Questões de Concurso Comentadas sobre história do brasil em história

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Q1738358 História
A Conjuração Baiana é também chamada de Revolta dos Alfaiates, pois muitos destes profissionais participaram do movimento. A respeito da Conjuração Baiana, podemos afirmar que:
I. A Conjuração Baiana foi a mais ampla e popular das rebeliões coloniais brasileiras. II. Dela participaram padres, profissionais liberais (como médicos e advogados), alguns membros da elite intelectual e, sobretudo, pessoas dos grupos sociais mais pobres, como sapateiros, ex-escravos, soldados e vários alfaiates. III. Liderados por João de Deus, Manuel Faustino dos Santos, Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens, um grupo de populares passou a organizar a revolta. IV. No dia 12 de agosto de 1898, os organizadores da revolta espalharam cartazes pela cidade proclamando o início da rebelião.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1738354 História
Sobre o Brasil Republicano, considere “V” para afirmativa verdadeira e “F” para falsa e assinale a alternativa correta.
( ) Foi durante o governo de presidente paulista Rodrigues Alves (1902-1906) que a capital do país passou pela principal e mais dramática mudança em seu aspecto urbano. ( ) Em São Paulo, a riqueza do café transformava a cidade acanhada em uma grande e eclética metrópole. ( ) Nos sertões da Bahia, a população pobre passou a agrupar-se em torno de um beato, chamado Antônio Conselheiro. ( ) O coronelismo foi um traço caraterístico da política na Primeira República.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1735968 História
O movimento Integralista surgido no Brasil na década de 1930 se caracterizou como:
Alternativas
Q1735967 História
O chamado voto de cabresto, que marcou a política brasileira durante a chamada República Oligárquica consistia em:
Alternativas
Q1733440 História
)A Confederação do Equador foi um movimento de caráter separatista e republicano ocorrido na região Nordeste do Brasil em 1824. Com início em Pernambuco, o movimento teve participação das camadas urbanas, elites regionais e intelectuais, porém, contou com grande participação popular que foi um dos principais diferenciais deste movimento. Um conflito político foi o estopim da revolta, pois a elite de Pernambuco havia escolhido um governador para a referida província. Porém, em 1824, Dom Pedro I indicou um governador de sua confiança. Diante dos fatos, qual das alternativas abaixo, contempla o nome do governador indicado pela elite pernambucana e na sequencia o nome do governador indicado por Dom Pedro I?
Alternativas
Q1732527 História
“O abolicionismo foi um movimento político e ideológico que visava a abolição da escravatura e do comércio de escravos. Um dos grandes símbolos da Abolição da Escravatura no Brasil foi uma plantação de flores no Rio de Janeiro. Sendo assim, as flores subversivas viraram símbolo da causa, quem colocava _______ na lapela ou a cultivavam no jardim da casa confessava sua fé abolicionista.” (Adaptado de: http://www.primaveragarden.com.br/a-flor-subversiva)
Qual o nome da flor que esteve associada ao movimento abolicionista e que preenche corretamente a lacuna?
Alternativas
Q1732487 História
Em 1932, Getúlio Vargas instituiu um Código Eleitoral que introduzia, entre outras medidas, o:
Alternativas
Q1732484 História
Foi o Ato Constitucional decretado pelo Presidente Costa e Silva que previa, entre outras medidas, a suspensão dos direitos políticos e garantias constitucionais individuais:
Alternativas
Q1732483 História
Foi o Ato Institucional criado durante o mandato de Castelo Branco, onde os partidos políticos foram extintos e criados em seu lugar a Aliança Renovadora Nacional (ARENA) e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB):
Alternativas
Q1730160 História
Um acontecimento marcante na história do Segundo Reinado foi a Guerra do Paraguai, conflito travado entre 1864 e 1870. Nessa guerra, Brasil, Argentina e Uruguai, por meio da Tríplice Aliança, lutaram contra o Paraguai, governado nessa época por:
Alternativas
Q1730088 História
O corpo escravo se constitui assim como o horizonte fantasmático universal das relações sociais, como se o colonizador tivesse conseguido instaurar sua exploração do corpo da terra como metáfora última das relações sociais. E, de fato, o corpo escravo é onipresente. Os jornais nos falam regularmente da escravatura que ainda existe e que a polícia persegue. E há aquela que a polícia não persegue. Um mal-estar permanente nas classes privilegiadas, com relação às condições de indigência de uma grande parte da população, manifesta o sentimento de que algo, no vínculo empregatício, ainda participe ou possa participar da escravatura. (CALLIGARIS, Contardo. Hello, Brasil! – psicanálise da estranha civilização brasileira. São Paulo: Três Estrelas, 2017)
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
Alternativas
Q1730087 História
Foi só com a proximidade do fim da escravidão e da própria monarquia que a questão racial passou para a agenda do dia. Até então, enquanto “propriedade”, o escravo era por definição “o não-cidadão”. No Brasil, é, portanto, com entrada das teorias raciais que as desigualdades sociais se transformam em matéria da natureza. (SCHWARCZ, Lilian Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. In.: SCHWARCZ, Lilian. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.186)
A discussão sobre a “questão racial” no Brasil, após abolição da escravidão, revestiu-se
Alternativas
Q1730083 História
O primeiro passo documentado para a escolha do sucessor de Médici foi dado pelo próprio presidente em janeiro de 1971 [...]. Reuniu-se com os colaboradores mais próximos na granja do Riacho Fundo, onde passava a maior parte dos dias livres, fugido da fornalha do Alvorada. Eram o general João Baptista Figueiredo, chefe do Gabinete Militar, o professor João Leitão de Abreu, do Gabinete Civil, e o general Carlos Alberto da Fontoura, chefe do SNI. (GASPARI, Elio. A ditadura derrotada: o sacerdote e o feiticeiro. São Paulo: Companhia das letras, 2003, p. 185)
O processo e o contexto em que se deu a sucessão do presidente Emilio Garrastazu Médici ocorreram
Alternativas
Q1730079 História
[...]. Nos momentos de crise e mudanças históricas profundas - instauração do Império, Proclamação da República, Revolução de 30 e Estado Novo -, as elites intelectuais marcaram presença no cenário político, defendendo o direito de interferirem no processo de organização nacional. [...]. É a partir da década de 1930 que elas passaram sistematicamente a direcionar sua atuação para o âmbito do Estado, tendendo a identificá-lo como a representação superior da ideia de nação. [...] (adaptada).
(VELLOSO, Monica Pimenta. Os intelectuais e a política cultural do Estado Novo. p,145-179. In.: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil Republicano – o tempo do nacional-estatismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.v.2. p. 147-148).
O Governo Vargas caracterizou-se pela forte presença de intelectuais em cargos e funções estratégicas, com objetivo de fomentar na população brasileira um sentimento e um comportamento comum ao fortalecimento da nação, observados
Alternativas
Q1730071 História
O decreto inicial daqueles que chegaram ao poder em 1930 trazia diferenças e continuidades importantes em relação ao primeiro decreto republicano de 1889. A principal diferença estava na reorganização dos poderes, a começar da assinatura. Quem decretava era “o chefe do governo provisório”, portanto o “depositário unipessoal” do poder, na terminologia de Campos Sales. As instituições foram organizadas em torno desse comando pessoal.
(CALDEIRA, Jorge. História da riqueza no Brasil: cinco séculos de pessoas, costumes e governos. Estação Brasil: 2017, p.525)
Entre as medidas adotadas, após a Revolução de 1930, com a finalidade de garantir maior centralização do poder destaca-se
Alternativas
Q1730070 História
Tanto o episódio de Canudos quanto o da Revolta da Vacina, com suas evidentes afinidades, são dos mais exemplares para assinalar as condições que se impuseram com o advento do tempo republicano. Um tempo mais acelerado, impulsionado por novos potenciais energéticos e tecnológicos, em que a exigência de acertar os ponteiros brasileiros com o relógio global suscitou a hegemonia de discursos técnicos, confiantes em representar a hegemonia e vitória inelutável do progresso e por isso dispostos a fazer valer a modernização “a qualquer custo.”
(SEVCENKO, Nicolau. Introdução: O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso.IN: SEVCENKO, Nicolau. História da vida privada no Brasil: República – da belle époque à era do rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 27)
Os objetivos pretendidos pelas revoltas de Canudos, da Vacina e pelo discurso modernizador da República mostram que
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Q1730068 História
A série de reformas liberais implementadas pela Regência, visando enfraquecer antigos pilares do Primeiro Reinado, teve justamente como um de seus principais focos o aparelho repressivo. Uma das primeiras medidas nesse sentido foi a criação, em 18 de agosto de 1831, da Guarda Nacional.
(BASILE, Marcelo Otavio. O império brasileiro: panorama político. IN: LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990, p.225)
A Guarda Nacional, no contexto de debates e disputas políticas do Império brasileiro, cumpriu uma função
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Q1730067 História
Em 1808, como consequência da invasão francesa a Portugal, chega a família real ao Brasil. D. João, o príncipe regente, sua mãe, D. Maria, e ainda fidalgos, oficiais, clérigos, açafatas, que os acompanham nessa desdita que marca o fim do período colonial. A capital do vice-reino terá de absorver todo esse “povo” e acomodar várias secretarias [...].Como manter essa corte e a ampliação do aparelho burocrático com a penúria do tesouro real ?
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
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Q1730066 História

A análise do quadro da distribuição étnica no Brasil Imperial, demonstra que

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1730065 História
Sentimento capaz de explicar comportamentos coletivos, o medo de revoltas marcou a primeira metade do século XIX. O acúmulo de frustrações com a emancipação criou uma reação no corpo social. Miséria, fome, fisco, falta de liberdade, concorrência com os “alfacinhas”, tudo se misturou num caldeirão de sangue e fogo, e, entre a abdicação de d. Pedro I e a maioridade de d. Pedro II, conflitos violentos sacudiram o país.
(DEL PRIORE, Mary. Histórias da gente do Brasil: Império. São Paulo: LEYA, 2018, p.27)
Entre os conflitos ocorridos no intervalo de tempo mencionado no texto, merecem destaque
Alternativas
Respostas
5621: C
5622: D
5623: D
5624: B
5625: B
5626: D
5627: C
5628: A
5629: A
5630: C
5631: B
5632: B
5633: A
5634: E
5635: D
5636: E
5637: B
5638: E
5639: A
5640: C