Questões de Concurso Comentadas sobre descolonização afro-asiática : novos estados, nova arena internacional em história

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Q2342763 História
A Partilha da África, ocorrida na Conferência de Berlim, representou um marcante episódio do que pode-se compreender como a última fase do Imperialismo. A referida fase é o:
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Q2341992 História
Qual ano ficou conhecido como Ano Africano e por qual motivo?
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Q2170268 História
A organização sociopolítica de povos africanos, antes da chegada de europeus, séc. XIV d.C., se deu por meio dos Impérios de Gana, Mali e Songai, Reinos Achanti, Abomé e Congo. O Reino de Gana é caracterizado como um dos ricos e poderosos impérios da época. Costa e Silva ocupando-se dos relatos de experiências dos viajantes árabes, ao notarem a riqueza do Reino de Gana, transcreve: 
De Tarkala à cidade de Gana, gastam-se três meses de marcha um deserto árido. No país de Gana, o ouro nasce como plantas na areia, do mesmo modo que as cenouras. É colhido ao nascer do sol. [Gana] é a terra do ouro. (...) Toda a gente do Magreb sabe, e ninguém disto discrepa, que o rei de Gana possui em seu palácio um bloco de ouro pesando 30 arratéis (cerca de 14 kg). Esse bloco de ouro foi criado por Deus, sem ter sido fundido ao fogo ou trabalhado por instrumento. Foi, porém, furado de um lado ao outro, a fim de que nele pudesse ser amarrado o cavalo do rei. É algo curioso que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo e que ninguém possui a não ser o rei, que disso se vangloria diante de todos os soberanos do Sudão (COSTA E SILVA, Alberto da, em Imagens da África: da Antiguidade ao século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 27.32). 

Os textos acima levam à conclusão de que o Rei de Gana utilizava:

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Q2130534 História
Sobre a história africana e suas relações com outros continentes, leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta:
I - A partir da pré-história, os primeiros grupos imigrantes partiram da África para povoar o planeta.
II - A partir do século VII até o século XV, os africanos ocuparam o sul da Europa, no chamado “Domínio Muçulmano”.
III – O tráfico de africanos escravizados é sem dúvida um grande motor da Antiguidade.
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Q2085271 História
Eu vi que alguns de vocês temem ir em frente e lutar por nosso rei. Se estivéssemos nos bravos dias do passado [...] os chefes não assistiriam sentados nosso rei ser deposto sem disparar um tiro. Nenhum homem branco podia ter ousado falar com os chefes dos Axântis do modo como o governador falou com vocês esta manhã. É verdade que a bravura dos Axânti não existe mais? Eu não posso acreditar nisto. Se vocês, homens axânti, não forem em frente, então nós iremos. Nós, as mulheres, iremos. Chamarei cada companheira. Lutaremos com o homem branco. Lutaremos até que a última de nós caia no campo de batalha.
A partir dos últimos anos do século XX, a historiografia passou a dedicar mais atenção à análise de documentos sobre a reação dos povos africanos ao imperialismo europeu. Desde então, esses estudos vêm mostrando que:
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Q2080143 História
Os anos 1980 e 1990 são, usualmente, considerados momento de inflexão da historiografia em nosso país, com a decadência das metanarrativas iluminista e marxista e das teses de longa duração. Ao promover diálogo interdisciplinar com a antropologia e a teoria literária, os historiadores brasileiros teriam propiciado a ascensão da micro-história e da história cultural. Muitos se valeriam de novas fontes para meditar sobre representações e privilegiariam recortes temporais recentes e recortes espaciais em território nacional, regionais ou locais. (Tendências Historiográficas –Resenha Crítica. Disponível em: resenhacritica. com.br. Adaptado.)
A mudança de bases teóricas, com inspirações na Nova História e em autores como Michel Foucault; Edward Thompson; Walter Benjamin; Clifford Geerz, dentre outros, alavancaria o enfoque, principalmente:
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Q2399763 História

No contexto da descolonização do continente africano, uma das últimas regiões a conquistar independência foi a que se encontrava sob dominação portuguesa. Pode-se dizer que o estopim do processo de libertação dessas colônias portuguesas, em meados da década de 1970, foi

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Q2372749 História
Sobre a descolonização da Ásia e da África, no contexto da Guerra Fria, é correto afirmar o seguinte: 
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Q1975677 História
No que se refere ao contexto histórico da contemporaneidade, julgue o item.

A Revolução dos Cravos (1974), que pôs fim a mais de cinquenta anos de fascismo em Portugal, paradoxalmente, enrijeceu o colonialismo luso em África, retardando ao máximo a independência de suas colônias, como Moçambique, Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. 
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Q1975676 História
No que se refere ao contexto histórico da contemporaneidade, julgue o item.

O declínio europeu após a Segunda Guerra Mundial, além de testemunhar a emergência de uma ordem internacional bipolarizada, fortaleceu a luta pelas independências asiáticas e, sobretudo, africanas; entre 1960 e 1962, especialmente, a maioria absoluta das antigas colônias na África havia conquistado sua emancipação política.  
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Q1957460 História
Após a independência das colônias africanas na metade do século XX, o continente viu-se tomado por guerras étnicas e territoriais, causando genocídios em massa até o final do século XX sem uma intervenção externa para sanar os conflitos. Milhares de africanos foram mortos por sua etnia, sendo os responsáveis levados a julgamento pelos países europeus em tribunais internacionais, como o Tribunal de Haia que julga crimes de guerras e genocídios. Com relação aos conflitos, podemos dizer que:
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Q1957450 História

“África para os africanos, em casa e no exterior”, havia bradado o intelectual jamaicano Marcus Garvey, alguns anos antes. Agora, com o trauma da guerra ainda latente e as nações da Europa enfraquecida e cheia de dívidas, era o momento ideal para virar a página do colonialismo e deixar os africanos governar a si mesmos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/africa-para-os-africanos/.)


Após a II Guerra Mundial, em outubro de 1945, a Inglaterra foi palco de um movimento de representantes africanos de diversos países para decidir o futuro do continente africano nas perspectivas de crescimento econômico e sociocultural. Como diz a citação acima, estamos nos referindo ao (à):

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Q2423553 História

Sobre o período da chamada “descolonização” do continente africano, a partir de 1960, é correto afirmar:

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Q2422688 História

De acordo com a obra de VISENTINI, RIBEIRO e PEREIRA, em relação à organização social da África pré‐colonial, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) A África pré‐colonial se dividia em grandes reinos ou impérios que funcionavam com uma organização política e socioeconômica assentada em estruturas específicas, cujo núcleo de base é a família estendida.

( ) A sociedade africana tradicional era dividida em várias categorias sociais ou castas, que exerciam, de forma exclusiva, uma função ou uma atividade socioeconômica específica. Portanto, as sociedades da África pré‐colonial eram organizadas conforme uma ordem patrimonial ou matrimonial.

( ) A unidade de base da organização social são as megalópoles.

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Q2100077 História
Analise algumas afirmações sobre o processo de Independência no continente africano e a seguir assinale a alternativa correta:
I – Em 1940, no continente africano, apenas a Libéria não era colônia de um país europeu e, em 1963, vinte e noves estados africanos estavam independentes.
II - Muitos africanos resistiram a colonização, mas faltava unidade, organização e objetivos estratégicos. Um dos exemplos foi a resistência sanori aos franceses, no Níger.
III - Nas cidades angolanas havia uma grande movimentação de resistência, com panfletagens e criação de organizações como a organização das mulheres angolanas, criada por Deolinda Rodrigues.
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Q1852280 História
O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos territórios localizados na Ásia e na África em meados do século XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir desse tema, julgue o item seguinte.
Realizada na Ásia, a Conferência de Bandung foi um marco no processo de descolonização, sobretudo pela solidariedade dada às lutas pelas independências. 
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Q1781118 História
Sobre a história contemporânea da África, Martin Meredith assinala que, na altura da década de 1980, “a África era conhecida por seus ‘Big Men’, ditadores militares e presidentes de partido único que ocupavam o cargo reforçando seu controle pessoal, reprimindo qualquer oposição ou dissidência, autorizando polícias secretas a silenciar seus críticos, intimidando a imprensa, limitando o poder dos tribunais de justiça e tornando-se extremamente ricos” (O destino da África. Cinco mil anos de riquezas, ganância e desafios. Rio de Janeiro: Zaahar, 2017).
Acerca de referido período histórico, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - PNS P2 - História |
Q1711666 História

Foi somente a partir de 1945, com o enfraquecimento dos povos europeus por conta da Segunda Guerra Mundial que os movimentos de libertação nacional no continente africano ganham novo impulso e começam a se tornar realidade.

Sobre isso, é correto afirmar que:

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Q1682596 História
“A questão que se coloca, após a conquista da independência e a ruptura dos elos de dominação direta, é a de saber em que medida o colonialismo persiste e por quais metamorfoses passou a noção de império. (...) É forçoso reconhecer que o fim dos impérios coloniais dos séculos XIX e XX não resultou de uma decisão metropolitana ou do desejo de abdicação do poder, e sim da capacidade de revolta que é inerente ao oprimido. (...) Uma segunda questão diz respeito à possibilidade de terem os países recentemente libertados em alguns casos, aparentemente libertados da dominação colonialista direta, de escolher seu próprio caminho de afirmação política e de identidade cultural. (...) E, finalmente, uma terceira questão. Como enfrentar a batalha contra a fome, contra as desigualdades sociais internas, contra a ameaça constante de governos opressores e de ditaduras pseudomodernizantes, e, sobretudo, como dominar os males do subdesenvolvimento legados pelo colonialismo e aprofundados pelos novos mecanismos de dependência?”.
Sobre a Descolonização da Ásia e da África, assinale a alternativa CORRETA:
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Q1288995 História
Martin Meredith (2017) afirmou que “A Bélgica encarava o Congo essencialmente como um bem valioso que só precisava de uma boa gestão. Desde o fim do Estado Livre do Congo, do rei Leopoldo, em 1908, os assuntos do Congo tinham sido controlados rigidamente de Bruxelas, por um pequeno grupo de gestão que representava uma aliança entre o governo, a Igreja Católica e empresas”. Sobre a região do Congo, durante o século XX, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Em essência, o governo providenciava a administração, a Igreja cuidava da educação e do bem-estar moral e as mineradoras produziam a receita para manter a empreitada. ( ) O Congo era um empreendimento lucrativo em virtude da profusão de cobre, diamantes e urânio, o que permitia que a Bélgica mantivesse um quadro de lei, ordem e desenvolvimento limitado à capital da região. ( ) Os missionários eram ativos na construção de escolas primárias e clínicas e as mineradoras, no leste do Congo, ofereciam a seus funcionários habitação, sistemas de previdência e formação técnica, na expectativa de que com educação rígida, liderança sábia e benefícios materiais suficientes, a população ficaria contente com o governo. ( ) Os congoleses foram encorajados a se formar como funcionários administrativos, médicos, advogados ou arquitetos, o que favoreceu a formação de uma elite negra que como comunidade privilegiada, tornou-se proprietária de terra e passou a ter o direito de cidadania belga.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: A
44: C
45: E
46: A
47: B
48: B
49: E
50: C
51: B
52: C
53: D
54: D
55: E
56: C
57: B
58: A
59: A
60: D