Questões de Concurso Comentadas sobre era vargas – 1930-1954 em história

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Q3399653 História

Sobre o Movimento de 1930 no Brasil e a Constituição de 1934, analise as afirmativas abaixo:



I – Getúlio Vargas era favorável a emendas cruciais que foram, mais tarde, estabelecidas em seu governo: voto secreto, incentivo à indústria nacional e aprovação de leis trabalhistas.


II – O voto para maiores de 21 anos estabelecido na Constituição de 1934 dificultava a prática mais comum da Primeira República: a corrupção eleitoral e o voto de cabresto.


III – Ementas encontradas na Constituição de 1934 estavam também que a justiça eleitoral zelaria pelas eleições, e estabelecia que o ensino primário gratuito deveria ser obrigatório.


IV – Os direitos trabalhistas foram assegurados, dentre eles: jornada de trabalho limitada em 8 horas por dia, descanso semanal remunerado e férias anuais remuneradas.



Com relação às afirmações dadas, assinale a alternativa que contempla aquelas que estão corretas:

Alternativas
Q3380099 História
O Brasil moderno ganha relevância a partir da eleição posterior ao suicídio do presidente Getúlio Vargas, em que um dos pontos centrais da plataforma de JK é a mudança da capital brasileira para o Planalto Central, atendendo à proposta aprovada na primeira constituição republicana. A mudança da capital fazia parte 
Alternativas
Q3342615 História
Qual alternativa apresenta o principal motivo que levou à Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha e iniciou a Era Vargas no Brasil?
Alternativas
Q3237205 História
Vargas volta ao poder na década de 1950 e encontrou um país diferente do que ele deixara. Considerando este período da história política do Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3234537 História
Analise as afirmativas abaixo acerca do Era Vargas:

I- A ditadura do Estado Novo dependia do esforço de seus órgãos parar associar a imagem de Cargas como representante da nação. Um dos principais alicerces dessa proposta foi representado pelo Ministério da Educação e Saúde (MES) ao indicar a importância que o Estado Novo atribuía à cultura como instrumento desse modelo. Sob a liderança do ministro Gustavo Capanema, foi desenvolvido um projeto cultural voltado para promover pesquisas sobre o Brasil e preservar suas raízes culturais.
II- O Estado Novo, ao buscar legitimidade popular e difundir seu ideário político, criou o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), cujas atribuições habilitavam a intervenções nos meios de comunicações. A título de exemplo, em 1939, o DIP iniciou a difusão da propaganda oficial por meio da transmissão radiofônica diária, em cadeia nacional, a “Hora do Brasil”.
III- Ao promover a criação de símbolos da identidade nacional, o Estado Novo promoveu a valorização de obras cujas temáticas evocassem a boemia carioca e "malandragem", as quais passaram a ser celebradas como expressões autênticas da brasilidade, que o regime buscava exaltar.
IV- O Queremismo, movimento que marcou o fim do Estado Novo, estava relacionado com o anseio de parcela da sociedade em depor Getúlio Vargas. No segundo semestre de 1945, o Queremismo dispunha de dezenas de comitês situados em várias cidades do país, e os militantes estavam engajados numa atividade política caracterizada por comícios, abaixo-assinados e panfletagem. 
Alternativas
Q3234536 História
Após o ano de 1930, um novo tipo de Estado nasce no Brasil e se diferencia do Estado oligárquico. Tal transformação se deve a um conjunto de elementos. Dentre as alternativas abaixo, marque aquela que não representou um desses elementos que evidenciam esse novo tipo de Estado. 
Alternativas
Q3211965 História
Avalie as alternativas abaixo sobre a Revolução de 1930:
1.“Façamos a revolução antes que o povo a faça.” A frase, atribuída ao governador de Minas Gerais Antônio Carlos de Andrada, deixa entrever a ideologia política da Revolução de 1930, promovida pelos interesses da burguesia cafeicultora de São Paulo, com vistas à valorização do café.
2. Com o impacto da crise de 1929, o então presidente paulista Washington Luís resolveu apoiar a candidatura do mineiro Júlio Prestes, mantendo o antigo arranjo da “Política do Café com Leite”, em que os latifundiários mineiros e paulistas alternavam-se no mandato presidencial.
3. Insatisfeitos com a formação da chapa defendida pelo presidente Washington Luís, um grupo de oligarcas dissidentes criou uma chapa eleitoral contra a candidatura de Júlio Prestes. Conhecida como Aliança Liberal, a chapa encabeçada pelo fazendeiro gaúcho Getúlio Dorneles Vargas prometia um conjunto de medidas reformistas.
Em relação às afirmativas apresentadas, é correto apontar que:
Alternativas
Q3211913 História
Sobre as questões históricas relativas à Revolução de 1930, assinale a opção correta acerca das seguintes assertivas:
I - O assassinato do político paraibano João Pessoa foi o evento decisivo que acelerou as articulações dos golpistas, com o objetivo de depor o presidente Washington Luís.
II - Havia na política nacional uma tradição de alternância na ocupação dos cargos do Executivo federal, garantindo a representação de todas as regiões do país, sem privilegiar os estados mais poderosos, como São Paulo ou Minas Gerais.
III - O governador Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul, manteve seu apoio ao governo federal, mesmo estando envolvido nas articulações políticas que resultaram na criação da Aliança Liberal.
Alternativas
Q3211866 História
Em relação ao período histórico em que Getúlio Vargas foi presidente do Brasil, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3211865 História
Assinale a alternativa que contenha o evento que foi o estopim para o início do levante armado que caracterizou a Revolução de 1930:
Alternativas
Q3202611 História
O Estado Novo foi marcado por:
Alternativas
Q3180738 História
A Revolução de 1930 representou um marco no fim da Primeira República (1889-1930) e deu início a um processo de centralização do poder que culminou no Estado Novo (1937-1945). Nesse contexto, analise as alternativas abaixo e assinale aquela que melhor sintetiza a relação entre a Revolução de 1930 e o Estado Novo:
Alternativas
Q3168088 História
A Revolução de 1930 foi um marco na história brasileira, levando à ascensão de Getúlio Vargas ao poder e à instauração do Estado Novo. Analise a seguinte situação:
Após a Revolução de 1930, Getúlio Vargas consolidou seu governo com a promulgação da Constituição de 1934. No entanto, em 1937, o presidente Vargas deu um golpe de Estado, instaurando o Estado Novo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3143638 História

A expansão do capitalismo monopolista no Brasil não foi um efeito do desenvolvimento capitalista no seu interior. Essa transição para um novo padrão de acúmulo de capital se deu pela reorganização do aparelho de Estado, pela militarização do poder político estatal e, também, pela reorientação da política econômica orquestrada pelo Estado brasileiro.

(FERNANDES, 2006.)



Dentre as características fundamentais (e gerais) relativas às especificidades da inserção dos monopólios no Brasil e seus resultados, podemos apontar: 

Alternativas
Q3133756 História
"O movimento operário brasileiro é um movimento social que surgiu na Primeira República com o objetivo de fortalecer a luta dos trabalhadores por direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho." 
https://brasilescola.uol.com.br/historiab/movimentooperario-brasileiro.htm

O movimento operário apresenta uma diferença crucial do sidicalismo das décadas de 30 a 60 no Brasil que pode ser evidenciada como: 
Alternativas
Q3131174 História

Considerando a dinâmica, as relações, as rupturas e as transformações da organização sociopolítica, econômica e cultural no Brasil República, julgue o item seguinte.


O Estado Novo (1937-1945) tinha contornos fascistas e, durante sua vigência, foram suprimidos o Poder Legislativo e partidos políticos, além de governos estaduais terem sido ocupados por interventores. 

Alternativas
Q3128781 História
Durante a Era Vargas, o Brasil passou por um intenso processo de modernização, especialmente no setor industrial. Vargas promoveu a criação de empresas estatais para setores estratégicos, como energia, mineração e siderurgia. A criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em 1941, foi um dos exemplos mais significativos dessa política de industrialização e visava reduzir a dependência de produtos industrializados do exterior, consolidando a economia brasileira. Assinale, a seguir, a importância da criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) para o desenvolvimento econômico do Brasil durante o governo de Vargas.
Alternativas
Q3128780 História
No período da Segunda Guerra Mundial, o Brasil, sob o governo de Getúlio Vargas, inicialmente manteve uma posição neutra, mas gradualmente se mudou dos Aliados, especialmente dos Estados Unidos. Essa aliança resultou em apoio militar e econômico, incluindo a construção de bases militares no Nordeste brasileiro e o fornecimento de empréstimos para investimentos na indústria nacional. Em 1942, o Brasil declarou guerra aos países do Eixo e, posteriormente, enviou tropas à Itália, que ficaram conhecidas como a Força Expedicionária Brasileira (FEB). Assinale, a seguir, um dos principais motivos para o Brasil se aliar aos Estados Unidos e aos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial.
Alternativas
Q3126232 História
Na crise do Estado Novo, a Segunda Guerra aproximava-se do fim – com a derrota da Alemanha nazista e do Japão imperial. O mundo estava muito diferente do que quando Getúlio Vargas chegara ao poder. Com a vitória dos Aliados, a democracia liberal recuperou o seu prestígio, e a ditadura do Estado Novo estava condenada. A sociedade brasileira viveu a transição entre a ditadura e a democracia. Neste contexto, novos partidos políticos foram organizados. Sobre os partidos políticos, nesse período, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3121399 História
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil

A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham o costume de presentar seus funcionários com cestas de alimentos na época das festas de fim de ano.

Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional passou a prever um mês adicional de salário para os empregados das fábricas.

Em 1946, a gratificação seria estendida às demais categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado através de decreto presidencial em 1960.

No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do setor têxtil.

Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o 13º salário.

Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.

"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de 1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano era a principal reivindicação na maioria delas, envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana, trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua tese de doutorado.

"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano, tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o trabalhador também precisava passar um Natal melhor", conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os argumentos usados com os patrões à época.

"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes: o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês vão dar apenas o essencial para esse coitado viver, passar um Natal melhor com a família'."

Benefício pago em laranjas

Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já conquistando um salário extra logo de cara.

No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito? Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em troca sacos de laranja.

No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das laranjas, mas receberam panos considerados de má qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais leve e adequado ao verão.

"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa", contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória Sindical, recuperado pela historiadora.

É interessante observar como os trabalhadores organizados aproveitavam todas as brechas deixadas pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma vez; na próxima ele não teve argumentos para não fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."

A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de 1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da Guerra Fria.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
De acordo com as ideias implícitas e explícitas no texto, identifique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
121: D
122: B
123: D
124: C
125: A
126: C
127: C
128: C
129: A
130: C
131: A
132: E
133: A
134: A
135: E
136: C
137: D
138: C
139: A
140: B