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Assinale com V (verdadeiro) ou com F (falso) as seguintes afirmações, a respeito da história do Brasil colonial.
( ) Inseridas na lógica do sistema capitalista global, as elites mercantis locais não criaram mecanismos de acumulação de capitais, sendo todo o excedente econômico exportado para a metrópole segundo os critérios do "pacto colonial".
( ) As elites coloniais brasileiras desempenharam um papel secundário na administração pública, pois foi vetado a elas o acesso aos ofícios e cargos que eram exclusivos aos portugueses enviados da metrópole.
( ) Distante da ideia de um Estado absolutista centralizador, a atuação colonial do Império ultramarino português foi marcada pela multiplicidade, por vezes contraditória, de instâncias administrativas, divididas espacial e setorialmente.
( ) Na dinâmica administrativa portuguesa, além da circulação de colonos e de mercadorias, constata-se a circulação de indivíduos ocupados com cargos de governança, como governadores que, não raro, atuaram em mais de uma região colonial.
A sequência correta de preenchimento dos
parênteses, de cima para baixo, é
Entre os destaques do bando de Lampião estava Cristiano Gomes da Silva Cleto. Este alagoano, entre tantas histórias nas lutas, sequestrou Sérgia Ribeiro da Silva, quando ela possuía apenas 13 anos de idade. A relação entre os dois, que foi inicialmente violenta, tomou contornos de empatia e, mais tarde, se transformou em um dos mais conhecidos relacionamentos amorosos da história brasileira. A convivência do casal durou muitos anos, tiveram sete filhos e ambos lutaram juntos no bando de Lampião. A convivência entre o casal só teve fim em 1940, com o assassinato de Cristiano.
O casal em destaque no texto ficou historicamente
conhecido como:
Os primeiros anos de redemocratização, após 1985, foram marcados, no campo econômico, pela estabilidade e pelo controle da inflação; na política, a instabilidade adveio da ação guerrilheira, que se recusava a depor armas.
Eleito pelo voto direto da população brasileira, Tancredo Neves assumiu a Presidência da República prometendo conduzir o país a um novo estágio de desenvolvimento, com a democracia e a plena cidadania; a morte, contudo, abreviou o fim de seu governo, completado pelo vice-presidente José Sarney.
Em dezembro de 1968, o regime militar aprofundou radicalmente seu caráter ditatorial: a edição do AI-5 suspendeu as garantias individuais, atacou a imunidade parlamentar, cerceou o Poder Judiciário e superdimensionou o poderio do Poder Executivo.
A coesão das forças militares, encabeçadas pelo Exército, explica a fácil vitória dos que se opunham ao reformismo de João Goulart, a despeito da falta de apoio de setores poderosos da sociedade civil, como o empresarial, o político e o religioso, aos protagonistas do golpe de 1964.
A renúncia de Jânio Quadros mergulhou o país em grave crise política, com risco real de guerra civil, situação contornada com a solução política materializada na adoção de um parlamentarismo de ocasião, o que possibilitou a posse de João Goulart na Presidência da República com poderes limitados.
A redemocratização que o Brasil conheceu após a queda da ditadura getulista incorporou rapidamente ao universo político as massas populares que, egressas do campo, aumentavam exponencialmente a população urbana; provas disso foram a universalização do acesso ao ensino primário e a extensão do direito de voto aos analfabetos.
Eleições fraudadas, voto a descoberto e reduzido número de eleitores, além do vasto domínio dos grupos oligárquicos em seus respectivos estados, de que o coronelismo foi símbolo, foram aspectos marcantes da primeira fase da experiência republicana brasileira, contra a qual se voltou a Revolução de 1930.
Sob o Estado Novo de Getúlio Vargas, os direitos civis e políticos praticamente desapareceram, subjugados pelo caráter ditatorial do regime; todavia, foi nesse contexto que os direitos sociais ganharam relevância, especialmente com o advento de ampla legislação trabalhista.
A extinção do trabalho escravo no Brasil, ao final do Império, deve ser entendida como autêntica revolução social: a um só tempo, ela impulsionou a economia de mercado mediante a expansão do trabalho assalariado e incorporou os milhares de antigos escravos à plena cidadania.
Mais que gesto meramente simbólico, o grito do Ipiranga, proclamado a sete de setembro de 1822, anunciou o nascimento do Estado nacional brasileiro, que rompeu com as estruturas básicas sobre as quais se assentaram mais de três séculos de colonização estruturada no latifúndio, na monocultura e na escravidão.