Questões de Concurso Sobre história e geografia do estado de santa catarina em história e geografia de estados e municípios

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Q1702950 História e Geografia de Estados e Municípios
Fraiburgo é famosa por seus vastos pomares de maçã, principalmente dos tipos:
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Q1318917 História e Geografia de Estados e Municípios

Um episódio da história catarinense permanece na memória de Fraiburgo, onde ocorreram alguns dos seus embates.


Assinale a alternativa que identifica o conflito.

Alternativas
Q1318916 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma das atrações turísticas de Fraiburgo é uma grande área de preservação com um mini zoológico, onde se podem fazer agradáveis caminhadas ou passeios de jipe.

Trata-se do (da):
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Q1318915 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que indica a região do Brasil onde está situado o Município de Fraiburgo.
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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC
Q1234300 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a vegetação do Estado de Santa Catarina, analise as afirmativas abaixo:
1. As formações vegetais encontradas no Estado de Santa Catarina refletem a sua localização geográfica. (longitude) 
2. As principais formações vegetais do Estado de Santa Catarina são: vegetação litorânea, floresta tropical, floresta ombrófila mista, floresta estacional decidual e campos.  3. A floresta ombrófila mista e a floresta estacional decidual ocorrem, respectivamente, nos planaltos e nos vales do rio Uruguai. As principais espécies além da araucária são canela, cedro, imbuia e erva-mate.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC
Q1214240 História e Geografia de Estados e Municípios
Recentemente um país asiático reabriu o seu mercado para a carne de frangos, suínos e bovinos do Brasil. Santa Catarina é o maior fornecedor brasileiro de carne suína e de frango para aquele país.
Assinale a alternativa que indica o país a que se refere a notícia. 
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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Fraiburgo - SC
Q1206273 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 1828, o Governo Central ordenou ao Presidente da Província de Santa Catarina que instalasse no território catarinense colonos alemães, alguns  chegados de Bremen e outros remanescentes da  “Legião Alemã”, tropa de mercenários dissolvida no Rio  de Janeiro. Esta determinação deu origem à primeira  colônia alemã criada oficialmente em Santa Catarina.
O texto faz referência à criação da Colônia:
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Ano: 2017 Banca: IOPLAN Órgão: Prefeitura de São Domingos - SE
Q1196270 História e Geografia de Estados e Municípios
Além do brasão de armas e bandeira, qual é também considerado um dos símbolos oficiais do Estado de Santa Catarina? Analise as alternativas e assinale a correta.
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Q1089389 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale as frases sobre a história de Lindóia do Sul como Verdadeiras ou Falsas. Após marque a sequência correta.
( ) Conta-se que o nome do Município de Lindóia do Sul originou-se quando os desbravadores, diante da paisagem do Rio Engano, exclamaram: “Lindo! Olha!” ( ) A colonização de Lindóia do Sul iniciou com a vinda de imigrantes italianos e alemães que fugiam da I Guerra Mundial. ( ) O Município de Lindóia do Sul faz parte do chamado Vale da Produção devido ao destaque no estado na produção de grãos. ( ) A emancipação de Lindóia do Sul foi no ano de 1990, desmembrando-se do Município de Concórdia. ( ) A principal atividade econômica na época da colonização foi a extração de madeira e a agricultura.
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Q1089388 História e Geografia de Estados e Municípios
Quais são os municípios da microrregião do Alto Uruguai Catarinense que fazem divisa com o Município de Lindóia do Sul
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Q1022184 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o artigo 10 da Lei Orgânica do Município de Porto Belo, compete ao município, EXCETO:
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Q966378 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a Lei Orgânica do Município de São José do Cedro - SC, o Poder Legislativo é exercido pela:
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Q966376 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a população estimada para o município de São José do Cedro – SC no ano de 2016, foi:
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Q964625 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

Assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q964624 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

Assinale a alternativa verdadeira:
Alternativas
Q964623 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A Freguesia de Palhoça foi elevada à condição de município autônomo:
Alternativas
Q964621 História e Geografia de Estados e Municípios

                                         UMAS ESCRITAS

                                                                        Por: Sírio Possenti. Disponível em:

                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4919/n/umas_escritas

                                                                                          Acesso em 29 mai 2017.


      O português popular escrito, de Edith Pimentel Pinto (São Paulo: Contexto, 1990), é um volume precioso. Deveria fazer parte da bibliografia dos cursos de letras, pedagogia e jornalismo, pelo menos.

      Estudantes de letras teriam à disposição uma bela amostra das principais características da escrita, tanto do ponto de vista textual quanto ortográfico, quando exercida por pessoas não muito escolarizadas. Ao invés de apenas fazer rir (como ocorre com as numerosas ‘placas do meu Brasil’, que podem ser vistas na internet), o livro é um precioso documento de indícios das hipóteses que vão pela cabeça das pessoas quando decidem escrever. Escrever é sempre um pouco solene, e, portanto, nunca se trata de descuido – como muitos poderiam pensar.

      Pedagogos teriam nele um mapa das dificuldades pelas quais passa uma criança que aprende a escrever, todas pertinentes, algumas variando de região a região e de classe social a classe social, mas muitas comuns a todas.

      Jornalistas, cuja ferramenta é a língua, poderiam aprender a tratar a variação como um fato (que até poderia ser notícia), sem contar que lá estão muitos ‘erros’ que eles mesmos cometem depois de 15 anos de escola e em uma profissão na qual se escreve diariamente...

      Quando se encontram grafias como ‘curuja’ ou ‘minino’, a pronúncia dessas vogais e nessas posições explica o fato. É um erro de escrita, evidentemente, mas tem explicação. E está longe da burrice. O mesmo vale para ‘maudade’ (sem contar que a dúvida entre ‘mal’ e ‘mau’ pode continuar pela vida afora).

      Esses erros revelam aspectos da língua falada e hipóteses sobre como lidar com casos em que a relação entre fala e escrita é menos transparente (ninguém erra ‘baba’ ou ‘data’).

      No entanto, há escritas efetivamente erradas, mesmo que se trate de fatos cuja natureza tem a ver com os acima mencionados, e cuja função é derrisória. São erros produzidos conscientemente, para humilhar. Ocorrem na escrita de gente estudada, que circula pela mídia, e que se vale de certo traço da linguagem de determinados grupos sociais para sugerir que se trata de gente despreparada, inferior, que deveria ficar no seu lugar.

      Apesar da evidente função, essa escrita revela a ignorância que caracteriza quem a pratica com a intenção de mostrar que o ignorante é o outro. [...]  

A bandeira do município possui o desenho e as cores assim distribuídas:
Alternativas
Q947095 História e Geografia de Estados e Municípios

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre a produção energética no Brasil.


( ) Principalmente por conta da disponibilidade de recursos hídricos, bem como do domínio da tecnologia que os envolve, o Brasil destaca-se mundialmente pela utilização de matrizes energéticas limpas.

( ) Segundo ranking apresentado pela Global Wind Energy Council (GWEC), divulgado em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com menor capacidade instalada de energia eólica na América Latina.

( ) Como forma de incentivo à produção de energia renovável, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estabeleceu a Resolução Normativa 482, de 17 de abril de 2012, que, entre outras determinações, prevê o sistema de compensação de energia elétrica.

( ) A utilização de biomassa como fonte para a produção de energia tem diminuído no Brasil em virtude da pouca capacidade já instalada para sua geração e da escassez de matéria prima.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q947094 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o poeta catarinense Lindolf Bell, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q947093 História e Geografia de Estados e Municípios

Em relação aos refugiados e aos fluxos migratórios contemporâneos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
3281: A
3282: B
3283: E
3284: A
3285: D
3286: B
3287: C
3288: C
3289: A
3290: D
3291: A
3292: D
3293: B
3294: B
3295: A
3296: B
3297: D
3298: B
3299: E
3300: D