Questões de Concurso Sobre história e geografia de estados e municípios
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A partir do exposto, em qual alternativa consta o tipo de alteração na geografia do Estado do Pará naquela década?
Acerca do exposto, a produção de carvão atualmente é feita com uso de qual matéria prima?
Quais eram essas gemas?
Baseado na afirmação acima, qual foi o grave acidente ambiental mencionado?
Acerca do favorecimento da localização geográfica do munícipio em questão, este ocorreu:
Observe a imagem a seguir, que retrata o símbolo da cidade de Aparecida de Goiânia.

A igreja representada na imagem foi construída por meio de
Historicamente, o Brasil foi povoado, desde o início da
colonização, a partir da região litorânea. A rigor, foi a partir
de meados do século XX que políticas públicas foram lançadas
com o objetivo de ocupar extensas áreas do território
nacional com população rarefeita, como seria o caso do
Centro‐Oeste. É nessa perspectiva que se entende, por
exemplo, a decisão de se transferir a capital da República para
o Planalto Central do País. A criação da Região Integrada de
Desenvolvimento (Ride) do Distrito Federal e Entorno
inscreve‐se nesse esforço de interiorização do
desenvolvimento nacional, tendo Brasília como polo desse
processo.
A partir dessas considerações gerais e iniciais, julgue o item subsequente.
A ideia de transferência da capital brasileira para o
interior do País é antiga, mas só se concretizou no
governo de Juscelino Kubistchek (JK), com a construção
de Brasília.
Ao longo da década de 1980, no contexto da crise da Ditadura Civil-Militar, assistia-se a uma retomada dos movimentos sociais e a uma importante mudança de estratégia de ação. Desde a sua fundação, em 1978, o MNU contra a discriminação racial dirigiu os seus esforços para a denúncia da “democracia racial”. Pondo em prática uma ideia que já vinha sendo esboçada desde o início da década de 1970, o ano de 1988 foi marcado por amplas mobilizações em defesa da eleição de um dia para se comemorar a luta pela igualdade. A seguir, somaram-se diversas campanhas de denúncia do racismo ou de valorização e orgulho racial sintetizadas em poderosas frases de efeito.
MACEDO, José Rivair. O Brasil no Contexto (1987-2017). São Paulo: Contexto, 2017, página 124-125, adaptado.
O texto presente no enunciado desta questão refere-se à:
Sobre o setor industrial do estado de Mato Grosso do Sul, analise as informações a seguir:
I - O setor industrial em Mato Grosso do Sul é bastante desenvolvido, sendo a indústria de bens duráveis o ramo mais expressivo deste setor.
II - O agronegócio em Mato Grosso do Sul é responsável por boa parte da produção industrial do estado, fornecendo as matérias-primas para serem processadas.
III - O setor sucroalcooleiro é bastante desenvolvido no estado, porém a matéria-prima é adquirida em estados vizinhos, como Goiás e São Paulo.
IV - Devido à grande reserva de ferro no Maciço do Urucum (no município de Corumbá), a indústria de processamento do aço é um setor bastante desenvolvido no estado.
V - Devido à vocação agropastoril na economia de Mato Grosso do Sul, não existe nenhum setor industrial com desenvolvimento considerável no estado.
A alternativa que apresenta somente o(s) item(ns) correto(s) é:
A era história desses últimos 30 anos tem sido uma era de indefinições e de incertezas quanto aos rumos do país e aos horizontes das novas gerações.
Nesses 30 anos, o Brasil transitou da alegria e da esperança sem medidas para o ceticismo e o
desalento, da euforia para o desencanto, da certeza de que estávamos no rumo certo das
possibilidades que a História nos abria para o vazio e o abismo. Imaginávamos que éramos de
esquerda para descobrir ao fim e ao cabo que éramos uma direita disfarçada, incapazes de
revolucionar o modo de vida porque algemados numa concepção estatista do poder e numa
consciência política pobre de tipo arcaico. Perdidos no redemoinho que nos joga, ao mesmo
tempo, para as alturas do radicalismo verbal e para as profundezas do realismo reacionário do
passado que nos domina e regula. Mergulhamos no tempo da indefinição e da indecisão.
Nesse novo tempo, a criminalidade organizada se difundiu e se tornou influente, o medo, a
insegurança e a incerteza se tornaram componentes da estrutura de personalidade dos
brasileiros, as novas gerações passaram a se comportar como adultas, amadurecidas à força, o
autoritarismo autocrático foi confundido com a democracia. Difundiu-se entre nós a concepção de
que democracia é a multiplicação dos comportamentos autoritários gestados e difundidos durante
a ditadura. A reação contra a ditadura não foi reação pela democracia, mas difusão do direito de
ser ditatorial e intolerante como ela foi – a “democratização” do mandonismo. O capitalismo que a
ditadura favoreceu, e incrementou tornou-se o capitalismo da corrupção, da propina, do
favorecimento escuso. Aqui, o capitalismo não reproduziu o modelo da ética protestante que o
concebeu. Temos o nosso capitalismo, o da “Lei de Gerson”, o “João sem braço”, o dinheiro
circulando livremente entre o lucro legítimo, o crime organizado e o poder desorganizado. Esses 30 anos foram os anos da lenta e segura edificação da desordem, que impõe ao cidadão a busca
constante de estratégias de sobrevivência, de reaprender regras todos os dias porque as regras
aqui não são mudadas por convenção mas por esperteza de quem manda e de quem pode.
Nesses 30 anos o Brasil aniquilou a política.
MARTINS, José de Souza. Sociedade Brasileira. O Brasil no Contexto (1987-2017). São Paulo: Contexto, 2017, página 25-27, adaptado.
Sobre o texto do intelectual José de Souza Martins, apresentado nesta questão, é coerente
afirmar que a reflexão deste pensador sobre a realidade do Brasil está inserida no contexto de
que: