Questões de Concurso Comentadas sobre história e geografia de estados e municípios

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Q3534799 História e Geografia de Estados e Municípios

De acordo com dados históricos e segundo o site oficial do município, Santa Rosa do Sul, no passado já foi conhecida por outros nomes. Deste modo, qual das alternativas abaixo, apresenta um nome verdadeiro, no qual Santa Rosa do Sul/SC já foi conhecida. 

Alternativas
Q3534274 História e Geografia de Estados e Municípios
Com base nos dados geográficos oficiais do IBGE, na última versão disponibilizada intitulada “Municípios Limítrofes – versão 2024”, publicada em abril de 2025, assinale a alternativa que apresenta corretamente apenas municípios que fazem limite territorial com Siderópolis, no estado de Santa Catarina.
Alternativas
Q3534273 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o site oficial do município de Siderópolis/SC analise as afirmativas abaixo, sobre a história da cidade, e Marque “V” para verdadeiro e “F” para falso. Logo após marque a alternativa com a sequência CORRETA:

( ) Siderópolis (Nova Belluno) é uma das primeiras colônias italianas do Brasil
( ) A chegada dos imigrantes italianos na região está relacionada ao movimento migratório de europeus para várias partes do mundo, principalmente para as Américas, fugindo das péssimas condições de vida a que estavam submetidos, em busca de novas possibilidades
( ) No começo do século XVII foram descobertas grandes reservas de carvão mineral no solo da região. As primeiras mineradoras começaram a se instalar, dentre elas a Companhia Siderúrgica Internacional (CSI), que explorou a região entre 1744 e 1879.
( ) A presença italiana foi tão forte que atualmente grande parte da população é bilíngue, mantenedora dos dialetos italianos, como o bergamasco e o bellunese e o idioma oficial italiano, ensinado nas escolas municipais

Alternativas:
Alternativas
Q3533647 História e Geografia de Estados e Municípios
A cidade de Florianópolis, atual capital de Santa Catarina, passou por diversas transformações históricas desde a colonização portuguesa. Originalmente chamada de Desterro, a cidade foi rebatizada após um episódio marcante da política nacional. Sobre a mudança do nome da capital catarinense, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3533192 História e Geografia de Estados e Municípios
Um objeto cerâmico, de origem portuguesa, destaca-se na história e na cultura de Apiaí/SP, que ressalta sua forma característica, ganhando, inclusive, um monumento na cidade. Que objeto é este?
Alternativas
Q3532632 História e Geografia de Estados e Municípios
Um dos principais monumentos de Apiaí/SP homenageia um senhor muito talentoso em vários instrumentos que também era um excelente compositor. Como se chamava este senhor?
Alternativas
Q3532186 História e Geografia de Estados e Municípios
Durante o século XIX, Santa Catarina recebeu muitos imigrantes europeus. Sobre esse processo de colonização, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3530478 História e Geografia de Estados e Municípios
Sena Madureira é um dos municípios mais antigos do Acre, tendo sido fundado durante o período da exploração da borracha. Sua história está diretamente ligada à ocupação da Amazônia Ocidental e à formação do estado. Sobre a origem e evolução do município, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3528918 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual das seguintes condições favorece a vocação agroflorestal e extrativista no Acre?
Alternativas
Q3528914 História e Geografia de Estados e Municípios
O Acre integra a Floresta Amazônica, o que implica: 
Alternativas
Q3528891 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual atividade econômica teve papel histórico no desenvolvimento do Acre no início do século XX?
Alternativas
Q3528308 História e Geografia de Estados e Municípios

TEXTO I


O sentido local de brega em muito se distancia da concepção mais comum nacionalmente difundida do brega como comportamento ou produção cultural “cafona” ou “kitsch”, dentro das opções oferecidas pela sociedade de consumo. Aliás, as inevitáveis referências ao “mau gosto”, “sentimentalismo” e “vulgaridade” das músicas consideradas como brega e que alcançam difusão nacional não se aplicam a percepção do público de Belém o que constitui “um brega”. A menção local a qualquer música deste estilo é feita dessa forma (um brega), sem qualquer sentido depreciativo. Na verdade, o brega local está tanto ligado ao sentido de popular quanto ao de música “para dançar”, “para festejar”.


COSTA, Antônio Maurício Dia da. Festa na cidade: o circuito bregueiro de Belém do Pará. Belém: Editora da UEPA, 2009. 



Texto II


Brega paraense é reconhecido como patrimônio cultural e imaterial: 'realização de sonho coletivo', dizem artistas 


Ritmo é sustento e inspiração para muitos paraenses, que veem reconhecimento como solidificação do trabalho. Evento sanciona brega como patrimônio cultural no Pará nesta quarta, 15. 


No Pará, um sinal incontestável de que uma música se tornou sucesso é quando ela ‘vira brega’: qualquer hit internacional ganha versões do ritmo consagrado no Norte do país. O brega foi destaque na abertura das Olimpíadas no Brasil e é referência da cultura e identidade paraense. Nascido nas periferias, o estilo brega carrega nas vertentes uma estética repleta de cores e sons vibrantes. Agora, ele é também reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará e artistas consideram a conquista a realização de um sonho coletivo.


Disponível em: g1.globo.com. Acesso em: 29 maio, 2025.



Enquanto o Texto I revela uma importante manifestação da cultura paraense, o Texto II evidencia que tal manifestação foi considerada, em 2021, como Patrimônio Cultural Imaterial do Pará. O processo de reconhecimento de bens patrimoniais de natureza imaterial é denominado de 

Alternativas
Q3528087 História e Geografia de Estados e Municípios
O Estado do Acre, antes de ser incorporado ao Brasil, esteve no centro de disputas territoriais que envolveram interesses econômicos relacionados à extração da borracha. Identifique a alternativa que descreve adequadamente esse processo.
Alternativas
Q3523110 História e Geografia de Estados e Municípios

    O município de Piçarra foi criado por intermédio da Lei nº 5.934, de 29 de dezembro de 1995, [...], que passou à categoria de cidade, com a denominação de Piçarra. Sua instalação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1997, com as posses do Prefeito Milton Pereira de Freitas, do Vice-Prefeito e Vereadores eleitos no pleito municipal de 03 de outubro de 1996.



Estatística Municipal – Piçarra: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas – Fapespa, 2023. 




A referida Lei estabeleceu a separação de Piçarra em relação a

Alternativas
Q3522774 História e Geografia de Estados e Municípios
Para estimular pesquisa de história local, qual projeto prático envolve diretamente estudantes na preservação do patrimônio?
Alternativas
Q3522773 História e Geografia de Estados e Municípios
O movimento operário de 1917 em São Paulo se diferencia de greves anteriores por:
Alternativas
Q3522463 História e Geografia de Estados e Municípios
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Histórico do Município.

A colonização do município de Jaborá teve início por volta dos anos de 1916/1919 quando chegaram as primeiras famílias de origem italiana vindas do Rio Grande do Sul, pois até então o local era habitado por indígenas.

Nas décadas de 1920 e 1930, pessoas da região colonial italiana do Rio Grande do Sul criaram Firmas Colonizadoras no Meio-Oeste Catarinense. Essas firmas faziam intensa propaganda entre as famílias de imigrantes italianos, incentivando a comprarem terras novas de mato e pinhal. Os representantes dessas firmas acompanhavam os futuros compradores em caminhos onde só se transitava a cavalo. Durante o período entre a compra e a mudança, os proprietários organizavam-se em grupos e vinham a cavalo ver suas terras, pagar impostos, negociar, etc. Essas viagens duravam em torno de um a dois meses, entre ida e volta. Às vezes pousavam ao relento, agasalhados apenas com as capas e os pelegos da montaria. Acendiam um fogo para afastar os graxains que se aproximavam para comer os salames que tinham nas bruacas, pois costumavam levar consigo algo para comer pelo caminho, como pão, queijo, salame, vinho, café, etc. Em geral traziam duas mudas de montaria, ou seja, traziam dois cavalos ou mulas e iam revezando os animais para não os cansarem demais.

O trajeto, em sua maioria, tinha partida em Nova Trento (Flores da Cunha), seguiam por Antônio Prado, pelos campos de Lagoa Vermelha e Vacaria, Vila Seca, Machadinho, passavam de balsa no Rio Pelotas, Capinzal e, finalmente, Lajeado Bonito, ou Sede São Roque (Jaborá). Esses colonizadores vinham motivados pela fertilidade das terras e dos imensos pinheirais de araucária que cobriam a região. Com bravura trabalharam arduamente para abrir estradas onde antes havia apenas picadas e enfrentaram até onças enquanto roçavam.

Primeiramente, construíram uma casa de madeira simples para poderem morar. Depois, trabalharam de sol a sol, derrubando mato para fazer roças de milho, feijão, trigo, etc. Antes de qualquer coisa, lutaram e trabalharam para conseguir o sustento da família. Os vizinhos que haviam chegado antes ajudavam os recém-chegados fornecendo mantimentos, ajudando nos trabalhos e até fornecendo porcos e novilhas para iniciar criação. Mantinham uma grande amizade, pois muitos se conheciam ainda no Rio Grande do Sul. Assim construíram a primeira vila, onde hoje é a sede do município. A localidade teve várias denominações, como Rio Bonito ou Lajeado Bonito, Sede dos Poyer, São Roque e, a partir de 1943, definitivamente passou a se chamar Jaborá.

Em 1920 chegaram as peças da primeira serraria hidráulica, trazida do Rio Grande do Sul por bois para as matas do Rancho Grande, era a Serraria do Sr. Germano Poyer, que no ano seguinte foi transferida de junto às margens do Rio Bonito para outro local e passou a funcionar com energia de máquina à vapor. Germano Poyer também construiu um moinho e olaria. No ano de 1922, apresentou-se o primeiro engenheiro, Lauro Rupp, para proceder ao loteamento e à colonização da Vila.

Em 1923 foi inaugurada a capela de São Roque, que era de madeira beneficiada e pintada à óleo. A atual Igreja Matriz São Roque foi construída artesanalmente pelos próprios membros da paróquia sob orientação dos padres franciscanos e teve sua pedra fundamental lançada em 1953, foi coberta em agosto de 1961 e inaugurada em 26 de novembro de 1961. Entretanto, uma das duas torres da igreja permaneceu inacabada até meados de 1980. Somente no final da década de 80 que, com o esforço da comunidade, a segunda torre foi concluída.

De 1948 a 1950 ocorreu a construção do Juvenato São Pascoal, também com a participação dos fiéis. Nas missas do domingo na capela, o padre escalava pessoas para trabalhar nas obras ou no transporte de material, como tijolos e areia, com caminhões e carroças. Com o esforço de todo o povo, em 21 meses estava pronto o prédio com dois pavimentos, pátio interno, quatro alas, capela com torre e dois sinos, uma típica construção de um convento franciscano. Atualmente o prédio é considerado patrimônio histórico de Jaborá e utilizado para fins educativos e culturais. Abriga a Escola Básica Municipal Alberto Bordin e o Museu Colonial Nicolaus.

O Distrito de Jaborá criado pela lei nº 941 de 31 de dezembro de 1943, foi instalado (ou inaugurado) em janeiro de 1944 com grande festividade, Missa na Capela São Roque e a presença do Prefeito Newton da Luz Macuco e outros políticos da época. No período de 1943 a 1963, Jaborá teve os seguintes representantes junto à Câmara de Vereadores de Joaçaba: na gestão do prefeito Valdomiro da Silva: Claudino Mascarello e Cláudio Werpachowski e na gestão do prefeito Ruy Klein Honrich: Claudino Mascarello, Dr. Flávio Barbizan e Olímpio Savaris.

O Município de Jaborá foi criado em 1963, durante a Administração do Prefeito de Joaçaba José Waldomiro da Silva (31-1-1961 a 31-1-1966) através da Lei da Câmara Municipal nº 3/63 de 20 de junho de 1963 e pela Lei Estadual nº 915 de 11 de setembro de 1963. O Município foi instalado em 29 de dezembro de 1963.

A Lei da Câmara Municipal foi assinada pelo Vereador (Presidente) Dr. Flávio Ernani Barbisan, médico que inclusive atuou no Hospital Santo Antônio de Jaborá durante certo tempo. A Lei da Assembléia Legislativa do Estado foi assinada pelo Deputado Ivo Silveira que mais tarde foi Governador durante o período de 1966 a 1971. O Processo de Emancipação iniciou com a realização do Plebiscito (consulta ao povo) em 15 de maio de 1963, cujo resultado somou 448 assinaturas a favor. Na época (1960), Jaborá possuía 3.902 habitantes, sendo 551 na sede.

Fonte das informações citadas: "História de Jaborá-SC. Jaborá de Ontem e de Hoje", de José Maria Bordin.

https://jabora.sc.gov.br/pagina-2313/
A respeito do processo de colonização e desenvolvimento do município de Jaborá, analise as alternativas a seguir e identifique aquela que representa corretamente os eventos históricos descritos:
Alternativas
Respostas
1241: C
1242: C
1243: D
1244: A
1245: B
1246: B
1247: B
1248: A
1249: B
1250: D
1251: B
1252: D
1253: A
1254: B
1255: C
1256: B
1257: A
1258: A
1259: D
1260: A