Questões de Concurso
Sobre história e geografia do estado de pernambuco em história e geografia de estados e municípios
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(Joana Mendonça in http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/1725/olinda-em-pernambuco-transforma-se-na-maior-galeria-de-arte-aberta-do-pais, 2006).
Considerando que o projeto foi muito bem sucedido durante os anos em que ocorreu, caso a Prefeitura de Olinda viesse a ter interesse em reeditar e executar o projeto, que ação caberia à atual Secretaria de Patrimônio e Cultura?
Texto 04
Num país identificado pela religiosidade, festas e as “artes populares”, Olinda consegue sobressair-se exatamente por conta de tais manifestações. Praticado com devoção, o culto à religião católica, continua da tradição colonial. Cidade do frevo, dos pastoris e do maracatu, da cerâmica, da talha na madeira, a criatividade do seu povo ampliou o fascínio que a ambiência natural, urbana e arquitetônica, sempre exerceu sobre os artistas. Como o artista holandez Albert Eckhout, que, no século XVII, apaixonou-se pela cidade. Hoje, poetas, músicos, dançarinos, fotógrafos, atores, artistas plásticos e criadores anônimos escolhem Olinda para viver, tornando-a um lugar de grande animação cultural.
(Adaptado de http://portal.iphan.gov.br/ - Centro Histórico de Olinda).
Considerando Olinda um celeiro artístico, podemos afirmar que se firmaram como artistas de Olinda, não necessariamente por nascerem na localidade, mas por adotarem a cidade como lugar para habitar e/ou desenvolver seu trabalho:
I. Bajado, Giuseppe Baccaro, Gilvan Samico, Marisa Gatis.
II. Guita Charifker, João Câmara, Tereza Costa Rêgo, Tiago Amorim.
III. Zé Som, Lula Cardoso Ayres, Ferrer, José Cláudio.
IV. Delano, Demétrio, Ariano Suassuna, Iza do Amparo.
V. Fernando Augusto, Gina, Pedro Dias, Marianne Peretti.
Estão CORRETOS apenas os itens
(Adaptado do http://portal.iphan.gov.br/).
Compõem essa vegetação típica nos logradouros, nos jardins e nos quintais de Olinda:
A expressão dita pelo Donatário quis se referir ao seguinte aspecto da cidade de Olinda:
Para caracterizá-los, associe a segunda coluna de acordo com a primeira.
1. Maracatu Rural 2. Maracatu Nação
( ) Caboclo de Lança ( ) Calunga ( ) Baque Virado ( ) Baque Solto ( ) Zona da Mata ( ) Dama do Passo
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Texto 03
O Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, de acordo com a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 2003 e ratificada pelo Brasil em 2006, é composto pelas práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu Patrimônio Cultural.
(Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71 - acesso em 13/10/24).
Qual desses sete Patrimônios brasileiros pertencem a Pernambuco e como ficou denominado o seu título?
Assinale a alternativa que apresenta o nome dos três Patrimônios Vivos de Olinda empossados em 2024.
Indique, abaixo, a alternativa em que todos os nomes listados, fazem parte do acervo que compõem o Registro de Patrimônio Vivo de Pernambuco, embora alguns(mas) sejam “In Memorian".
Criar diferentes iniciativas para tornar pública a condição do negro e expor o racismo como problema a ser enfrentado em todas as esferas da sociedade, foi uma das preocupações do MNUPE. Para tanto, foram criados jornais, que funcionaram como canais de protesto negro, pois não havia espaço na imprensa comercial para discussões relacionadas às questões raciais.
ANTOS, Maria Emília Vasconcelos dos; ROCHA, Sebastião Alves da. O movimento negro unificado de Pernambuco e o Jornal Negritude (1986-1988). História UNICAP, Recife, PE, Brasil, v. 6, n. 11, p. 177–190, 2019. Disponível em: https://www1.unicap.br/ojs/index.php/historia/article/view/1428.. Acesso em: 19 jul. 2024. Adaptado.
Levando em consideração a temática apresentada pelo texto, analise as afirmativas abaixo.
I. Em Pernambuco, o MNU, Movimento Negro Unificado, criou estratégias para que os debates a respeito das questões raciais fossem disseminados, pois os meios tradicionais não divulgavam tais discussões.
II. A princesa Isabel foi a responsável por assinalar a Lei Áurea, no dia 13 de maio de 1888, lei que legislava sobre a liberdade e a inclusão da população negra na sociedade de classes.
III. Atualmente, o Dia da Consciência Negra ocorre em 20 de novembro, data da formação do Quilombo de Palmares, cuja principal liderança é conhecida como Zumbi dos Palmares.
IV. A abolição do tráfico negreiro ocorreu em 1850, durante o Segundo Reinado, através da Lei Eusébio de Queirós, antes dela outras leis foram escritas, mas não tiveram efeitos práticos.
É correto apenas o que afirma em:
O município situa-se na bacia do rio Capibaribe, tendo como seus principais tributários os rios Capibaribe, Aratangi, Goitá, Tapacurá, Muribara, Macaco, Maninimbu, Tejipió, Pirãozinho e Várzea do Una. Além das barragens de Tapacurá e Goitá.
SLM. São Lourenço da Mata. Câmara Municipal, Pernambuco. Disponível em: https://www.saolourencodamata.pe.leg.br/saolourencodamata. Acesso em: 19 jul. 2024.
O contexto sócio-histórico local é um importante aliado no processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a história de São Lourenço da Mata permite que a(o) professor(a) estabeleça relações com o período
MENDONÇA, Paulo Roberto Soares. Da Cidade como Núcleo Político das Civilizações da Antiguidade: Egito e Mesopotâmia. Revista de Direito da Cidade, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 170–196, 2013. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/rdc/article/view/10362. Acesso em: 17 jul. 2024.
Levando em consideração a faixa etária na qual a temática discutida pelo texto está inserida na grade curricular do Estado de Pernambuco, é importante
A Taxonomia de Bloom [...] é estruturada em níveis de complexidade crescente [...] e isso significa que, para adquirir uma nova habilidade pertencente ao próximo nível, o aluno deve ter dominado e adquirido a habilidade do nível anterior.
Só após conhecer um determinado assunto alguém poderá compreendê-lo e aplicá-lo. [...]
FERRAZ, Ana Paula do Carmo Marcheti e BELHOT, Renato Vairo. Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, v. 17, n. 2, p. 421-431, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQq FdqBm/abstract/?lang=pt. Acesso em: 15 jul. 2024.
Texto II
Texto III
(EF06HI12PE) Reconhecer, analisar e valorizar a participação dos diferentes povos indígenas nos vários períodos da história local, regional, nacional e continental, com especial atenção para os vários povos que ocuparam o território que hoje forma o estado de Pernambuco. PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes Currículo de Pernambuco: educação infantil. – Recife: A Secretaria, 2019. O processo de aprendizagem ocorre em etapas. Analise as afirmativas que podem compor uma sequência didática do Ensino de História, considerando a habilidade apresentada no Texto III.
1. Descrever as especificidades da organização política, social, cultural etc., e a atuação das populações indígenas presentes na história do continente americano.
2. Debater a participação das populações indígenas em processos históricos distintos, especialmente àquelas do território pernambucano.
3. Comparar as especificidades e a atuação das populações indígenas em processos históricos diversos, avaliando a importância desses acontecimentos.
4. Apresentar a diversidade étnica da população indígena do continente americano, identificando sua localização geográfica.
Para que um estudante do Ensino Fundamental II possa adquirir a habilidade descritora do texto III, qual deve ser a sequência correta utilizada pelo(a) professor(a) de História?
Antonio de Sousa Leão, conhecido como Barão de Morenos, foi o primeiro a adquirir e desenvolver o engenho Morenos, transformando-o na principal propriedade agrícola de Jaboatão. Ele comprou o engenho diretamente dos herdeiros de Baltazar Gonçalves Moreno, sem intervenções de outros proprietários ao longo da história do engenho.
O engenho Morenos desempenhou um papel significativo na guerra de restauração de Pernambuco. Foi do engenho de Baltazar Gonçalves Moreno que os conjurados, incluindo Amador de Araújo, Pedro Marinho e João Paes Cabral, partiram para se juntarem às tropas de João Fernandes Vieira. A batalha do Monte das Tabocas, em 3 de agosto de 1645, começou no engenho Morenos e terminou com a retirada das tropas holandesas, marcando um evento crucial na resistência contra a ocupação holandesa.
A história do município do Moreno começou com a chegada dos irmãos portugueses Baltazar Gonçalves Moreno e Gaspar Gonçalves Moreno, que adquiriram um engenho bem montado na margem do rio Jaboatão. Baltazar comprou o engenho de Carlos Francisco Drago, em 29 de fevereiro de 1616, marcando o início do desenvolvimento da região. Posteriormente, o engenho passou por vários proprietários, incluindo a Condessa de Penaguião e João de Barros Rego, antes de ser adquirido por António de Sousa Leão, que se tornou o Barão de Morenos.
A fundação do engenho Nossa Senhora da Apresentação, que mais tarde se tornou o engenho Morenos, ocorreu no início do século XVIII, sendo inicialmente estabelecida pelo judeu convertido Carlos Francisco Drago. Baltazar Gonçalves Moreno foi o primeiro proprietário a introduzir a produção de açúcar no engenho, transformando-o em uma das principais unidades produtivas da região.
Baltazar Gonçalves Moreno desempenhou um papel importante na ocupação e desenvolvimento agrícola da região do Jaboatão, não apenas adquirindo o engenho Nossa Senhora da Apresentação, mas também contribuindo para as prosperidades da região. A propriedade foi um ponto central durante os conflitos da guerra de restauração, sendo mencionada em diversos documentos históricos, incluindo as Atas do Alto Conselho do Recife.
Sobre os povos originários do Brasil e do Estado de Pernambuco, julgue a afirmativa abaixo:
povos indígenas que habitavam o território de
Pernambuco antes da chegada dos europeus, como os
Caetés e os Tabajaras, praticavam a agricultura de
subsistência, cultivando principalmente mandioca, milho
e feijão, o que lhes permitia manter uma organização
social complexa baseada em aldeias estáveis.