Questões de Concurso Comentadas sobre descolonização afro-asiática : novos estados, nova arena internacional em história

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Q2399763 História

No contexto da descolonização do continente africano, uma das últimas regiões a conquistar independência foi a que se encontrava sob dominação portuguesa. Pode-se dizer que o estopim do processo de libertação dessas colônias portuguesas, em meados da década de 1970, foi

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Q2372749 História
Sobre a descolonização da Ásia e da África, no contexto da Guerra Fria, é correto afirmar o seguinte: 
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Q1975677 História
No que se refere ao contexto histórico da contemporaneidade, julgue o item.

A Revolução dos Cravos (1974), que pôs fim a mais de cinquenta anos de fascismo em Portugal, paradoxalmente, enrijeceu o colonialismo luso em África, retardando ao máximo a independência de suas colônias, como Moçambique, Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. 
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Q1975676 História
No que se refere ao contexto histórico da contemporaneidade, julgue o item.

O declínio europeu após a Segunda Guerra Mundial, além de testemunhar a emergência de uma ordem internacional bipolarizada, fortaleceu a luta pelas independências asiáticas e, sobretudo, africanas; entre 1960 e 1962, especialmente, a maioria absoluta das antigas colônias na África havia conquistado sua emancipação política.  
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Q1957460 História
Após a independência das colônias africanas na metade do século XX, o continente viu-se tomado por guerras étnicas e territoriais, causando genocídios em massa até o final do século XX sem uma intervenção externa para sanar os conflitos. Milhares de africanos foram mortos por sua etnia, sendo os responsáveis levados a julgamento pelos países europeus em tribunais internacionais, como o Tribunal de Haia que julga crimes de guerras e genocídios. Com relação aos conflitos, podemos dizer que:
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Q1957450 História

“África para os africanos, em casa e no exterior”, havia bradado o intelectual jamaicano Marcus Garvey, alguns anos antes. Agora, com o trauma da guerra ainda latente e as nações da Europa enfraquecida e cheia de dívidas, era o momento ideal para virar a página do colonialismo e deixar os africanos governar a si mesmos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/africa-para-os-africanos/.)


Após a II Guerra Mundial, em outubro de 1945, a Inglaterra foi palco de um movimento de representantes africanos de diversos países para decidir o futuro do continente africano nas perspectivas de crescimento econômico e sociocultural. Como diz a citação acima, estamos nos referindo ao (à):

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Q2423553 História

Sobre o período da chamada “descolonização” do continente africano, a partir de 1960, é correto afirmar:

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Q2422688 História

De acordo com a obra de VISENTINI, RIBEIRO e PEREIRA, em relação à organização social da África pré‐colonial, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) A África pré‐colonial se dividia em grandes reinos ou impérios que funcionavam com uma organização política e socioeconômica assentada em estruturas específicas, cujo núcleo de base é a família estendida.

( ) A sociedade africana tradicional era dividida em várias categorias sociais ou castas, que exerciam, de forma exclusiva, uma função ou uma atividade socioeconômica específica. Portanto, as sociedades da África pré‐colonial eram organizadas conforme uma ordem patrimonial ou matrimonial.

( ) A unidade de base da organização social são as megalópoles.

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Q2100077 História
Analise algumas afirmações sobre o processo de Independência no continente africano e a seguir assinale a alternativa correta:
I – Em 1940, no continente africano, apenas a Libéria não era colônia de um país europeu e, em 1963, vinte e noves estados africanos estavam independentes.
II - Muitos africanos resistiram a colonização, mas faltava unidade, organização e objetivos estratégicos. Um dos exemplos foi a resistência sanori aos franceses, no Níger.
III - Nas cidades angolanas havia uma grande movimentação de resistência, com panfletagens e criação de organizações como a organização das mulheres angolanas, criada por Deolinda Rodrigues.
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Q1852280 História
O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos territórios localizados na Ásia e na África em meados do século XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir desse tema, julgue o item seguinte.
Realizada na Ásia, a Conferência de Bandung foi um marco no processo de descolonização, sobretudo pela solidariedade dada às lutas pelas independências. 
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Q1781118 História
Sobre a história contemporânea da África, Martin Meredith assinala que, na altura da década de 1980, “a África era conhecida por seus ‘Big Men’, ditadores militares e presidentes de partido único que ocupavam o cargo reforçando seu controle pessoal, reprimindo qualquer oposição ou dissidência, autorizando polícias secretas a silenciar seus críticos, intimidando a imprensa, limitando o poder dos tribunais de justiça e tornando-se extremamente ricos” (O destino da África. Cinco mil anos de riquezas, ganância e desafios. Rio de Janeiro: Zaahar, 2017).
Acerca de referido período histórico, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - PNS P2 - História |
Q1711666 História

Foi somente a partir de 1945, com o enfraquecimento dos povos europeus por conta da Segunda Guerra Mundial que os movimentos de libertação nacional no continente africano ganham novo impulso e começam a se tornar realidade.

Sobre isso, é correto afirmar que:

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Q1682596 História
“A questão que se coloca, após a conquista da independência e a ruptura dos elos de dominação direta, é a de saber em que medida o colonialismo persiste e por quais metamorfoses passou a noção de império. (...) É forçoso reconhecer que o fim dos impérios coloniais dos séculos XIX e XX não resultou de uma decisão metropolitana ou do desejo de abdicação do poder, e sim da capacidade de revolta que é inerente ao oprimido. (...) Uma segunda questão diz respeito à possibilidade de terem os países recentemente libertados em alguns casos, aparentemente libertados da dominação colonialista direta, de escolher seu próprio caminho de afirmação política e de identidade cultural. (...) E, finalmente, uma terceira questão. Como enfrentar a batalha contra a fome, contra as desigualdades sociais internas, contra a ameaça constante de governos opressores e de ditaduras pseudomodernizantes, e, sobretudo, como dominar os males do subdesenvolvimento legados pelo colonialismo e aprofundados pelos novos mecanismos de dependência?”.
Sobre a Descolonização da Ásia e da África, assinale a alternativa CORRETA:
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Q1288995 História
Martin Meredith (2017) afirmou que “A Bélgica encarava o Congo essencialmente como um bem valioso que só precisava de uma boa gestão. Desde o fim do Estado Livre do Congo, do rei Leopoldo, em 1908, os assuntos do Congo tinham sido controlados rigidamente de Bruxelas, por um pequeno grupo de gestão que representava uma aliança entre o governo, a Igreja Católica e empresas”. Sobre a região do Congo, durante o século XX, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Em essência, o governo providenciava a administração, a Igreja cuidava da educação e do bem-estar moral e as mineradoras produziam a receita para manter a empreitada. ( ) O Congo era um empreendimento lucrativo em virtude da profusão de cobre, diamantes e urânio, o que permitia que a Bélgica mantivesse um quadro de lei, ordem e desenvolvimento limitado à capital da região. ( ) Os missionários eram ativos na construção de escolas primárias e clínicas e as mineradoras, no leste do Congo, ofereciam a seus funcionários habitação, sistemas de previdência e formação técnica, na expectativa de que com educação rígida, liderança sábia e benefícios materiais suficientes, a população ficaria contente com o governo. ( ) Os congoleses foram encorajados a se formar como funcionários administrativos, médicos, advogados ou arquitetos, o que favoreceu a formação de uma elite negra que como comunidade privilegiada, tornou-se proprietária de terra e passou a ter o direito de cidadania belga.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q1289867 História

“Essa vasta região montanhosa, situada no extremo norte da Índia Britânica, tem uma importantíssima posição estratégica entre o Afeganistão e o Tibete (que a China conquistaria em 1951); além disso, como fica muito perto do Tadjiquistão (então parte da União Soviética), ganhava especial relevância no contexto da Guerra Fria. Durante o domínio inglês, essa região foi governada por marajás hindus; mas 80% de seus habitantes eram muçulmanos. Ao chegar a independência, o marajá optou por unir seu Estado à Índia, embora a maioria da população desejasse ser incorporada ao Paquistão. Estourou uma insurreição entre a comunidade islâmica, com apoio paquistanês. As forças indianas reagiram e uma guerra não-declarada entre os dois países arrastou-se até julho de 1949, quando um acordo provisório foi assinado sob os auspícios da ONU. Seguindo a linha do cessar-fogo, as porções norte e oeste da dessa disputada região (cerca de 40% do território) couberam ao Paquistão. Decidiu-se que futuramente haveria um plebiscito para definir o destino de toda a região, mas a Índia jamais aceitou cumprir essa cláusula. E, em fevereiro de 1994, o Parlamento indiano declarou solenemente que a Caxemira (incluindo o território em poder do Paquistão) é parte inseparável da União Indiana.”


Texto disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u35182.shtml>: Adaptado.



Assinale a alternativa que contenha o nome da região citada no texto que é um dos focos de conflito na atualidade e pivô de uma disputa entre Índia e Paquistão, que já se envolveram em três guerras:

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Q1128752 História
          Nas condições da época, a insurreição consistiu, em grande parte, em uma redistribuição das linguagens, não sendo apenas um caso no qual foi necessário recorrer às armas. Presos como se estivessem sob o fogo de Paráclito, a diversos níveis, os colonizados davam por si a falar várias línguas, em vez de uma única. 


MBEMBE, Achille. Sair da Grande Noite: ensaio sobre a África
descolonizada. Luanda: Edições Mulemba, 2014, p. 19-20, com adaptações. 
Considerando o texto apresentado, a respeito da produção intelectual africana anticolonialista, julgue (C ou E) o item a seguir.

Para Agostinho Neto, Portugal era apenas o elo mais fraco de uma cadeia mais ampla de dominação dos povos, fundamentada nas estruturas de poder dos principais centros capitalistas europeus.
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Q1128751 História
          Nas condições da época, a insurreição consistiu, em grande parte, em uma redistribuição das linguagens, não sendo apenas um caso no qual foi necessário recorrer às armas. Presos como se estivessem sob o fogo de Paráclito, a diversos níveis, os colonizados davam por si a falar várias línguas, em vez de uma única. 


MBEMBE, Achille. Sair da Grande Noite: ensaio sobre a África
descolonizada. Luanda: Edições Mulemba, 2014, p. 19-20, com adaptações. 
Considerando o texto apresentado, a respeito da produção intelectual africana anticolonialista, julgue (C ou E) o item a seguir.


Apesar da importante produção intelectual que antecedeu os movimentos de independência africana, os principais pensadores políticos do continente foram alijados dos movimentos anticoloniais e não puderam participar dos primeiros governos constituídos nos próprios países.
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Q1128750 História
          Nas condições da época, a insurreição consistiu, em grande parte, em uma redistribuição das linguagens, não sendo apenas um caso no qual foi necessário recorrer às armas. Presos como se estivessem sob o fogo de Paráclito, a diversos níveis, os colonizados davam por si a falar várias línguas, em vez de uma única. 


MBEMBE, Achille. Sair da Grande Noite: ensaio sobre a África
descolonizada. Luanda: Edições Mulemba, 2014, p. 19-20, com adaptações. 
Considerando o texto apresentado, a respeito da produção intelectual africana anticolonialista, julgue (C ou E) o item a seguir.


Antes mesmo da conquista da independência da maioria dos países africanos, o ganense Kwame Nkrumah, já defendia a ideia de que se encontrassem soluções africanas para o continente e que esse objetivo somente seria alcançado por meio da união dos países africanos.
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Q1787996 História

Por sua contribuição à luta antirracista, o 18 de julho foi transformado pelas Nações Unidas (ONU) no Mandela´s Day, o Dia Internacional Nelson Mandela – pela liberdade, justiça e democracia, uma forma de lembrar a dedicação e seus serviços à humanidade, com forte atuação também no enfrentamento ao vírus HIV e na mediação de conflitos.


(http://agenciabrasil.ebc.com.br, 18/07/2018)


No que se refere à Mandela, neste ano de 2018, o mundo comemorou:

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Q1728865 História
Qual dos países abaixo se tornou independente por último, deixando de ser colônia?
Alternativas
Respostas
61: B
62: B
63: E
64: C
65: B
66: C
67: D
68: D
69: E
70: C
71: B
72: A
73: A
74: D
75: C
76: C
77: E
78: C
79: E
80: C