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No Brasil, governo resolveu por colocar em isolamento sujeitos vistos como elementos nocivos que poderiam contaminar o restante da população com suas ideias. No Pará, a colônia japonesa na cidade de Tomé-Açu, que anteriormente abrigava trabalhadores, passou a circunscrever uma área de reclusão de suspeitos de espionagem. Além dos nipônicos, ainda foram endereçados a estes campos italianos e alemães. Segundo o jornal O Estado do Pará, era destinada aos “eixistas nocivos à segurança nacional (...) sob direção fecunda do capitão João Evangelista Filho”.
ALMEIDA, Tunai Rehm Costa de; COSTA, Edivando da Silva. “Em defesa do meu nome”: o caso dos alemães e a representação do nazismo em Belém, durante a Segunda Guerra Mundial. Revista Maracanan, Rio de Janeiro, n. 30, p. 90-110, maio/ago. 2022.
Os ditos “eixistas” em questão, então perseguidos por autoridades do Estado brasileiro, estavam sendo acusados de serem
(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
De acordo com as autoras, o movimento abordado no excerto colocou em pauta
(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
Nesse contexto, os paulistas retomaram o caminho do sertão e disso decorreu
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
De acordo com Boris Fausto, diante da impossibilidade de ignorar a elite paulista, em agosto de 1933, Getúlio Vargas
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Uma explicação apresentada por Boris Fausto para o fato de o Brasil ter mantido a unidade territorial, desde os tempos da Colônia, vem da obra de José Murilo de Carvalho. Este considera que
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Para Fausto, a hipótese mais provável para explicar esse fenômeno encontra-se
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.)
Os números apresentados por Alencastro demonstram que
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Munanga e Gomes, comparando os quilombos africanos e brasileiros, consideram que os segundos
Alguns fatores contribuíram e ainda contribuem para que tal equívoco persista entre nós.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Na obra citada, um desses fatores se refere
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)
Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)
A tese do autor é de que a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social que englobava
A revolta anti-holandesa nordestina se apresenta como um levante promovido por um bando de caloteiros. Disse-o ali na bucha o padre Antônio Vieira, num parecer encomendado pela Coroa em 1648: “Os principais moradores que moveram a guerra contra a Companhia das Índias Ocidentais em Pernambuco foi porque tinham tomado muito dinheiro aos holandeses, e não puderam, ou não quiseram, pagar”.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)
O problema do endividamento dos senhores de engenho esteve relacionado
A ruptura de 1808 não será tão radical como se tem dito e escrito: ainda se movia no oceano o braço brasilianizado do sistema colonial: a rede de importação de mão-de-obra cativa, o tráfico negreiro. Depois de 1850, o mercado de trabalho nacional continua dependente, nos seus setores dinâmicos, do trato de imigrantes europeus, levantinos e asiáticos. Só nos anos 1930-40 a reprodução ampliada de força de trabalho passa a ocorrer inteiramente no interior do território nacional. Essa é a variável de longa duração que apreende a formação do Brasil nos seus prolongamentos internos e externos.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)
O autor relativiza a ruptura de 1808, pois depois da abertura dos portos o Brasil
Uma das medidas mais controvertidas da administração pombalina foi a expulsão dos jesuítas de Portugal e seus domínios, com confisco de bens (1759).
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
Essa medida pode ser compreendida no quadro dos objetivos de
Um dos aspectos mais coerentes do governo Vargas foi a política trabalhista. Entre 1930 e 1945, ela passou por várias fases, mas desde logo se apresentou como inovadora em relação ao período anterior.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
Para Fausto, a política trabalhista de Vargas teve como objetivos principais
O período do chamado “milagre” estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação. O PIB cresceu na média anual, 11,2%, tendo seu pico em 1973, com uma variação de 13%. A inflação média anual não passou de 18%. Isso parecia de fato um milagre. Quais eram os pontos fracos do “milagre”? Devemos distinguir entre pontos vulneráveis e pontos negativos.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2015. Adaptado)
Para Fausto, entre os aspectos negativos do milagre, é possível destacar a