Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

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Q480504 História
Houve um momento da história do Brasil Império em que a unidade territorial do Brasil sofreu sérias ameaças. Nesse momento, os debates políticos giravam em torno de temas como: a centralização ou descentralização do poder; o grau adequado de autonomia de que deveriam gozar as províncias; o modelo mais adequado de organização das Forças Armadas. A alternativa que traz a denominação correta do período em referência é:
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Q480500 História
Durante a Primeira República (1889-1930), mais precisamente em 1906, foi firmado um acordo no qual os governadores de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estabeleceram diretrizes, objetivando conservar a estabilidade dos preços do café no mercado internacional, graças à compra do café excedente dos latifundiários realizada pelo governo. Esse acordo, que denota o poder político e econômico dos cafeicultores paulistas durante a primeira experiência republicana brasileira, ficou conhecido como:
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Q480497 História
Com relação aos efeitos de médio e longo prazo da chamada Crise do Petróleo, ocorrida a partir de 1973, podemos afirmar:
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Q480496 História
Sérgio Buarque de Holanda, em seu clássico Raízes do Brasil, aborda, dentre outros temas relevantes, a questão da radical incompatibilidade entre as formas copiadas de nações socialmente avançadas, de um lado, e o patriarcalismo e os personalismos fixados entre nós por uma tradição de origens seculares. O nome empreendedor pioneiro que, na segunda metade do século XIX, tentou desenvolver uma série de atividades econômicas modernizadoras, mas acabou sendo malogrado devido a incompatilidade ressaltada por Sérgio Buarque de Holanda, é:
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Q480494 História
Após a renúncia de Jânio, com a posse de João Goulart, em 7 de setembro de 1961, o passado varguista parece, de alguma forma, retornar. As rupturas com o projeto nacional-estatista, ligado a Vargas, efetuadas pelo modelo desenvolvimentista de JK, parecem voltar um pouco atrás no imaginário político de setores populares urbanos e rurais. O tema que revela privilegiadamente as mudanças de rumo trazidas pelo PTB para a agenda dos trabalhadores é conhecido pelo nome genérico de:
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Q480490 História
Durante o período colonial, o modelo escravista predominou como forma hegemônica nas relações sociais de produção do Brasil. Quanto ao emprego da violência, durante a escravidão colonial no Brasil, a assertiva correta é:
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Q480489 História
Pouco antes do Golpe Civil-Militar de 1964, o Congresso Nacional rejeitou a emenda constitucional que autorizava a desapropriação de terras sem prévia indenização (1963). Neste contexto, o movimento das Ligas Camponesas e a sindicalização dos trabalhadores rurais ganhavam mais ímpeto. O comentário correto sobre as formas de enfrentamento social dos movimentos sociais campesinos do início dos anos 60 é:
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Q478151 História
Durante aRepública Velha, São Paulo eMinasGerais eram os estados mais ricos da nação e, dessa forma, eram locais onde se concentravam poderosas oligarquias. Além disso, por serem estados mais populosos, tinham o maior número de representantes no Congresso Nacional. Graças a políticas dos Governadores, esses estados dominavam tanto o Poder Legislativo quanto as eleições presidenciais. Até 1930, a maioria dos presidentes eleitos da República foram indicados por São Paulo e Minas Gerais. (ORDOÑEZ,Marlene &MACHADO).

A característica do período descrito no fragmento ficou conhecida como:
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Q475879 História
“Muita gente que se interessa pela saga da escravidão no Brasil acaba esbarrando em textos que defendem que os cativos, de modo geral, eram passivos, falavam a mesma língua e tinham a mesma crença”.

Revista de História da Biblioteca Nacional (Publicado em05/10/2011).

O ensino da história do Brasil, emespecial, da história e cultura afrodescendente, deve perpassar, entre outros fatores, pela importância do negro na luta pela liberdade. O movimento de negros islamizados que lutaram por sua liberdade, na cidade de Salvador, em 1835 é denominado:
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Q475877 História
A história do Brasil é recheada de exemplos de apropriação e transformação da natureza pelo homem. A construção da Rodovia Transamazônica teve, por pretexto, a tentativa de integração nacional e a criação de um espaço para o desenvolvimento do nordeste. A construção dessa rodovia iniciou-se no período de governo conhecido por:
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Q468958 História
Segundo os estudos sobre a etnia brasileira o “Cafuzo” corresponde a:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458693 História
Assinale a alternativa que diz respeito às motivações para que a chamada Coluna Prestes percorresse quase de 25 mil quilômetros pelo interior do Brasil.
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458689 História
O Manifesto Antropofágico, escrito por Oswald de Andrade, publicado em maio de 1928, representa a continuidade do Movimento Modernista, iniciado no início da década de 1920. Esse movimento configurou-se como fundamental para a história e para arte brasileira. Sobre as propostas do Manifesto Antropofágico, leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

I. A retomada de costumes indígenas, em que o canibalismo era essencial para a formação de uma identidade genuinamente brasileira, livre de influências de outrem;
II. Ironizar costumes indígenas, tido como selvagem, por uma forma misturada e brasileira de composição da arte, fundamentada pela apropriação teórica marxista da história e da arte surrealista;
III. Retomada do fundamento antropofágico, no sentido de apropriação do outro, de elementos culturais, das técnicas importadas como surrealismo, para reelaborando-as com autonomia autoral;
IV. Entre as diversas influências filosóficas, o materialismo histórico e a psicanálise freudiana, destacam-se.

É correto o que se afirma em:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458684 História
O processo de abolição do sistema escravista no Brasil não pode ser reduzido a Lei Áurea, promulgada pela princesa Isabel, aos 13 de maio de 1888. A complexidade dos acontecimentos históricos devem ser analisados e comparados. Como exemplo podemos pensar em revoltas de escravos e mesmo na extinção da escravidão na província do Ceará, em 1884, em contraste com a posição de fazendeiros e comerciantes na Bahia do mesmo período. Emilia Viotti da Costa (1982) destaca uma petição do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, encaminhada à Câmara dos Deputados em 14 junho de 1884, argumentando contra a extinção do sistema escravista, sendo o escravo: “Mais do que um bem patrimonial, mais do que um elemento da fortuna privada, o escravo é uma instituição social, é uma força de produção e da riqueza nacional, enfim. A lavoura e o comercio dessa província não são escravagista, como ninguém o é no século em que vivemos. Mas a escravidão tendo entrado em nossos costumes, em nossos hábitos, em toda a vida social e política, acha-se por tal forma a ela vinculada que extingui-la de momento será comprometer a vida nacional, perturbar a sua economia interna, lançar esta na indigência, na senda do crime e no precipício de uma ruína incontável.”
Dentre os argumentos elencados na petição citada, indique quais podem ser aproximados entre as preocupações do movimento abolicionista liberal e os defensores do sistema escravista, frente à extinção da escravidão.
I. Preocupação comum entre escravistas e abolicionistas liberais era o fato de entender o escravo como bem patrimonial, elemento fundamental do direito de propriedade privada;
II. O entendimento do qual, no século XIX, ninguém era escravagista, especialmente na Bahia;
III. Preocupação com o efeito da libertação, já que essa atitude política poderia levar os escravos libertos à pobreza, comprometendo ainda a economia interna do país.

A(s) sentença(s) que aproxima(m) preocupação comum entre escravistas e abolicionistas liberais são:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458683 História
A Revolta dos Malês, em 1835, foi um movimento:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458682 História
Leia o trecho destacado do documento proposto a Manuel da Silva Ferreira pelos seus escravos no Engenho Santana, em Ilheus, Bahia, por volta de 1789, e assinale a alternativa correta:

“Meu Senhor, nós queremos paz e não queremos guerra; se meu senhor também quiser nossa paz há de ser nessa conformidade, se quiser estar pelo que nós quisermos, a saber. Em cada semana nos há de dar os dias de sexta-feira e de sábado para trabalharmos para nós, não tirando um destes dias por causa de dia santo. Para podermos viver nos há de dar rede, tarrafa e canoas. Não nos há de obrigar a fazer camboas, nem a mariscar, e quando quiser fazer camboas e mariscar mande os seus pretos Minas. Faça uma barca grande para quando for para Bahia, nós metermos as nossas cargas para não pagarmos fretes.(...) A tarefa de cana há de ser de cinco mãos, e não de seis, e a dez canas em cada feixe.(...) Os atuais feitores não os queremos, faça a eleição de outros com a nossa aprovação.(...) Os marinheiros que andam na lancha além de camisa de baeta que se lhe dá, hão de ter gibão de baeta, e todo vestuário necessário. O canavial do Jabirú o iremos aproveitar por esta vez, e depois há de ficar para pasto porque não podemos andar tirando canas por entre mangues. Poderemos plantar nosso arroz onde quisermos, e em qualquer brejo, sem que para isso peçamos licença, e poderemos cada um tirar jacarandás ou qualquer pau sem darmos parte para isso. A estar por todos os artigos acima, e conceder-nos estar sempre de posse da ferramenta, estamos prontos para o servirmos como dantes, porque não queremos seguir os maus costumes dos demais Engenhos. Poderemos brincar, folgar, e cantar em todos os tempos que quisermos sem que nos impeça e nem seja preciso licença.”
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458681 História
A estratégia analítica de Edgard de Decca (1992) para pensar a memória histórica, elaborada nos enunciados dos discursos políticos, como na assim chamada “Revolução de 1930”, consolidada por certa prática historiográfica, legitimadora desse processos históricos como revolucionário é problematizada pelo autor. Em suas palavras: “Esse discurso como exercício efetivo do poder político, além de periodizar a história, define o lugar onde ela deve ser lida - o passado memorizado como domínio das oligarquias e o presente como uma revolução sem prazo para acabar. (...) Como discurso do exercício do poder, a Revolução de 1930 oculta o percurso das classes sociais em conflito, não apenas anulando a existência de determinados agentes, mas, principalmente, definindo enfaticamente o lugar da história para todos os agentes sociais. (...)” (1992:72)
Na configuração do “Discurso do Poder”, segundo Decca(1992), assinale a alternativa que apresenta quem teve o seu percurso ocultado e mostra como foi interpretada a etapa histórica anterior a “Revolução de 1930”:
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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458678 História
Tempo e temporalidade são consideradas categorias centrais para o conhecimento histórico, segundo as Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006):

I. É fundamental levar o aluno a perceber as diversas temporalidades no decorrer da História e sua importância nas formas de organizações sociais e de conflitos;
II. Tempo e temporalidade representam um conjunto complexo de vivências humanas, produto cultural forjado pelas necessidades concretas das sociedades historicamente situadas;
III. Importante ressaltar as periodizações dos calendários e das contagens dos tempos como foram sendo historicamente construídos para que o aluno elabore, de forma problematizada, seus próprios pontos de referência como marcos para as explicações de sua própria história de vida, assim como da história dos homens em geral.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458677 História
A utilização de múltiplos materiais para construção do conhecimento na disciplina de História coloca-nos um desafio em relação ao emprego, ou não, de gêneros literários como as histórias em quadrinhos. Existem algumas orientações pedagógicas e discussões teóricas sobre o tema, inclusive contidas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e nos PCN’s (Parâmetros Curriculares Nacionais), das quais destacamos:

I. Orienta-se, pedagogicamente, pelo afastamento do referido gênero literário, pois, o modo com o qual trata assuntos sérios pode causar prejuízo ao rendimento escolar;
II. O limite básico para o aproveitamento do gênero literário exposto, em sua utilização na sala de aula, é a criatividade do professor, e sua capacidade de bem utilizá-los para atingir seus objetivos de ensino;
III. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, estimulando capacidades cognitivas.
IV. A leitura de obras em quadrinhos demanda um processo complexo de domínio da linguagem escrita, com efeito, da apreensão da história e do contexto tratado, dificultando o processo cognitivo, por isso não devem ser utilizadas as histórias em quadrinhos para no ensino escolar.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: SEAP-DF Prova: IBFC - 2013 - SEAP-DF - Professor - História |
Q458676 História
Leia a análise abaixo e responda:

A disciplina de História, como componente curricular obrigatório, foi instituída no Brasil em 1837, no Colégio Dom Pedro II, Rio de Janeiro. Os conteúdos abordados no período focavam a formação da civilização ocidental, temas relacionados ao Brasil eram apenas um de seus apêndices. O quadro de professores para a disciplina começa a ser formado um ano depois por membros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB. Estes vão ensinar História orientados pelo entendimento da História seqüencial e cronológica, além da emergência da construção identitária nacional, caracterizada pelo viés político-romantizada, encabeçado pela função da disciplina em formar moral e civicamente os alunos. De maneira semelhante, após a década de 1930, durante o governo de Getulio Vargas, a disciplina continua tendo função cívica, explorando ainda mais a instrução nacionalista, destacando o desenvolvimento da história ocidental e de estados-nacão, estimulando alunos a decorar datas, fatos e nomes. Nos anos de 1960 a disciplina de História é suprimida do currículo escolar, é fundida com Geografia, passando a ser chamada de Estudos Sociais, mas a temática histórica continua sendo cronológica, ancorada também no desenvolvimento da sociedade ocidental, até o retorno da História como disciplina autônoma em meados de 1990. A observação dessa trajetória histórica da própria disciplina, pode contribuir para refletirmos sobre temáticas e métodos modernos de ensinar História, em que:
Alternativas
Respostas
7261: B
7262: E
7263: C
7264: B
7265: D
7266: B
7267: E
7268: D
7269: C
7270: D
7271: A
7272: C
7273: A
7274: C
7275: D
7276: C
7277: A
7278: A
7279: D
7280: C