boa. A mulher boa é coisa má, e quase não há nenhuma boa. A mulher é coisa má, coisa malmente carnal, carne toda inteira. Dedicada a perder, e nascida para enganar, perita em enganar. Abismo inaudito, a pior das víboras, bela podridão.

MORLAS, Bernad de. Apud DELUMEAU, Jean. História do medo no ocidente 1300-1800: uma cidade sitiada. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p.485-486.


Após ler o documento com a turma, a professora deve demonstrar que, na Idade Média, em geral, 
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Q2373017 História
O professor objetiva analisar, historicamente, a experiência humana nas cidades. Para tanto, recorre ao uso de desenhos da polis grega antiga e seus significados, apresentados a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas imagens e informações cedidas, o professor deve especificar que
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Q2373013 História
Um professor da escola básica propõe à turma estudar os usos da terra em diferentes tempos e espaços, optando por iniciar a discussão pela antiguidade clássica, a partir da leitura do texto a seguir. 

         A lei agrária nunca foi revogada, mas foi sendo modificada em etapas sucessivas. Apiano descreve brevemente três leis que lhe alteraram o alcance, demolindo a reforma agrária dos Graco.     Os lotes distribuídos eram inalienáveis; esta precaução destinava-se a proteger a pequena propriedade. O primeiro passo contra a reforma foi abolir esse vínculo; os ricos puderam então expulsar os camponeses comprando seus pequenos lotes. Uma segunda lei proibiu novas distribuições de terras; a maior parte do ager publicus consistia de terras ocupadas e estas eram deixadas aos que detinham sua posse desde a lei de Tibério; mas os ocupantes ficavam obrigados a pagar um imposto cujo rendimento seria destinado às distribuições de trigo à plebe. Finalmente, o último passo: este imposto foi suprimido, declarando-se propriedade privada as terras já distribuídas e as ocupadas.         Apenas as terras que não estavam ocupadas continuavam sendo consideradas ager publicus; este foi liberado para o uso como pastagem; com o tempo, provavelmente terminou sendo ilegalmente cercado e apropriado pelos ricos.
CORASSIM, Maria Luiza. A reação senatorial. In: A reforma agrária na Roma Antiga. São Paulo: Brasiliense, 1988. p. 73-74.

Considerando o texto e a finalidade da Lei Agrária, na antiguidade clássica, o professor explica aos alunos que os irmãos Graco
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Respostas
3641: C
3642: D
3643: C
3644: A
3645: B
3646: C
3647: D
3648: D
3649: B
3650: D
3651: C
3652: D
3653: D
3654: A
3655: A
3656: B
3657: B
3658: D
3659: D
3660: C