Questões de Concurso Sobre história e geografia do estado de goiás em história e geografia de estados e municípios

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Q3091756 História e Geografia de Estados e Municípios
Observe a imagem a seguir.
Captura_de tela 2024-12-02 100537.png (443×306)
Disponível em: <https://www.jornalopcao.com.br>. Acesso em: 17 fev. 2024.

A manchete e a fotografia referem-se a uma obra que marcou o desenvolvimento do estado de Goiás na década de 1980, destacando-se 
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Q3091755 História e Geografia de Estados e Municípios
Observe a imagem a seguir.
Captura_de tela 2024-12-02 100440.png (440×156)
IBGE/PNADc - 4º trimestre de 2019. Disponível em: < https://novoscaminhos.mec.gov.br/images/arquivos_mapa/goias/go_relatorio_fi nal.pdf>. Acesso em: 27 jun. 2024.

O quadro corresponde aos rendimentos da população do estado de Goiás, no ano de 2019, mostrando que entre os diversos grupos sociais os rendimentos são marcados
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Q3091754 História e Geografia de Estados e Municípios
Na década de 1950, na região que hoje corresponde ao norte goiano, ocorreu uma luta que foi gerada pela ação de um grupo de grileiros que, através de diversas formas de violência e intimidação, expulsavam os camponeses de suas terras. Trata-se
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Q3091753 História e Geografia de Estados e Municípios
Durante o Estado Novo, o presidente Getúlio Vargas liderou um projeto que ia ao encontro do que os idealizadores de Goiânia, nova capital do estado de Goiás, necessitavam naquele cenário: uma política de integração nacional, que valorizasse as terras do interior do Brasil. Esse movimento para promover o desenvolvimento populacional e a integração econômica das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil recebeu o nome de
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Q3091752 História e Geografia de Estados e Municípios
Após a década de 1970, o desenvolvimento econômico do estado de Goiás passou por um processo de aceleração, quando se estabeleceram em seu território grandes empresas agroindustriais, principalmente na região
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Q3091681 História e Geografia de Estados e Municípios
A chapada dos Veadeiros tem provocado um aumento considerável no número de turistas na região Nordeste do Estado de Goiás. A exploração dessa atividade no local está baseada no chamado turismo
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Q3091680 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

Nos últimos 38 anos, entre 1985 e 2022, o Estado de Goiás perdeu um total de 4,5 milhões de hectares de área nativa, deixando de ter 14,8 milhões de hectares (Mha) de área com vegetação natural para os atuais 10,3 milhões de ha. Proporcionalmente, em 1985 a área nativa do território representava 43,73%, enquanto este número, no ano passado, segundo imagens de satélite analisadas pelo projeto MapBiomas, chegou a 30,47%. Com isso, Goiás é o quinto estado do Brasil com menor proporção de área nativa com relação ao total do território. Neste mesmo período, o uso antrópico da terra passou de 18,5 Mha há 38 anos para 23,3 Mha, ou seja, um ganho total de 26,19% de área.

Disponível em: <https://opopular.com.br/cidades/goias-e-o-quinto-estadocom-menos-area-nativa-1.3068211>. Acesso em: 16 fev. 2024. [Adaptado].

A atividade que mais ocupou áreas nativas no estado de Goiás, ao longo do período mencionado, foi
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Q3091679 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

Com 1.053.439 habitantes a mais do que em 2010, Goiás chegou a 7.055.228 moradores, segundo dados divulgados, em 2023, pelo IBGE. A população do estado era de 6.001.789 pessoas no censo anterior. Entre os mais de 1 milhão e 53 mil novos habitantes em Goiás, 607 mil são das concentrações urbanas de Goiânia e de Brasília – excluindo-se dessa conta a própria Brasília para recortar apenas municípios goianos. Posto de outra forma, 58 em cada 100 novos moradores de Goiás, desde 2010, são de Goiânia, dos seus arredores ou do Entorno do Distrito Federal.

Disponível em: <https://portal.al.go.leg.br>. Acesso em: 15 fev. 2024.

O texto evidencia que a demografia goiana, entre 2010 e 2022, caracteriza-se
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Q3091678 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

Habitante secular das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, esse grupo indígena mantém costumes tradicionais como a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais, os enfeites plumários, a cestaria, o artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face.

Elaborado pelo autor(a).

O texto corresponde aos
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Q3091677 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do sul de Goiás, no século XIX, deu-se após o povoamento do Sul de Minas e do Triângulo Mineiro, quando levas de migrantes adentraram o território goiano. A principal atividade à qual essas pessoas se dedicaram foi
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Q3091403 História e Geografia de Estados e Municípios
A forte presença da indústria sucroalcooleira em Carmo do Rio Verde é responsável por
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Q3091055 História e Geografia de Estados e Municípios
O Rio Maranhão, que compõe a hidrografia de Padre Bernardo, tem origem na bacia hidrográfica 
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Q3091054 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Padre Bernardo está localizado na mesorregião 
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Q3090910 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início no século passado com o estabelecimento das primeiras fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens de boa qualidade.

Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a região Centro-Sul.

A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933, romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do vale, com o objetivo de formar uma cidade.

Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo, em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais, celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais a função da cura. 

A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que desejassem se fixar na região. 

Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.

Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
Segundo a Lei Complementar nº 181/2023, do legislativo do Estado de Goiás, sancionada pelo governador, instituiu-se a Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal (RME), da qual o município de Padre Bernardo, GO, passou a fazer parte com mais 10 municípios goianos. As Regiões Metropolitanas e as Aglomerações Urbanas são recortes instituídos por lei complementar estadual, de acordo com a determinação da Constituição Federal de 1988, visando integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. Qual alternativa corresponde às políticas públicas da Lei Complementar nº 181/2023, de acordo com a determinação da Constituição Federal de 1988?
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Q3090909 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início no século passado com o estabelecimento das primeiras fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens de boa qualidade.

Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a região Centro-Sul.

A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933, romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do vale, com o objetivo de formar uma cidade.

Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo, em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais, celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais a função da cura. 

A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que desejassem se fixar na região. 

Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.

Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
Segundo o IBGE, qual é a estimativa populacional de habitantes do município de Padre Bernardo, GO, para o ano de 2024?
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Q3090908 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

O catolicismo era o cimento que ligava e mantinha estável os vários segmentos da sociedade colonial. Era o elemento comum e o pré-requisito primário de sociabilidade que abarcava o Rei e o mais humilde dos escravos, a beata devota e o mais valente dos bandeirantes. Ser católico, nos tempos coloniais, não se restringia à salvação da alma e demais liturgias religiosas, mas significava também participar de atividades de lazer, integrar-se no corpo político e apreciar produções estéticas. O catolicismo era o elemento de identidade comum que homogeneizava as demais diferenças sociais, ligadas ao nascimento, à cor da pele, a posses materiais e ao gênero.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 97.

Sobre as manifestações religiosas católicas em Goiás, destaca-se uma, como a única em todo o mundo que só se celebra aqui, desde o século XIX, o que faz dessa festa uma devoção inédita e única na Igreja Católica, por ter a pessoa de Deus Pai como único foco dessa romaria. Isso se refere aos festejos
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Q3090907 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

O relevo predominante é de terras de baixas amplitudes altimétricas e, na maior parte, terras planas. O ponto mais alto do Estado é a Serra do Pouso Alto, que está a 1.676 metros do nível do mar. O Estado de Goiás está localizado no Planalto Central do Brasil, entre chapadas, planaltos, depressões e vales. Há muitas variações de relevo no Estado de Goiás, terrenos cristalinos sedimentares antigos, áreas de planalto, moldados por processos erosivos, áreas de chapadas. 65% das terras de Goiás tem aptidão boa ou regular para lavouras. Cerca de 47 % das terras têm aptidão para agricultura com alto nível de capital e tecnologia havendo a necessidade constante de emprego de práticas de conservação do solo.
Disponível em: <https://www.codevasf.gov.br/acesso-ainformacao/institucional/biblioteca-geraldo-rocha/publicacoes/outraspublicacoes/caderno-de-caracterizacao-estado-de-goias.pdf>. Acesso em: 07 out. 2024.

Sobre o relevo do Estado de Goiás, é possível afirmar que
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Q3090906 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

A implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste, contribui para romper os grilhões que condicionavam a produção agrícola local a uma situação de quase subsistência. As lavouras cresceram e se especializaram ao ritmo do prolongamento dos trilhos. Assim, a agricultura, ao lado da pecuária de corte, começava a se organizar também como atividade mercantil. A produção que antes apodrecia nas roças, por falta de meios de transporte para escoá-la, passou a ser exportada para os mercados do Centro-Sul.
BORGES, Barsanufo Gomides. A economia agrária goiana no contexto nacional (1930-1960). In: ARRAIS, Cristiano A.; SANDES, Noé F. (Org). A história escrita: percursos da historiografia goiana. Goiânia: Gráfica UFG, 2018, p. 118.

Neste contexto, o primeiro produto agrícola a ser escoado pela estrada de ferro foi
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Q3090905 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia os textos a seguir.

A metáfora criada por Sérgio Buarque de Holanda, “Semeadores de cidades”, não podia ser mais apropriada para explicar o processo de ocupação do interior do território colonial a partir do século XVIII. Conforme observado, esse verdadeiro rush para o Oeste, que expandiu os limites das possessões lusitanas demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas, não tem equivalente na história da humanidade. Contudo, o número de vilas e cidades foi modesto na colônia, tendo em vista o aparato administrativo e político que envolvia essas hierarquias urbanas. Assim, enquanto Portugal – no final do período colonial, com uma população de quase 3 milhões – possuía 22 cidades e 500 vilas, o Brasil, com uma população de 4 milhões de habitantes, possuía apenas 12 cidades e 213 vilas, além de um expressivo número de arraiais – mais de 40 apenas em Goiás.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 20-21.

Em Goiás do Brasil Colônia, “com a mineração, surgiram os povoados [arraiais], às vezes com apenas quinze ou vinte casas, cobertas de folhas de coqueiros ou de sapé e, em cada um deles, uma capela era erguida.”
MENEZES, Áurea Cordeiro. História eclesiástica de Goiás. Vol. 1. Goiânia: Ed. PUG-GO, 2011, p. 180-181, com grifo nosso.

Em todo o século XVIII, somente um desses povoados/arraiais foi elevado à categoria de vila na Capitania de Goiás, concentrando a articulação administrava dos demais povoados/arraiais em si. Estamos nos referindo ao
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Q3090904 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.

No século XVIII, Goiás prosperou com a mineração. No século XIX, o destaque econômico foi a pecuária. Durante todo o período imperial (1822-1889), as atividades mais lucrativas para os goianos foram aquelas voltadas para a criação de gado e para a venda de seus derivados.
SANTA CRUZ, Fábio. Província Imensa e Distante: Goiás de 1821 a 1889. Jundiaí (SP): Paco Editorial, 2019, p. 67. [Adaptado].

Segundo o autor, a atividade pecuária na Província de Goiás durante o Império do Brasil, resultou
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Respostas
241: A
242: B
243: A
244: B
245: D
246: C
247: A
248: B
249: D
250: A
251: C
252: D
253: C
254: A
255: D
256: C
257: B
258: A
259: D
260: B