Questões de Concurso Sobre conhecimentos gerais
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É comum as pessoas se perguntarem por que o Brasil, com uma população próxima aos 190 milhões, é superado no desempenho olímpico por nações muito menos populosas como Austrália, Coréia do Sul ou Hungria — para não falar, naturalmente, de Cuba. De forma resumida, pode-se atribuir essa diferença à falta de investimentos e de uma política de Estado voltada para a massificação da prática desportiva. A verdade é que, em um país com tantas deficiências estruturais e alarmantes índices de pobreza e violência, muitos, erroneamente, ainda não vêem o esporte, e toda sua dimensão educacional, como uma prioridade.
Jornal do Senado, 20-26/8/2007, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel do esporte no Brasil e no mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
É comum as pessoas se perguntarem por que o Brasil, com uma população próxima aos 190 milhões, é superado no desempenho olímpico por nações muito menos populosas como Austrália, Coréia do Sul ou Hungria — para não falar, naturalmente, de Cuba. De forma resumida, pode-se atribuir essa diferença à falta de investimentos e de uma política de Estado voltada para a massificação da prática desportiva. A verdade é que, em um país com tantas deficiências estruturais e alarmantes índices de pobreza e violência, muitos, erroneamente, ainda não vêem o esporte, e toda sua dimensão educacional, como uma prioridade.
Jornal do Senado, 20-26/8/2007, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel do esporte no Brasil e no mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
É comum as pessoas se perguntarem por que o Brasil, com uma população próxima aos 190 milhões, é superado no desempenho olímpico por nações muito menos populosas como Austrália, Coréia do Sul ou Hungria — para não falar, naturalmente, de Cuba. De forma resumida, pode-se atribuir essa diferença à falta de investimentos e de uma política de Estado voltada para a massificação da prática desportiva. A verdade é que, em um país com tantas deficiências estruturais e alarmantes índices de pobreza e violência, muitos, erroneamente, ainda não vêem o esporte, e toda sua dimensão educacional, como uma prioridade.
Jornal do Senado, 20-26/8/2007, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel do esporte no Brasil e no mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
É comum as pessoas se perguntarem por que o Brasil, com uma população próxima aos 190 milhões, é superado no desempenho olímpico por nações muito menos populosas como Austrália, Coréia do Sul ou Hungria — para não falar, naturalmente, de Cuba. De forma resumida, pode-se atribuir essa diferença à falta de investimentos e de uma política de Estado voltada para a massificação da prática desportiva. A verdade é que, em um país com tantas deficiências estruturais e alarmantes índices de pobreza e violência, muitos, erroneamente, ainda não vêem o esporte, e toda sua dimensão educacional, como uma prioridade.
Jornal do Senado, 20-26/8/2007, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel do esporte no Brasil e no mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
É comum as pessoas se perguntarem por que o Brasil, com uma população próxima aos 190 milhões, é superado no desempenho olímpico por nações muito menos populosas como Austrália, Coréia do Sul ou Hungria — para não falar, naturalmente, de Cuba. De forma resumida, pode-se atribuir essa diferença à falta de investimentos e de uma política de Estado voltada para a massificação da prática desportiva. A verdade é que, em um país com tantas deficiências estruturais e alarmantes índices de pobreza e violência, muitos, erroneamente, ainda não vêem o esporte, e toda sua dimensão educacional, como uma prioridade.
Jornal do Senado, 20-26/8/2007, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o papel do esporte no Brasil e no mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
O cultivo da planta de coca, base para a produção da cocaína, subiu 8% na Bolívia e 7% no Peru em 2006, tendo diminuído 9% na Colômbia no mesmo ano, concluiu o relatório anual do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). O crescimento do cultivo na Bolívia tem especial motivo para preocupar o governo brasileiro já que, segundo a embaixada norte-americana e a polícia boliviana, de 85% a 90% de toda a cocaína produzida pela Bolívia tem como destino o Brasil.
Apesar da queda do cultivo da planta na Colômbia, o país continua a ser o maior cultivador de coca e produtor global de cocaína, respondendo por 62% da droga encontrada no mundo. A erradicação da coca na Colômbia é altamente financiada pelos Estados Unidos da América (EUA), que, pelo Plano Colômbia, destinam ao país US$ 700 milhões anuais, a maior parte em ajuda militar para combater a guerrilha e o narcotráfico.
Folha de S.Paulo, 16/6/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual cenário latino-americano, julgue o item seguinte.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.