Questões de Concurso Comentadas sobre história e geografia de estados e municípios

Foram encontradas 12.984 questões

Q974300 História e Geografia de Estados e Municípios
Atualmente, a bandeira do município de Ivaiporã possui:
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Q974231 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando as alternativas na relação de associações de municípios do Paraná, identifique a qual delas o município de Clevelândia/PR está associado:
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Q974230 História e Geografia de Estados e Municípios
Data de instalação do município de Clevelândia/PR:
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Q966705 História e Geografia de Estados e Municípios

Em sua característica técnica geográfica para prática da aviação, agricultura e transporte em geral. Tais fatores citados anteriormente, necessitam de informações técnicas para serem viabilizados, um desses fatores é a altitude a qual tem seu valor como conhecimento geral sobre o Município de Rolim de Moura, assim sendo, a altitude do referido município é:

Disponível em: http://www.rolimdemoura.ro.leg.br/institucional/historia-do-municipio.html. Acesso em 29/05/2017.

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Q966703 História e Geografia de Estados e Municípios
Para termos uma informação de origem histórica do Município de Rolim de Moura - RO, este foi criado em 05 de agosto de:
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Q966675 História e Geografia de Estados e Municípios
No âmbito populacional e seu ranking, a cidade de Rolim de Moura está Ranqueada em:
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Q966509 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo a Lei Orgânica do Município de Andradas, compete à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, dispor sobre todas as matérias de competência do Município, EXCETO:
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Q966380 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que apresenta respectivamente as capitais dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás:
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Q966378 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a Lei Orgânica do Município de São José do Cedro - SC, o Poder Legislativo é exercido pela:
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Q966376 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a população estimada para o município de São José do Cedro – SC no ano de 2016, foi:
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Q965119 História e Geografia de Estados e Municípios
Em setembro de 2017 foram realizados vários eventos que lembraram os 30 anos do acidente com o Césio – 137, ocorrido em Goiânia. Nesse acidente radiológico, a contaminação se deu por meio de
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Q965117 História e Geografia de Estados e Municípios
Os primeiros habitantes da região onde hoje se situa Caldas Novas foram os índios das tribos
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Q965116 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o fragmento:


É mister que não esqueçam os poderes públicos goianos a grandeza da indústria hidrotermal e termal que, bem desenvolvida e sabiamente explorada, constitui um fator importantíssimo da fortuna pública e, em Goiás, deve ser um patriótico programa de Governo.

Apud: MACHADO, Maria Conceição Sarmento Padial. Capital e trabalho no processo de urbanização. Fragmentos de Cultura, Goiânia, v. 16, n. 11/12, nov./dez. 2006, p. 934.


O fragmento do texto ressalta a importância dos recursos minerais de Caldas Novas e defende que a exploração desses recursos deve ser

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Q965115 História e Geografia de Estados e Municípios
No século XVIII, além da descoberta das águas termais, outro fator que contribuiu para o povoamento da região onde hoje se situa Caldas Novas foi a observação da
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Q965113 História e Geografia de Estados e Municípios

Analise a imagem.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.opopular.com.br/editorias/cidade/pinturas-rupestres-de-s %C3%ADtios-em-serran%C3%B3polis-est%C3%A3o-amea%C3%A7adas1.70946. Acesso em 22 de outubro de 2017.


A imagem representa a chamada arte rupestre. Encontrada em diferentes regiões de Goiás, esse tipo de arte registra a presença

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Q965112 História e Geografia de Estados e Municípios
Assim como o restante do país, a economia goiana é muito dependente das rodovias. Goiás possui apenas duas ferrovias em seu território. Uma delas, a Ferrovia Norte-Sul, passa por municípios como
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Q965109 História e Geografia de Estados e Municípios
Os sistemas de transportes estão na base do funcionamento da economia de um estado. Entre as rodovias federais, uma delas corta Goiás de norte a sul, interligando cidades como Porangatu e Itumbiara. Essa rodovia denomina-se
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Q964625 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

Assinale a alternativa INCORRETA:
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Q964623 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A Freguesia de Palhoça foi elevada à condição de município autônomo:
Alternativas
Q964621 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A bandeira do município possui o desenho e as cores assim distribuídas:
Alternativas
Respostas
10981: D
10982: E
10983: D
10984: B
10985: C
10986: B
10987: B
10988: B
10989: D
10990: B
10991: D
10992: C
10993: D
10994: A
10995: A
10996: C
10997: D
10998: B
10999: B
11000: D