Questões de Concurso
Comentadas sobre questões sociais em conhecimentos gerais
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Dos órgãos de trânsito a seguir, assinale aquele que está diretamente ligado ao recolhimento desse imposto, entre outras funções.
I. No Brasil, apesar de existir a intolerância, não existem, ainda, leis específicas acerca desses casos, que são tratados como desentendimentos comuns. II. Em nosso país, reconhecendo que somos um estado laico, a prática de ato de intolerância religiosa constitui violação que deve ser tratada no âmbito das igrejas, e não do governo. III. No Brasil preconiza-se como inviolável a liberdade de consciência e de crença e o livre exercício dos cultos religiosos, bem como a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Entre os atletas profissionais, o uso dessa substância caracteriza doping. O uso é maior entre os homens, mas o índice de mulheres usuárias de anabolizantes é crescente. Sobre os anabolizantes, é correto afirmar que:
De acordo com o Parâmetro Curricular Nacional de História (1998), a primeira proposta de História do Brasil, elaborada pelo IHGB e que repercutiu no ensino de História, destacava:
( ) O autor aponta certa dificuldade histórica para explicitar o conceito de raça, uma vez que cientificamente não é possível apropriar-se do termo via estudo, como também, se o fizer, certamente será impreciso. ( ) A criação do termo africano historicamente carrega em si uma dose de intencionalidade, ou seja, separar os povos civilizados dos não civilizados. Assim, também o termo negro tem a ver com primitivo, inferior. Esses conceitos foram fomentados principalmente pelos colonizadores Europeus. ( ) A própria associação de africano ao negro, constituiu “uma marca”, tornando o negro igual ao africano, um adjetivo que codifica o negro como sujeito de pele escura, ou seja, a cor do corpo determina a raça. Essa construção conceitual é chamada de “homogeneização do negro”. ( ) Gaspar, no seu artigo, tem como intenção abordar a situação do sujeito, negro, a construção historiográfica do termo africano, desmistificando as compreensões estereotipadas que construímos sobre os Europeus, dos colonizadores, pois, segundo sua visão, a responsabilidade é mais política, historiográfica, regional e etnocêntrica do que continental.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Observe as imagens.
IMAGEM 1
Bairro de Sharpeville, Johannesburgo, África do Sul, 1960.
IMAGEM 2
Bairro de Sharpeville, Johannesburgo, África do Sul, 1960.
As fotografias acima retratam um importante momento da resistência ao sistema político e social existente na África do Sul na década de 1960, bem como, a violenta repressão do poder público aos manifestantes. Partindo de tais informações, conclui-se que essas imagens registram
[Luís Donisete Benzi Grupioni, Livros didáticos e fontes de informações sobre as sociedades indígenas no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1º e 2º graus, 1995. Adaptado]
Entre outras críticas, o artigo citado aponta que os livros didáticos
[Suely Robles Reis de Queiróz, Escravidão negra em debate. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado]
Segundo o artigo, a repercussão dessas ideias no Brasil teve como efeito
Leia um excerto da entrevista com o historiador Carlo Ginzburg.
Devo dizer inicialmente que o considero muito mais interessante do que seus seguidores. O que é especialmente desinteressante neles é que tomam as suas metáforas como explicações, o que é um absurdo. É inegável que ele descobriu novos tópicos, novas áreas do conhecimento e teve também algumas ideias interessantes, como, por exemplo, a ideia da microfísica do poder.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000. Adaptado)
O historiador italiano avalia a obra de
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
O excerto deve ser compreendido
“O Exame Nacional do Ensino Médio, mais conhecido como Enem, completa, em 2016, 18 anos em meio as críticas, elogios e alteração no formato. Desde 1998, ano de sua criação, a prova passou por diversas modificações, e de acordo com especialistas, ainda tem melhoramentos que precisam acontecer. Educadores indicam que a avaliação é uma ferramenta importante de promoção do acesso ao ensino superior, mas destacam que o modelo precisa se adequar melhor ao cotidiano dos candidatos e avaliar outras competências além do conteúdo das disciplinas.”
(Disponível em: radioboanova.com.br/jornal-nova-era/enem-completa-18-anos/.)
Atualmente um dos principais eixos cognitivos cobrados no Enem é: