Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

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Q2779101 História

Em 1824, o carmelita Frei Caneca, figura importante da Confederação do Equador, criticou a Constituição outorgada por D. Pedro I. Frei Caneca dizia que a mesma, além de oprimir a Nação brasileira, não lhe garantia a Independência, ameaçava sua integridade e atacava sua soberania, pois naquela havia um dispositivo, adotado das ideias do filósofo francês Benjamin Constant, considerado por Frei Caneca a chave-mestra da opressão. Identifique esse dispositivo nas alternativas a seguir:

Alternativas
Q2779100 História

Leia o texto a seguir:


“O sistema criado pela carta de 1824 e calcado sobre a tradição portuguesa assume caráter próximo à oligarquia que o imperador preside. A supremacia da coroa mitiga-se por órgãos de controle saídos das entranhas monárquicas, o Senado e o Conselho de Estado, e por via de um órgão dependente da eleição, a Câmara dos Deputados.” (Faoro, Raymundo. Os Donos do Poder. Rio de Janeiro, Ed. Globo, 1989,p.291).
Ao outorgar a constituição de 1824, D. Pedro I instituiu um modelo absolutista ao Brasil como o texto acima evidencia nas palavras do historiador Raymundo Faoro. O modelo político imposto por D. Pedro I ao Brasil através da Carta outorgada de 1824, permitiu:

Alternativas
Q2779099 História

“Eis que uma revolução, proclamando um governo absolutamente independente da sujeição a corte do Rio de Janeiro, rebentou em Pernambuco, em março de 1.817. É um assunto para o nosso ânimo tão pouco simpático que, se nos fora permitido [colocar] sobre ele um véu, o deixaríamos fora do quadro que nos propusemos tratar”.


O texto trata da Revolução pernambucana de 1.817. Com relação a esse acontecimento, é possível afirmar que os insurgentes

Alternativas
Q2777410 História

O período compreendido entre os anos de 1937 à 1945 da história Brasileira ficou conhecido como Estado Novo e foi marcado por um governo?

Alternativas
Q2777409 História

No ano de 1965 era editado o Ato Institucional nº02, em plena vigência do Regime Militar no Brasil e teve como uma de suas principais características?

Alternativas
Q2777401 História

A corte de portuguesa se instalou em terras Brasileiras no ano de?

Alternativas
Q2774200 História

Entre os políticos a seguir assinale o primeiro governador do Estado de Rondônia eleito por voto direto.

Alternativas
Q2771123 História

Assinale a alternativa que indica as principais atividades econômicas da região de Lages, no passado.

Alternativas
Q2769663 História

Em que ano ocorreram às eleições diretas no Brasil após ser estabelecida pela constituição de 1988?

Alternativas
Q2769662 História

Qual o nome do primeiro Presidente da República do Brasil?

Alternativas
Q2766795 História

A transição política para um governo civil, ao fim do regime militar brasileiro, foi marcada

Alternativas
Q2766793 História

O movimento modernista no Brasil contribuiu para as reflexões sobre a identidade nacional à medida em que

Alternativas
Q2766772 História

Envolvidos na questão agrária, proprietários de terras e trabalhadores rurais vêm movimentando a vida política do país há décadas. Durante o governo Sarney, ganhou grande destaque o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra − MST. Este movimento

Alternativas
Q2766770 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 35 e 36.


A Constituição de 1824 procurou garantir a liberdade individual, liberdade econômica e assegurar, plenamente, o direito à propriedade.

Para os homens que fizeram a independência, gente educada à moda européia e representante das categorias dominantes, os direitos a propriedade, liberdade e segurança garantidos pela Constituição eram bem reais. Não importava a essa elite se a maioria da nação era composta de uma massa humana para a qual os direitos constitucionais não tinham a menor validade.

A Constituição afirmava a liberdade e a igualdade de todos perante a lei, mas a maioria da população permanecia escrava. Garantia-se o direito à propriedade, mas 95% da população, quando não eram escravos, compunham-se de ‘moradores’ de fazenda, em terras alheias [...] garantia-se a segurança individual, mas podia-se matar um homem sem punições. Aboliam-se as torturas, mas nas senzalas os instrumentos de castigo, o tronco, gargalheira e o açoite continuavam sendo usados, e o senhor era o supremo juiz da vida e da morte de seus homens. [...]


(Adaptado de: COSTA, Emília Viotti da. Introdução ao estudo da emancipação política. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org,). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1978, p. 123-4)

Pode ser associada corretamente à Constituição de 1824 que o texto se refere:

Alternativas
Q2766768 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 35 e 36.


A Constituição de 1824 procurou garantir a liberdade individual, liberdade econômica e assegurar, plenamente, o direito à propriedade.

Para os homens que fizeram a independência, gente educada à moda européia e representante das categorias dominantes, os direitos a propriedade, liberdade e segurança garantidos pela Constituição eram bem reais. Não importava a essa elite se a maioria da nação era composta de uma massa humana para a qual os direitos constitucionais não tinham a menor validade.

A Constituição afirmava a liberdade e a igualdade de todos perante a lei, mas a maioria da população permanecia escrava. Garantia-se o direito à propriedade, mas 95% da população, quando não eram escravos, compunham-se de ‘moradores’ de fazenda, em terras alheias [...] garantia-se a segurança individual, mas podia-se matar um homem sem punições. Aboliam-se as torturas, mas nas senzalas os instrumentos de castigo, o tronco, gargalheira e o açoite continuavam sendo usados, e o senhor era o supremo juiz da vida e da morte de seus homens. [...]


(Adaptado de: COSTA, Emília Viotti da. Introdução ao estudo da emancipação política. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org,). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1978, p. 123-4)

Segundo o texto, no Brasil, a elite intelectual do império, porta voz das categorias dominantes,

Alternativas
Q2766762 História

Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 32 e 33.


[...] Gerações inteiras se criaram à sombra de batalhas nucleares globais que, acreditava-se firmemente, podiam estourar a qualquer momento e devastar a humanidade. Na verdade, mesmo os que não acreditavam que qualquer um dos lados pretendia atacar o outro achavam difícil não ser pessimista, pois a Lei de Murphy é uma das mais poderosas generalizações sobre as questões humanas (Se algo pode dar errado, mais cedo ou mais tarde vai dar). À medida que o tempo passava, mais e mais coisas podiam dar errado, política e tecnologicamente, num confronto nuclear permanente baseado na suposição de que só o medo da “destruição mútua inevitável” (adequadamente expresso na sigla MAD, das iniciai expressas em inglês – mutually assured destruction) impediria um lado ou outro de dar o sempre pronto sinal para o planejado suicídio da civilização, não aconteceu, mas cerca de quarenta anos pareceu uma possibilidade diária.


(HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX. Trad, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 224)

No Brasil, no período que o texto identifica,

Alternativas
Q2762036 História

No decorrer da história, o Município de São Sebastião da Boa Vista – PA foi caracterizado como a “Veneza do Marajo”.


Qual a alternativa correta que confirma essa característica?

Alternativas
Q2758511 História

Leia os fragmentos a seguir.

Chefes altamente qualificados do Movimento de Março de 64 preferem chamá-lo contrarrevolução. Com efeito, houve uma reação ao rumo desordenado e ameaçador que a Nação tomava sob João Goulart. […] O “esquerdismo” teria sido, ao contrário de outras supostas causas, o cimento que unificou as diversas correntes de pensamento brasileiro, refletidas nas Forças Armadas, desde o liberalismo clássico, ao neoconservadorismo e ao reformismo. Março de 64 é, pois, uma resposta e não um projeto autônomo. Por isso, foi feito em nome do Anti: anticomunismo, antipeleguismo, anticorrupção.

FOLHA DE S. PAULO. Jarbas Passarinho, Dezoito anos depois. Opinião, p. 3,

31/03/1982. Disponível em: < http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/31/2/ >.

Acesso em: 3 maio de 2016. [Adaptado].


Com efeito, o governo de Jango não caiu por seus defeitos, ele foi derrubado por suas virtudes. Essencialmente porque representava uma ameaça inadmissível para as classes dominantes. Quem viveu aqueles últimos meses de tensão recordará tanto a animosidade e o ódio que se alastraram por toda a casta de privilegiados contra o governo nacionalista e sindicalista, como o entusiástico apoio popular ao governo trabalhista e reformista.

FOLHA DE S. PAULO. Darcy Ribeiro, 1964: um testemunho. Opinião, p. 3,

30/03/1982). Disponível em:< http://acervo.folha.uol.com.br/fsp/1982/03/30/2/>.

Acesso em: 3 maio 2016. [Adaptado].


Os dois fragmentos foram extraídos de textos publicados no jornal Folha de S. Paulo quando se completavam dezoito anos do Golpe Militar de 1964. Embora apresentem perspectivas diferentes, ambos os autores dos textos compreendem que a motivação do Golpe se relacionava a uma reação

Alternativas
Q2758510 História

Leia o fragmento a seguir.

Em 1937, houve o golpe que implantou o Estado Novo; ele fora cuidadosamente preparado, pois Vargas fizera aprovar previamente, pelo Congresso Nacional, inúmeras medidas repressivas. A ditadura, de forte coloração fascista, inspirava-se nas doutrinas direitistas que grassavam pelo mundo, como em Portugal, Espanha, Itália e Polônia. Partidos dissolvidos, outorga de uma Constituição de molde fascista, censura, repressão policial, tortura e os demais ingredientes típicos das ditaduras.

FICO, Carlos. O Brasil no contexto da Guerra Fria: democracia, subdesenvolvimento e ideologia do planejamento 1946-1964. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta: a grande transação. São Paulo: Senac, 2000. p. 167. [Adaptado] .


O período referido no fragmento do texto de Carlos Fico caracterizou-se pela

Alternativas
Q2758506 História

Leia o fragmento a seguir.

Pedro Ludovico Teixeira começou a inscrever seu nome na história do Estado com a Revolução de 1930, quando ele e outros importantes líderes da oposição goiana uniram-se ao grupo de Getúlio Vargas e assumiram o poder em Goiás. Os chamados outubristas difundiram os ideais de progresso e desenvolvimento como contraponto ao período anterior a 1930, classificado como de atraso político, econômico e social de Goiás.

CUNHA, C. A. A herança modernizadora de Pedro Ludovico e a memória de seu grupo político. In: CHAUL, N. F.; DUARTE, L. S. História política de Goiás. Goiânia: UFG, 2009. p. 7. [Adaptado].

No contexto referido no fragmento, o processo de modernização em Goiás esteve diretamente vinculado à

Alternativas
Respostas
6461: C
6462: E
6463: D
6464: D
6465: A
6466: C
6467: C
6468: D
6469: C
6470: C
6471: D
6472: C
6473: A
6474: D
6475: E
6476: C
6477: B
6478: B
6479: A
6480: D