Questões de Concurso
Comentadas sobre história e geografia do estado de goiás em história e geografia de estados e municípios
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Meia-Ponte, Capim-Puba, Botafogo, os rios correndo na memória. E Pedro Ludovico então falou: – É aqui, o começo da história!
De Pedro se fez pedra, da pedra é que surgiu. Goiânia, Goiânia, coração do Brasil.
Hino do Cinquentenário de Goiânia. Letra: José Mendonça Teles. Música: Joaquim Jaime.
A relação entre os rios e o governador cria uma imagem de um político
A história teve início na fadiga daqueles homens que saíram das margens do Tietê e se embrenharam pelos sertões goianos em busca de ouro e pedras preciosas e que, na segunda década do século XVIII, acamparam às margens do Rio Vermelho e fundaram Vila Boa, presépio enclausurado nas encostas da Serra Dourada.
TELES, J. M. A vida de Pedro Ludovico – Fundação de Goiânia. 3. ed. Goiânia: Kelps, 2010. p. 54.
Qual o perfil populacional referido no texto?
O povoamento do norte goiano ocorreu, primeiramente, às margens do Rio Tocantins. O padrão de distribuição das cidades, só alterado a partir da década de 1950, em virtude da rodovia Belém-Brasília, teve os limites das bacias do Araguaia e do Tocantins como marco divisor. Cidades como Porto Nacional, Peixe, Pedro Afonso e Filadélfia, assentadas às margens do Rio Tocantins, figuram entre as mais populosas do norte goiano, além de terem sido praças de comércio movimentadas.
ARRAIS, C. A.; OLIVEIRA, E. C.; ARRAIS, T. A. O século XX em Goiás: o advento da modernização. Goiânia: Cânone Editorial, 2016. p. 14.
Por qual motivo as cidades às margens do Rio Tocantins foram as que mais se povoaram?
Bernardo Sayão é um desses homens que ficaram na história como exemplo de seu povo, pelo trabalho, idealismo, desprendimento, abnegação e pela consciência de que o Brasil — como País e Nação — necessitava, para progredir, garantir os espaços e as fronteiras conquistadas ao longo de cinco séculos. Sayão, inverso do Rei dos Hunos, foi um “Átila Benfazejo”. Onde pisou esse carioca, nascido na Tijuca, não nasceu mais capim — nasceram estradas e cidades.
MARQUES, J. S. Bernardo Sayão – o último pioneiro. Disponível em: <http://www.ueg.br/noticia/6869_bernardo_sayao__o_ultimo_pioneiro>. Acesso em: 2 ago. 2020.
No que se refere à história do Centro Oeste, as afirmações contidas no texto exaltam a participação direta de Bernardo Sayão em ações relacionadas à
Não, lá não tinha organização não. Lá era barranca mesmo, organização era aqui. Aqui era a Colônia, não era Ceres, era Colônia, era bem organizado, não existia nada de “contrário”. Não tinha, não tinha lazer. Alguns que gostavam de pescaria, que gostavam de pescar e tinha as varinhas. Não tinha lazer, não tinha clube, não tinha cinema, depois é que surgiu o cinema né. (Aqui) Pra trabalhar, trabalhar. [...] Tinha um ônibus, um circular velho que vinha de Rialma pr’aqui e a gente ia passear, entende? Lá do plantão (do hospital), ia passear nesse ônibus velho que saia daqui do Hospital da Colônia, ia até lá e voltava. A gente ia passear nesse ônibus e voltava. E então, não tinha rixa não. Lá era comércio, mais comércio.
Dona Floripes Ortega. In: SILVA, Sandro Dutra. Os estigmatizados: distinções urbanas às margens do Rio das Almas em Goiás (1941-1959). 2008. Tese (Doutorado em História). UnB, Brasília, 2008.
De acordo com o relato, o que diferenciava Rialma nas suas origens do seu entorno era sua característica de lugar de
Bandeirante do século XX agora tem parte de sua história contada no museu.
Bernardo Sayão é considerado o Bandeirante do século XX e modernizou toda a região do Vale São Patrício até a Região Norte do País, abrindo estradas e construindo pontes, fazendo a ligação com o resto do Brasil.
Juvenal Junior. Jornal Diário do Norte. 11/07/2016 (Adaptado).
A comparação entre Bernardo Sayão e os Bandeirantes é possível, pois ambos
Disponível em: www.metroples.com/brasil/politicos-lamentam-morte-de-iris-rezende-veja-repercussão. Acesso em: 10 nov. 2021.
A carreira política de Iris Rezende Machado, falecido em 9 de novembro de 2021, foi
Leia o texto a seguir.
A escravidão negra sustentou a exploração do ouro em Goiás. No apogeu desta fase (1726–1778), as estatísticas mostraram a superioridade numérica do negro sobre o branco [...]. O censo de 1804 indicou que 3/5 da população goiana era constituída de homens livres.
PALACÍN, Luís; MORAES, Maria Augusta de Sant”Anna. História de Goiás. Goiânia: Editora da UCG, 1994. p. 77.
Diante do cenário descrito na citação e com a descoberta de ouro em Anicuns em 1807, verificou-se