Questões de Concurso
Comentadas sobre questões sociais em conhecimentos gerais
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No dia 28 de agosto de 2019, o Ministério da Saúde anunciou 2.331 casos confirmados de sarampo no País entre 2 de junho e 24 de agosto. No mesmo período, foram notificados 14.480 casos suspeitos. Destes, 2.331 (16%) foram confirmados, 10.855 (75%) estão em investigação e 1.294 (9%) foram descartados.
Internet: <https://veja.abril.com.br>
Acerca do assunto abordado no texto acima e de temas correlatos, julgue o item.
No dia 28 de agosto de 2019, o Ministério da Saúde anunciou 2.331 casos confirmados de sarampo no País entre 2 de junho e 24 de agosto. No mesmo período, foram notificados 14.480 casos suspeitos. Destes, 2.331 (16%) foram confirmados, 10.855 (75%) estão em investigação e 1.294 (9%) foram descartados.
Internet: <https://veja.abril.com.br>
Acerca do assunto abordado no texto acima e de temas correlatos, julgue o item.
Mais de quinhentos migrantes chegaram à ilha grega de Lesbos, na costa próxima à Turquia, “um aumento sem precedentes”, indicou uma fonte diplomática grega no dia 30 de agosto de 2019. Os migrantes viajaram em treze navios e, entre eles, havia 240 crianças, segundo autoridades locais e ONGs. Foram transferidos para o campo de Moria, onde “quase 11.000 pessoas estão aglomeradas, quando a capacidade é de apenas 3.000”, disse a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF).
Internet: <https://istoe.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial e refletindo sobre temas correlatos, julgue o item.
A taxa de desemprego no País recuou para 11,8%, segundo dados divulgados, no dia 30 de agosto de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 24,6% em julho, ante 24,8% no trimestre encerrado em junho. Isso significa que ainda falta trabalho atualmente para 28,1 milhões de brasileiros, número 2,6% superior (mais 703 mil pessoas) ao registrado há um ano.
Internet: <https://g1.globo.com>
A respeito do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, julgue o item.
A taxa de desemprego no País recuou para 11,8%, segundo dados divulgados, no dia 30 de agosto de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 24,6% em julho, ante 24,8% no trimestre encerrado em junho. Isso significa que ainda falta trabalho atualmente para 28,1 milhões de brasileiros, número 2,6% superior (mais 703 mil pessoas) ao registrado há um ano.
Internet: <https://g1.globo.com>
A respeito do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, julgue o item.
A taxa de desemprego no País recuou para 11,8%, segundo dados divulgados, no dia 30 de agosto de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 24,6% em julho, ante 24,8% no trimestre encerrado em junho. Isso significa que ainda falta trabalho atualmente para 28,1 milhões de brasileiros, número 2,6% superior (mais 703 mil pessoas) ao registrado há um ano.
Internet: <https://g1.globo.com>
A respeito do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, julgue o item.
A taxa de desemprego no País recuou para 11,8%, segundo dados divulgados, no dia 30 de agosto de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 24,6% em julho, ante 24,8% no trimestre encerrado em junho. Isso significa que ainda falta trabalho atualmente para 28,1 milhões de brasileiros, número 2,6% superior (mais 703 mil pessoas) ao registrado há um ano.
Internet: <https://g1.globo.com>
A respeito do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, julgue o item.
A taxa de desemprego no País recuou para 11,8%, segundo dados divulgados, no dia 30 de agosto de 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 24,6% em julho, ante 24,8% no trimestre encerrado em junho. Isso significa que ainda falta trabalho atualmente para 28,1 milhões de brasileiros, número 2,6% superior (mais 703 mil pessoas) ao registrado há um ano.
Internet: <https://g1.globo.com>
A respeito do tema abordado no texto acima e de assuntos correlatos, julgue o item.
“Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), crianças (com 9 anos) não devem usar as telas (de celular) por mais de duas horas diárias. Já para as de 2 a 5 anos o rigor é maior: até uma hora. E bebês com menos de 2 anos não deveriam ter contato.” Muito tempo de tela diminui memória e atenção da criança.
Jornal O Tempo, 7 de out de 2018, p 29.
A fim de orientar pais e responsáveis por criança no uso de telas (celular, computadores, TVs, etc.), a SBP recomenda que os adultos também se desconectem quando em contato com crianças, ou que façam uso solidário do aparelho, discutindo e orientando o que se apresenta na tela, bem como limitem o acesso antes do sono e durante as refeições das crianças.
Em se tratando das refeições, o uso do celular deve ser evitado porque:
Considerando o disposto na Lei nº 12.288/2010, assinale a alternativa correta em relação às ações que visam garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.
No dia 11 de novembro de 2017, entrou em vigor a reforma trabalhista, cujo projeto de lei havia sido sancionado em julho, pelo então presidente Michel Temer. Entre as principais alterações apresentadas por esta reforma podemos destacar:
I – As férias podem ser divididas em até 3 (três) vezes, enquanto antes não havia a possibilidade de serem divididas nem em 2 (duas) vezes.
II – Considera-se a possibilidade da jornada de trabalho ser de até 12 (doze) horas diárias.
III – O tempo gasto para chegar ao trabalho por aqueles que têm dificuldades com meios de transporte em decorrência da falta de acesso não é contado mais como hora de trabalho, enquanto antes era.
São afirmativas corretas sobre a reforma trabalhista somente:
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Texto 1 – o trabalho e o tempo no medievo. "[...] Março, em que começam os trabalhos da vinha Abril, colhem-se as primeiras flores Maio, 'o tempo está belo e amoroso' Junho, os trabalhos das terras Julho, o corte do feno Agosto, a ceifa Setembro, a sementeira Outubro, a vindima [...]."
GIAUVILLE, Barthelemy de. Le proprietaire des choses [1485]. In: LE GOFF, J. (org.). Enciclopédia Einaudi: memória-história. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1984. p. 284. Disponível em: http://oridesmjr.blogspot.com.br/2011/05/o-tempo-na-sociedade-industrial-e-no.html. Acesso em: 20 fev. 2019.
Texto 2 – o trabalho e o tempo na contemporaneidade.
"[...] Na realidade não havia horas regulares: os mestres e gerentes faziam o que queriam conosco. Os relógios nas fábricas eram frequentemente adiantados de manhã e atrasados à noite e, em vez de serem instrumentos para a medição do tempo, eram usados como capas para dissimular a trapaça e a opressão. Embora isso fosse conhecido pelos operários, todos tinham medo de falar, e um trabalhador tinha medo de usar relógio, na medida em que não era incomum despedir qualquer um que pretendesse saber demais sobre a ciência da horologia."
Anônimo. Capítulos na vida de um garoto de fábrica de Dundee [1887]. In: THOMPSON, E. P. Time, Work-discipline and industrial capitalism. Disponível: em http://libcom.org. Acesso em: 20 fev. 2019.
No comparativo dos diferentes contextos históricos, os excertos evidenciam a(o)
A sociedade do que hoje denominamos era moderna caracteriza-se, acima de tudo no Ocidente, por certo nível de monopolização. Os meios financeiros arrecadados pela autoridade sustentam-lhe o monopólio da força militar, o que, por seu lado, mantém o monopólio da tributação. Neles, certos números de outros monopólios cristalizam-se em torno dos já mencionados. Mas esses dois são e continuam a ser os monopólios decisivos. Se entram em decadência, o mesmo acontece com todo o resto.
ELIAS, Norbert. O processo civilizador. v.2. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. (Adaptado).
Na análise desse trecho, verifica-se o(a)