Questões de Concurso
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I. Houve uma especificidade no modelo brasileiro de escravidão, que foi a brecha da alforria. As manumissões relacionavam-se ao bom comportamento, mas também à compra da liberdade pelo próprio escravo. Na colônia, permitia-se que este acumulasse um pecúlio, e não poucas vezes mulatos que exerciam funções especializadas podiam ter a esperança de ser livres. II. Os escravizados criaram laços de afeição entre si, associações religiosas e sociais e redes. Além do mais, eles reagiram a sua rotina de trabalhos forçados fazendo, quando podiam, pequenas e médias barganhas, negando-se a executar certas tarefas, ou apenas contrariando a vontade dos seus senhores. III. O quilombo, agrupamento de cativos fugidos, não era só um lugar transitório; significava uma alternativa concreta à ordem escravista e, por isso, tornou-se um problema para a sociedade colonial, que precisava combatê-lo. As autoridades logo proibiram a aglomeração de mais de seis escravos fora do trabalho.
1. Tancredo Neves. 2. José Sarney. 3. Fernando Collor de Mello. 4. Ulysses Guimarães.
( ) Liderou campanhas de redemocratização como a chamada “Diretas Já”, recebendo a alcunha de “Senhor Diretas”. ( ) Foi eleito na última eleição, por meio de um colégio eleitoral, sob a égide da Constituição de 1967. ( ) Foi eleito pela primeira eleição direta para presidente do Brasil após o Regime Militar. ( ) Assumiu como o primeiro presidente civil após o Regime Militar.
I. Foi o regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, de caráter autoritário e nacionalista, tendo início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. II. Foi um período pautado no “milagre econômico”, termo que corresponde à grande oferta de empregos e baixa inflação. III. O governo Artur da Costa e Silva promulgou o AI 5, que fechou o Congresso por tempo indeterminado, decretou estado de sítio, cassou mandatos de prefeitos e governadores e proibiu a realização de reuniões.
1. José Maria. 2. João Cândido Felisberto. 3. Bertha Lutz. 4. Antônio Vicente Mendes Maciel. 5. Francisca Edwiges Neves Gonzaga. 6. Narcisa Amália de Campos. 7. Enedina Alves Marques. 8. José Martinez.
( ) A obra procura associar Tiradentes ao sacrifício em relação à Pátria, por isso mesmo mostra-o esquartejado e a posição de seu corpo como se fosse o mapa do Brasil. ( ) A obra interpretada como fonte histórica mostra que o autor retratou o que realmente aconteceu com Tiradentes, ou seja, sua posição de mártir da Pátria. ( ) Essa e outras obras que retratam Tiradentes caracterizam-se pelo caráter religioso criado em torno de sua vida e morte, pois, assim, sua imagem seria de fácil aceitação em um país predominantemente cristão. Por isso mesmo, seus cabelos e barbas são longos e há um crucifixo do seu lado.
A opção que NÃO corresponde a uma leitura da revolução de 1930 é:
A alternativa que melhor analisa o processo de independência brasileira à luz da historiografia mais recente é:
A colonização portuguesa nas Américas possuiu algumas especificidades. A opção que melhor exemplifica essas especificidades é:
“Sete anos e um dia após o suicídio de Getúlio Vargas, outro presidente, igualmente eleito com expressiva votação popular, deixava o poder de forma traumática. Mas, além de carecer do sentimento de grandeza, inegável no gesto de Getúlio, a renúncia de Jânio Quadros permanece até hoje envolta na polêmica que ora enxerga o golpe, ora a insanidade do protagonista. E a crise que provocou, pela tentativa militar de se impedir a investidura constitucional do vice João Goulart, quase leva o país à guerra civil”
BENEVIDES, M. O governo Jânio Quadros. Rio de Janeiro: 1982, p. 7).
Dentro do quadro traumático que foi o curto governo Jânio Quadros, podemos entender que:
Em 1937, Vargas dizia que:
“(...) não se oferecia outra alternativa além da que foi tomada, instaurando-se um regime forte, de paz, de justiça e de trabalho. Quando os meios de governo não correspondem mais às condições de existência de um povo, não há outra solução senão mudá-los, estabelecendo outros moldes de ação.”
(FENELON, D. 50 textos de História do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1974, p. 159.)
Tendo em vista o Estado Novo, podemos considerar INCORRETO que:
“Os anos que antecederam o Estado Novo foram de efervescência e disputa política. Essa situação tinha a ver com a diversidade das forças que se haviam aglutinado em torno da Aliança Liberal, a coligação partidária oposicionista que em 1929 lançou a candidatura de Getúlio Vargas à Presidência da República. Enquanto alguns dos que aderiram à Aliança Liberal faziam oposição sistemática ao regime, outros ali ingressaram apenas por discordarem do encaminhamento dado pelo então presidente Washington Luís à sucessão presidencial”.
(PANDOLFI, D. Os anos 1930: as incertezas do regime. In FERREIRA, J, NEVE, L. O Brasil Republicano vol.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 15).
A revolução de 1930 foi um divisor de águas na política brasileira no século XX. Sobre ele é INCORRETO afirmar que: