Questões de Concurso
Comentadas sobre história do brasil em história
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A pecuária na dinâmica da economia colonial pode ser entendida como uma atividade essencial no processo de ocupação do território do Brasil. As afirmativas a seguir estão relacionadas a esta atividade. Visto isso, classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A carne era o principal produto dessa atividade e destinava-se ao mercado interno sendo consumida pela população nas fazendas, povoados, vilas e cidades.
( ) Essa atividade foi responsável pela ocupação da região de Mato Grosso e de boa parte do extenso vale do Rio Amazonas.
( ) A pecuária, no período colonial consolida-se como uma atividade baseada em uma estrutura que combina latifúndio e trabalho escravo.
( ) O couro foi o único produto resultante dessa atividade, que chegou a ser destinado ao mercado externo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
Leia com atenção o trecho a seguir. “Temos, assim, três conceitos relacionados, mas não sinônimos, guardando cada uma sua especificidade, além de representarem curvas diferentes de evolução. O coronelismo retrata-se com uma curva tipo sino: surge, atinge o apogeu e cai num período de tempo relativamente curto. O mandonismo segue uma curva sempre descendente. O clientelismo apresenta uma curva ascendente com oscilações e uma virada para baixo nos últimos anos”.
Fonte: CARVALHO, José Murilo de. Pontos e bordados: escritos de história e política. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998. p.135.
Sobre os conceitos e as ideias do autor, marque a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa que indica corretamente o político brasileiro a que o texto faz referência.
Assinale a alternativa que indica corretamente o fato a que o texto se refere.
“Amigos, as Cortes portuguesas querem escravizar-nos e perseguem-nos. De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais. Laço fora, soldados. […] a nossa divisa de hoje em diante será Independência ou Morte”.
Ipiranga, setembro de 1822.
Assinale a alternativa que indica corretamente o fato da nossa história durante o qual o discurso acima transcrito foi proferido.
Analise as afirmativas abaixo. Segundo, Pedro Paulo Funari e Ana Piñon:
1. Os indígenas não são personagens de um passado distante. Existem, no Brasil contemporâneo, cerca de 235 povos indígenas.
2. A história do Brasil tem início em 1500 quando os navegadores portugueses aqui aportaram.
3. Os indígenas foram vítimas do avanço da civilização branca e hoje estão quase extintos, exceto por algumas centenas de sobreviventes esquecidos nos rincões das florestas.
4. A mandioca, o tomate, a batata e o chocolate são algumas das contribuições dos povos americanos para o mundo.
5. Muitas palavras da língua brasileira, como caju, Pindamonhangaba e Anhanguera, são de origem indígena.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
"São Luis, princípio de Fevereiro de 1684. Manoel Beckman, Francisco Dias Deiró, Jorge de Sampaio, Tomás Beckman, Belchior Gonçalves, Manoel Coutinho, Lázaro de Melo e mais alguns padres faziam reuniões secretas, trocavam bilhetinhos no meio das missas e espalhavam pelas cidades panfletos de indignação contra a administração de Francisco de Sá e Menezes. Eram em sua maioria proprietários de terras, oriundos dos primeiros portugueses que se descolaram para aquela região, esses homens, após o sermão inflamado do frei Ignácio da Fonseca e Silva, que criticava as atitudes do estanco e reprimia a ação dos jesuítas, em 24 de Fevereiro de 1684."
Considerando o excerto acima e as revoltas coloniais no Brasil, avalie o item seguinte.
CAETANO, A. F. P. A Revolta de Beckman pelo olhar de João Felipe Betendorf e da Documentação do Conselho Ultramarino. ANPUH − XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA − São Leopoldo, 2007. P. 1-8.
"São Luis, princípio de Fevereiro de 1684. Manoel Beckman, Francisco Dias Deiró, Jorge de Sampaio, Tomás Beckman, Belchior Gonçalves, Manoel Coutinho, Lázaro de Melo e mais alguns padres faziam reuniões secretas, trocavam bilhetinhos no meio das missas e espalhavam pelas cidades panfletos de indignação contra a administração de Francisco de Sá e Menezes. Eram em sua maioria proprietários de terras, oriundos dos primeiros portugueses que se descolaram para aquela região, esses homens, após o sermão inflamado do frei Ignácio da Fonseca e Silva, que criticava as atitudes do estanco e reprimia a ação dos jesuítas, em 24 de Fevereiro de 1684."
Considerando o excerto acima e as revoltas coloniais no Brasil, avalie o item seguinte.
CAETANO, A. F. P. A Revolta de Beckman pelo olhar de João Felipe Betendorf e da Documentação do Conselho Ultramarino. ANPUH − XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA − São Leopoldo, 2007. P. 1-8.
"São Luis, princípio de Fevereiro de 1684. Manoel Beckman, Francisco Dias Deiró, Jorge de Sampaio, Tomás Beckman, Belchior Gonçalves, Manoel Coutinho, Lázaro de Melo e mais alguns padres faziam reuniões secretas, trocavam bilhetinhos no meio das missas e espalhavam pelas cidades panfletos de indignação contra a administração de Francisco de Sá e Menezes. Eram em sua maioria proprietários de terras, oriundos dos primeiros portugueses que se descolaram para aquela região, esses homens, após o sermão inflamado do frei Ignácio da Fonseca e Silva, que criticava as atitudes do estanco e reprimia a ação dos jesuítas, em 24 de Fevereiro de 1684."
Considerando o excerto acima e as revoltas coloniais no Brasil, avalie o item seguinte.
CAETANO, A. F. P. A Revolta de Beckman pelo olhar de João Felipe Betendorf e da Documentação do Conselho Ultramarino. ANPUH − XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA − São Leopoldo, 2007. P. 1-8.
"São Luis, princípio de Fevereiro de 1684. Manoel Beckman, Francisco Dias Deiró, Jorge de Sampaio, Tomás Beckman, Belchior Gonçalves, Manoel Coutinho, Lázaro de Melo e mais alguns padres faziam reuniões secretas, trocavam bilhetinhos no meio das missas e espalhavam pelas cidades panfletos de indignação contra a administração de Francisco de Sá e Menezes. Eram em sua maioria proprietários de terras, oriundos dos primeiros portugueses que se descolaram para aquela região, esses homens, após o sermão inflamado do frei Ignácio da Fonseca e Silva, que criticava as atitudes do estanco e reprimia a ação dos jesuítas, em 24 de Fevereiro de 1684."
Considerando o excerto acima e as revoltas coloniais no Brasil, avalie o item seguinte.
CAETANO, A. F. P. A Revolta de Beckman pelo olhar de João Felipe Betendorf e da Documentação do Conselho Ultramarino. ANPUH − XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA − São Leopoldo, 2007. P. 1-8.
"São Luis, princípio de Fevereiro de 1684. Manoel Beckman, Francisco Dias Deiró, Jorge de Sampaio, Tomás Beckman, Belchior Gonçalves, Manoel Coutinho, Lázaro de Melo e mais alguns padres faziam reuniões secretas, trocavam bilhetinhos no meio das missas e espalhavam pelas cidades panfletos de indignação contra a administração de Francisco de Sá e Menezes. Eram em sua maioria proprietários de terras, oriundos dos primeiros portugueses que se descolaram para aquela região, esses homens, após o sermão inflamado do frei Ignácio da Fonseca e Silva, que criticava as atitudes do estanco e reprimia a ação dos jesuítas, em 24 de Fevereiro de 1684."
Considerando o excerto acima e as revoltas coloniais no Brasil, avalie o item seguinte.
CAETANO, A. F. P. A Revolta de Beckman pelo olhar de João Felipe Betendorf e da Documentação do Conselho Ultramarino. ANPUH − XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA − São Leopoldo, 2007. P. 1-8.
A Revolução Farroupilha é o tema mais trabalhado pela historiografia rio-grandense. O movimento é o fato histórico que ganhou maior relevância tanto na produção historiográfica quanto no imaginário popular. Ao longo do tempo, entretanto, a memória da Revolução tem sido constantemente modificada, proporcionando, inclusive, controvérsias e impasses na produção historiográfica.
(SCHEIDT, E., 2002.)
O ano de 1835 marcou o início da Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul caracterizada, entre outros fatores, por:
A mineração, como já mencionado, foi uma das atividades econômicas mais importantes no Brasil colonial, em particular na Capitania de Minas Gerais. Segundo Paiva (2002), foi nesse contexto que as populações africanas introduziram técnicas diversas nos processos de mineração, trazendo ao Brasil tecnologias como canoas (tradicionalmente feitas de madeira, rasas e medindo de dois a três palmos de diâmetro) e bateias, recipientes de couro de boi, cuja função é reter o ouro.
(Paiva, 2002.)
A despeito dessa importância histórica e da significativa presença de tecnologias e conhecimentos africanos e afrodescendentes na atualidade, os estudos do tema ainda são relativamente escassos. Em relação ao escopo tecnológico africano:
O quilombo traz, como experiência, a presença de tecnologias e da cosmovisão africana na sua formação, durante o escravismo, e nas suas práticas de resistência. O jongo, manifestação que surge nas fazendas cafeeiras durante o século XIX, também estabelece essa relação. A representação do quilombo, como território que reorganizou as práticas africanas no Brasil associadas à resiliência, e do jongo, como filosofia de vida e prática organizada a partir de códigos trazidos do continente africano, seguem a linha de compreensão da formação da diáspora africana a partir da epistemologia da ancestralidade.
(Oliveira, 2009.)
Mostrar a presença das tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil implica, entre outros fatores: