Questões de Concurso
Sobre história e geografia do estado de goiás em história e geografia de estados e municípios
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Disponível em: <https://www.jornalopcao.com.br>. Acesso em: 17 fev. 2024.
A manchete e a fotografia referem-se a uma obra que marcou o desenvolvimento do estado de Goiás na década de 1980, destacando-se
IBGE/PNADc - 4º trimestre de 2019. Disponível em: < https://novoscaminhos.mec.gov.br/images/arquivos_mapa/goias/go_relatorio_fi nal.pdf>. Acesso em: 27 jun. 2024.
O quadro corresponde aos rendimentos da população do estado de Goiás, no ano de 2019, mostrando que entre os diversos grupos sociais os rendimentos são marcados
Nos últimos 38 anos, entre 1985 e 2022, o Estado de Goiás perdeu um total de 4,5 milhões de hectares de área nativa, deixando de ter 14,8 milhões de hectares (Mha) de área com vegetação natural para os atuais 10,3 milhões de ha. Proporcionalmente, em 1985 a área nativa do território representava 43,73%, enquanto este número, no ano passado, segundo imagens de satélite analisadas pelo projeto MapBiomas, chegou a 30,47%. Com isso, Goiás é o quinto estado do Brasil com menor proporção de área nativa com relação ao total do território. Neste mesmo período, o uso antrópico da terra passou de 18,5 Mha há 38 anos para 23,3 Mha, ou seja, um ganho total de 26,19% de área.
Disponível em: <https://opopular.com.br/cidades/goias-e-o-quinto-estadocom-menos-area-nativa-1.3068211>. Acesso em: 16 fev. 2024. [Adaptado].
A atividade que mais ocupou áreas nativas no estado de Goiás, ao longo do período mencionado, foi
Com 1.053.439 habitantes a mais do que em 2010, Goiás chegou a 7.055.228 moradores, segundo dados divulgados, em 2023, pelo IBGE. A população do estado era de 6.001.789 pessoas no censo anterior. Entre os mais de 1 milhão e 53 mil novos habitantes em Goiás, 607 mil são das concentrações urbanas de Goiânia e de Brasília – excluindo-se dessa conta a própria Brasília para recortar apenas municípios goianos. Posto de outra forma, 58 em cada 100 novos moradores de Goiás, desde 2010, são de Goiânia, dos seus arredores ou do Entorno do Distrito Federal.
Disponível em: <https://portal.al.go.leg.br>. Acesso em: 15 fev. 2024.
O texto evidencia que a demografia goiana, entre 2010 e 2022, caracteriza-se
Habitante secular das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, esse grupo indígena mantém costumes tradicionais como a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais, os enfeites plumários, a cestaria, o artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face.
Elaborado pelo autor(a).
O texto corresponde aos
O catolicismo era o cimento que ligava e mantinha estável os vários segmentos da sociedade colonial. Era o elemento comum e o pré-requisito primário de sociabilidade que abarcava o Rei e o mais humilde dos escravos, a beata devota e o mais valente dos bandeirantes. Ser católico, nos tempos coloniais, não se restringia à salvação da alma e demais liturgias religiosas, mas significava também participar de atividades de lazer, integrar-se no corpo político e apreciar produções estéticas. O catolicismo era o elemento de identidade comum que homogeneizava as demais diferenças sociais, ligadas ao nascimento, à cor da pele, a posses materiais e ao gênero.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 97.
Sobre as manifestações religiosas católicas em Goiás, destaca-se uma, como a única em todo o mundo que só se celebra aqui, desde o século XIX, o que faz dessa festa uma devoção inédita e única na Igreja Católica, por ter a pessoa de Deus Pai como único foco dessa romaria. Isso se refere aos festejos
O relevo predominante é de terras de baixas amplitudes altimétricas e, na maior parte, terras planas. O ponto mais alto do Estado é a Serra do Pouso Alto, que está a 1.676 metros do nível do mar. O Estado de Goiás está localizado no Planalto Central do Brasil, entre chapadas, planaltos, depressões e vales. Há muitas variações de relevo no Estado de Goiás, terrenos cristalinos sedimentares antigos, áreas de planalto, moldados por processos erosivos, áreas de chapadas. 65% das terras de Goiás tem aptidão boa ou regular para lavouras. Cerca de 47 % das terras têm aptidão para agricultura com alto nível de capital e tecnologia havendo a necessidade constante de emprego de práticas de conservação do solo.
Disponível em: <https://www.codevasf.gov.br/acesso-ainformacao/institucional/biblioteca-geraldo-rocha/publicacoes/outraspublicacoes/caderno-de-caracterizacao-estado-de-goias.pdf>. Acesso em: 07 out. 2024.
Sobre o relevo do Estado de Goiás, é possível afirmar que
A implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste, contribui para romper os grilhões que condicionavam a produção agrícola local a uma situação de quase subsistência. As lavouras cresceram e se especializaram ao ritmo do prolongamento dos trilhos. Assim, a agricultura, ao lado da pecuária de corte, começava a se organizar também como atividade mercantil. A produção que antes apodrecia nas roças, por falta de meios de transporte para escoá-la, passou a ser exportada para os mercados do Centro-Sul.
BORGES, Barsanufo Gomides. A economia agrária goiana no contexto nacional (1930-1960). In: ARRAIS, Cristiano A.; SANDES, Noé F. (Org). A história escrita: percursos da historiografia goiana. Goiânia: Gráfica UFG, 2018, p. 118.
Neste contexto, o primeiro produto agrícola a ser escoado pela estrada de ferro foi
A metáfora criada por Sérgio Buarque de Holanda, “Semeadores de cidades”, não podia ser mais apropriada para explicar o processo de ocupação do interior do território colonial a partir do século XVIII. Conforme observado, esse verdadeiro rush para o Oeste, que expandiu os limites das possessões lusitanas demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas, não tem equivalente na história da humanidade. Contudo, o número de vilas e cidades foi modesto na colônia, tendo em vista o aparato administrativo e político que envolvia essas hierarquias urbanas. Assim, enquanto Portugal – no final do período colonial, com uma população de quase 3 milhões – possuía 22 cidades e 500 vilas, o Brasil, com uma população de 4 milhões de habitantes, possuía apenas 12 cidades e 213 vilas, além de um expressivo número de arraiais – mais de 40 apenas em Goiás.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 20-21.
Em Goiás do Brasil Colônia, “com a mineração, surgiram os povoados [arraiais], às vezes com apenas quinze ou vinte casas, cobertas de folhas de coqueiros ou de sapé e, em cada um deles, uma capela era erguida.”
MENEZES, Áurea Cordeiro. História eclesiástica de Goiás. Vol. 1. Goiânia: Ed. PUG-GO, 2011, p. 180-181, com grifo nosso.
Em todo o século XVIII, somente um desses povoados/arraiais foi elevado à categoria de vila na Capitania de Goiás, concentrando a articulação administrava dos demais povoados/arraiais em si. Estamos nos referindo ao
No século XVIII, Goiás prosperou com a mineração. No século XIX, o destaque econômico foi a pecuária. Durante todo o período imperial (1822-1889), as atividades mais lucrativas para os goianos foram aquelas voltadas para a criação de gado e para a venda de seus derivados.
SANTA CRUZ, Fábio. Província Imensa e Distante: Goiás de 1821 a 1889. Jundiaí (SP): Paco Editorial, 2019, p. 67. [Adaptado].
Segundo o autor, a atividade pecuária na Província de Goiás durante o Império do Brasil, resultou