Questões de Concurso
Sobre questões sociais em conhecimentos gerais
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Nos últimos meses, o Ministério da Saúde alertou a população sobre o perigo de consumir bebidas alcoólicas fabricadas de forma irregular, sem controle de qualidade. Algumas dessas bebidas continham uma substância tóxica que pode causar cegueira e até a morte.
Qual é o nome dessa substância que causou vários casos de envenenamento no Brasil?
Um exemplo de situação em que os três elementos da abordagem CTS são articulados de maneira ética e responsável é:
[...] Em linhas gerais, 40% dos alfabetizados em nível consolidado, ou proficientes, apresentaram médio ou baixo desempenho em tarefas digitais. E 95% dos analfabetos só conseguem realizar um número bastante limitado ao que foi proposto durante o levantamento, que ouviu 2.554 indivíduos, de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país.
(Disponível em: https://porvir.org/alfabetismo-digital-inaf/. Acesso em: maio de 2025.)
O letramento digital, em um mundo globalizado e conectado a todo momento, tornou-se habilidade essencial, ainda que não tenha se apresentado de forma democrática no Brasil. Considerando as necessidades da vida contemporânea, são consideradas saídas para solucionar essa problemática:
Leia: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar cirurgia reconstrutiva de lábio leporino ou fenda palatina. A sanção foi publicada na edição desta quarta-feira (7mai) do "Diário Oficial da União" (DOU). A proposta foi aprovada anteriormente pelo Congresso Nacional”. Segundo a nova lei, o SUS fica autorizado a realizar a cirurgia e o tratamento pós-cirúrgico de forma gratuita por meio de unidades públicas ou conveniadas. O tratamento prevê serviços de:
I. Fonoaudiologia
II. Psicologia
III. Ortodontia
IV. Outras especialidades.
Estão corretos:
Texto para a questão.
“A teoria geral do direito deteve-se muitas vezes e com prazer na diferença entre a obediência a uma norma ou ao ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude passiva (e pode ser também mecânica, puramente habitual, instintiva), e a aceitação de uma norma ou do ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude ativa, que implica, se não um juízo de aprovação, pelo menos uma inclinação favorável a se servir da norma ou das normas para guiar a própria conduta e para condenar a conduta de quem não se conforma com ela ou elas.
Enquanto contrária à obediência, a resistência compreende todo comportamento de ruptura contra a ordem constituída, que ponha em crise o sistema pelo simples fato de produzir-se, como ocorre num tumulto, num motim, numa rebelião, numa insurreição, até o caso limite da revolução; que ponha o sistema em crise, mas não necessariamente em questão. Enquanto contrária à aceitação, a contestação se refere, mais do que a um comportamento de ruptura, a uma atitude de crítica, que põe em questão a ordem constituída sem necessariamente pô-la em crise. E, com efeito, se a resistência culmina essencialmente num ato prático, numa ação ainda que apenas demonstrativa, a contestação, por seu turno, expressa-se através de um discurso crítico, num protesto verbal, na enunciação de um slogan. Decerto, na prática, a distinção não é assim tão nítida: numa situação concreta, é difícil estabelecer onde termina a contestação e onde começa a resistência. O importante é que se podem verificar os dois casos-limite, o de uma resistência sem contestação e o de uma contestação que não se faz acompanhar por ato subversivo que possa ser chamado de resistência. Enquanto a resistência, ainda que não necessariamente violenta, pode chegar até o uso da violência e, de qualquer modo, não é incompatível com o uso da violência, a violência do contestador, ao contrário, é sempre apenas ideológica”.
Norberto Bobbio. A era dos direitos, p. 144-145 (adaptado)
I. Nasceu em Salvador, em 1830, filho de escravos, e foi vendido pelo pai, em 1840, devido a uma dívida de jogo. Passou a viver em cativeiro em Lorena (SP). Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu de Lorena e foi para São Paulo. Frequentou o curso de Direito como ouvinte. Sempre utilizou seu trabalho na imprensa para a divulgação de suas ideias antiescravistas e republicanas.
II. Historiador e romancista carioca, foi professor da UFRJ e membro do Comitê Cientifico Internacional do Programa Rota do Escravo, da Unesco. É autor, entre outros livros, de O dia em que o povo ganhou, A guerra da independência da Bahia, O que é racismo, História política do futebol brasileiro e Gosto da África.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)
Os excertos I e II, respectivamente, apresentam
Dia mundial do fusca
O fusca foi produzido por duas vezes no Brasil, e teve três gerações até sair de cena, em 2019. Com mais de 3 milhões de vendas só no Brasil, o fusca é um carro que tem muito a comemorar. São tantas datas que tem gente que até se confunde. Em janeiro, o modelo celebra o dia nacional. O dia mundial do fusca, em 22 de junho, foi instituído em 1995, há exatos 30 anos. A data é fruto da sugestão do colecionador brasileiro Alexander Gromow. Quando o modelo da VW foi eleito o carro do século, Gromow fez uma campanha mundial para que esse dia fosse comemorado como o dia mundial do Fusca. O objetivo era homenagear a história e a longevidade do veículo.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/mobilidade/carros/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Em 22 de junho de 1934, foi dado o start para a criação do “carro do povo” – palavras que vêm do alemão: volks (povo) e wagen (veículo). O desenvolvimento do fusca começou devido a(à):