Questões de Concurso
Comentadas sobre história e geografia do estado de pernambuco em história e geografia de estados e municípios
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Criar diferentes iniciativas para tornar pública a condição do negro e expor o racismo como problema a ser enfrentado em todas as esferas da sociedade, foi uma das preocupações do MNUPE. Para tanto, foram criados jornais, que funcionaram como canais de protesto negro, pois não havia espaço na imprensa comercial para discussões relacionadas às questões raciais.
ANTOS, Maria Emília Vasconcelos dos; ROCHA, Sebastião Alves da. O movimento negro unificado de Pernambuco e o Jornal Negritude (1986-1988). História UNICAP, Recife, PE, Brasil, v. 6, n. 11, p. 177–190, 2019. Disponível em: https://www1.unicap.br/ojs/index.php/historia/article/view/1428.. Acesso em: 19 jul. 2024. Adaptado.
Levando em consideração a temática apresentada pelo texto, analise as afirmativas abaixo.
I. Em Pernambuco, o MNU, Movimento Negro Unificado, criou estratégias para que os debates a respeito das questões raciais fossem disseminados, pois os meios tradicionais não divulgavam tais discussões.
II. A princesa Isabel foi a responsável por assinalar a Lei Áurea, no dia 13 de maio de 1888, lei que legislava sobre a liberdade e a inclusão da população negra na sociedade de classes.
III. Atualmente, o Dia da Consciência Negra ocorre em 20 de novembro, data da formação do Quilombo de Palmares, cuja principal liderança é conhecida como Zumbi dos Palmares.
IV. A abolição do tráfico negreiro ocorreu em 1850, durante o Segundo Reinado, através da Lei Eusébio de Queirós, antes dela outras leis foram escritas, mas não tiveram efeitos práticos.
É correto apenas o que afirma em:
O município situa-se na bacia do rio Capibaribe, tendo como seus principais tributários os rios Capibaribe, Aratangi, Goitá, Tapacurá, Muribara, Macaco, Maninimbu, Tejipió, Pirãozinho e Várzea do Una. Além das barragens de Tapacurá e Goitá.
SLM. São Lourenço da Mata. Câmara Municipal, Pernambuco. Disponível em: https://www.saolourencodamata.pe.leg.br/saolourencodamata. Acesso em: 19 jul. 2024.
O contexto sócio-histórico local é um importante aliado no processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a história de São Lourenço da Mata permite que a(o) professor(a) estabeleça relações com o período
MENDONÇA, Paulo Roberto Soares. Da Cidade como Núcleo Político das Civilizações da Antiguidade: Egito e Mesopotâmia. Revista de Direito da Cidade, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 170–196, 2013. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/rdc/article/view/10362. Acesso em: 17 jul. 2024.
Levando em consideração a faixa etária na qual a temática discutida pelo texto está inserida na grade curricular do Estado de Pernambuco, é importante
Antonio de Sousa Leão, conhecido como Barão de Morenos, foi o primeiro a adquirir e desenvolver o engenho Morenos, transformando-o na principal propriedade agrícola de Jaboatão. Ele comprou o engenho diretamente dos herdeiros de Baltazar Gonçalves Moreno, sem intervenções de outros proprietários ao longo da história do engenho.
O engenho Morenos desempenhou um papel significativo na guerra de restauração de Pernambuco. Foi do engenho de Baltazar Gonçalves Moreno que os conjurados, incluindo Amador de Araújo, Pedro Marinho e João Paes Cabral, partiram para se juntarem às tropas de João Fernandes Vieira. A batalha do Monte das Tabocas, em 3 de agosto de 1645, começou no engenho Morenos e terminou com a retirada das tropas holandesas, marcando um evento crucial na resistência contra a ocupação holandesa.
A história do município do Moreno começou com a chegada dos irmãos portugueses Baltazar Gonçalves Moreno e Gaspar Gonçalves Moreno, que adquiriram um engenho bem montado na margem do rio Jaboatão. Baltazar comprou o engenho de Carlos Francisco Drago, em 29 de fevereiro de 1616, marcando o início do desenvolvimento da região. Posteriormente, o engenho passou por vários proprietários, incluindo a Condessa de Penaguião e João de Barros Rego, antes de ser adquirido por António de Sousa Leão, que se tornou o Barão de Morenos.
A fundação do engenho Nossa Senhora da Apresentação, que mais tarde se tornou o engenho Morenos, ocorreu no início do século XVIII, sendo inicialmente estabelecida pelo judeu convertido Carlos Francisco Drago. Baltazar Gonçalves Moreno foi o primeiro proprietário a introduzir a produção de açúcar no engenho, transformando-o em uma das principais unidades produtivas da região.
Baltazar Gonçalves Moreno desempenhou um papel importante na ocupação e desenvolvimento agrícola da região do Jaboatão, não apenas adquirindo o engenho Nossa Senhora da Apresentação, mas também contribuindo para as prosperidades da região. A propriedade foi um ponto central durante os conflitos da guerra de restauração, sendo mencionada em diversos documentos históricos, incluindo as Atas do Alto Conselho do Recife.
Sobre os povos originários do Brasil e do Estado de Pernambuco, julgue a afirmativa abaixo:
povos indígenas que habitavam o território de
Pernambuco antes da chegada dos europeus, como os
Caetés e os Tabajaras, praticavam a agricultura de
subsistência, cultivando principalmente mandioca, milho
e feijão, o que lhes permitia manter uma organização
social complexa baseada em aldeias estáveis.
Sobre os povos originários do Brasil e do Estado de Pernambuco, julgue a afirmativa abaixo:
Os Tupiniquim, um dos povos originários presentes
no litoral brasileiro, foram os principais aliados dos
colonizadores portugueses na expulsão dos franceses
do Rio de Janeiro, mas tiveram pouca influência na
resistência indígena no território de Pernambuco durante
o período colonial.
Sobre os povos originários do Brasil e do Estado de Pernambuco, julgue a afirmativa abaixo:
Os povos Tabajaras, que também habitavam a
região de Pernambuco, estabeleceram alianças
estratégicas com os portugueses durante a invasão
holandesa, o que lhes garantiu uma posição de relativa
autonomia e influenciou as dinâmicas de poder locais no
período colonial.
Sobre os povos originários do Brasil e do Estado de Pernambuco, julgue a afirmativa abaixo:
Durante o período colonial, os Caetés, um dos
principais povos originários de Pernambuco, resistiram
ativamente à colonização portuguesa, culminando no
episódio histórico do naufrágio e subsequente morte de
Dom Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil,
pelos indígenas em 1556.
Considerado como fundador do município de Brejo da Madre de Deus: