Questões de Concurso
Sobre política em conhecimentos gerais
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O viver em sociedade, tão próprio dos seres humanos, exige a obediência de determinadas normas, como forma de se garantir que uns não prevaleçam sobre outros, que os direitos — que a todos pertencem — não sejam apropriados por uns poucos. Justamente por isso, nas sociedades existem as leis, que podem ser escritas — como acontece na maioria das vezes — ou não, quando baseadas nos costumes e na tradição. Aos direitos, por sua vez, correspondem as obrigações, ou seja, o que cada um dos membros da sociedade é levado a fazer em benefício da coletividade. Relativamente a esses e a outros aspectos da vida social, no Brasil e no mundo contemporâneo, envolvendo noções de cidadania, de relações humanas e de segurança individual e coletiva, julgue o item subseqüente.
Entre os deveres a que todo cidadão brasileiro está sujeito
está a obrigação de filiar-se a um partido político tão logo
atinja a maioridade.
O viver em sociedade, tão próprio dos seres humanos, exige a obediência de determinadas normas, como forma de se garantir que uns não prevaleçam sobre outros, que os direitos — que a todos pertencem — não sejam apropriados por uns poucos. Justamente por isso, nas sociedades existem as leis, que podem ser escritas — como acontece na maioria das vezes — ou não, quando baseadas nos costumes e na tradição. Aos direitos, por sua vez, correspondem as obrigações, ou seja, o que cada um dos membros da sociedade é levado a fazer em benefício da coletividade. Relativamente a esses e a outros aspectos da vida social, no Brasil e no mundo contemporâneo, envolvendo noções de cidadania, de relações humanas e de segurança individual e coletiva, julgue o item subseqüente.
A existência de eleições periódicas é uma das
características mais conhecidas de um país democrático e
o exercício do voto é um dos mais importantes direitos
exercidos pelo cidadão.
Enquanto norte-americanos e britânicos vencem no Iraque, uma outra guerra vai sendo perdida no mundo: a do ambiente. E o conflito atual no Oriente Médio só tende a agravar a situação. A opinião é do britânico Norman Myers, um dos cientistas ambientais mais influentes no mundo. Ele se diz pessimista com os efeitos da guerra e das políticas da Casa Branca, especialmente sobre os esforços para combater o aquecimento global. Para Myers, “o debate global sobre o clima tem ignorado amplamente a geopolítica global. Se, por um lado, há evidência científica e econômica o bastante para concluir que nós deveríamos nos afastar dos combustíveis fósseis o mais rápido possível, os líderes políticos do mundo parecem cada vez mais inclinados a queimá-los”.
Cláudio Ângelo. Para Myers, planeta perde guerra do clima.
In: Folha de São Paulo, 14/4/2003, p. A9 (com adaptações)
A partir do texto e considerando o tema por ele focalizado, julgue o item seguinte.
A vitória norte-americana e britânica, a que alude o texto, foi
obtida após demorada e difícil guerra contra o Iraque de
Saddam Hussein, acusado de ter sido o mentor dos ataques
terroristas contra os Estados Unidos da América (EUA), em
11 de setembro de 2001.
Toda a chuva de elogios que o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial deixaram cair sobre a atual equipe econômica e que valiam também para a anterior não impediram uma constatação humilhante, contida nos Indicadores de Desenvolvimento Mundial, divulgados pelo Banco: o país continua sendo um desastre em termos sociais. A expectativa de vida ao nascer é de apenas 68 anos, inferior à média (71) dos países da América Latina/Caribe, região que não chega a ser modelo de desenvolvimento. A renda per capita (US$ 3.070) também perde para a média latino-americana. A taxa de alunos que completam o ensino básico (71%) é praticamente igual à de Bangladesh, um dos países mais miseráveis do planeta. As 36 por mil crianças que morrem antes dos cinco anos são mais que as 32/1.000 que morrem no Líbano, país vítima de guerra civil.
Clóvis Rossi. Depois dos elogios ao país, BIRD exibe desastre
social. In: Folha de S. Paulo, 14/4/2003, p. B1 (com adaptações)
Tendo o texto acima por referência inicial e considerando o assunto que ele aborda, julgue o item seguinte.
Embora ainda elevada, a taxa de mortalidade infantil caiu
significativamente; para que isso ocorresse, foi fundamental
a ação do poder público e de instituições da sociedade,
como é o caso da conhecida Pastoral da Criança.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso no Fórum Mundial, propôs a formação de um fundo internacional para o combate à miséria e à fome nos países do Terceiro Mundo, que seria constituído pelos países do G7 e apoiado pelos grandes investidores internacionais. Para uma platéia de centenas de pessoas, Lula declarou: “Aqui em Davos convencionou-se dizer que hoje existe um único Deus: o Mercado. Mas, a liberdade de mercado pressupõe, antes de tudo, a liberdade e a segurança do cidadão. O Brasil defende o livre comércio, mas um livre comércio que se caracterize pela reciprocidade. De nada valerá o esforço exportador que venhamos a desenvolver, se os países ricos continuarem a pregar o livre comércio e a praticar o protecionismo.”
Internet:<http://www.na.com.br>
Acerca do tema tratado no texto acima, julgue o item que se segue.
A expressão “G7”, citada no texto, designa, de maneira
geral, o conjunto de países economicamente mais pujantes
do planeta; quando substituída por G8, refere-se ao mesmo
grupo acrescido da Rússia.
Europa e os Estados Unidos da América (EUA) e enfureceu a maior
parte dos muçulmanos ao redor do mundo, constatou a pesquisa
The Pew Global Attitudes Project, realizada após consultas com
mais de 16 mil pessoas em vinte países — incluindo o Brasil.
Eis algumas das conclusões mais marcantes do estudo:
< O apoio aos EUA chegou aos níveis mais baixos na maioria dos
países muçulmanos, do Oriente Médio e do Paquistão à
Indonésia e algumas nações africanas. Em todo o mundo, 57%
dos entrevistados disseram ter uma visão negativa dos EUA.
< Nos países que se opuseram à invasão do Iraque, há a impressão
generalizada de que a coalização não se preocupou em evitar
baixas civis. De outra parte, nos países que integraram a
coalização e em Israel, a percepção é a de que a preocupação
com os civis foi grande.
< A visão positiva da ONU em todo o mundo caiu de 75% para
45% dos entrevistados.
< Na França, 83% dos entrevistados disseram apoiar a posição do
governo de Jacques Chirac de opor-se à guerra.
< Entre os europeus, a confiança na condução da política exterior
de Chirac e do chanceler alemão, Gerhard Schröeder, está acima
dos 75%.
Com o auxílio do texto acima, julgue os itens que se seguem,
referentes ao cenário mundial contemporâneo.
Europa e os Estados Unidos da América (EUA) e enfureceu a maior
parte dos muçulmanos ao redor do mundo, constatou a pesquisa
The Pew Global Attitudes Project, realizada após consultas com
mais de 16 mil pessoas em vinte países — incluindo o Brasil.
Eis algumas das conclusões mais marcantes do estudo:
< O apoio aos EUA chegou aos níveis mais baixos na maioria dos
países muçulmanos, do Oriente Médio e do Paquistão à
Indonésia e algumas nações africanas. Em todo o mundo, 57%
dos entrevistados disseram ter uma visão negativa dos EUA.
< Nos países que se opuseram à invasão do Iraque, há a impressão
generalizada de que a coalização não se preocupou em evitar
baixas civis. De outra parte, nos países que integraram a
coalização e em Israel, a percepção é a de que a preocupação
com os civis foi grande.
< A visão positiva da ONU em todo o mundo caiu de 75% para
45% dos entrevistados.
< Na França, 83% dos entrevistados disseram apoiar a posição do
governo de Jacques Chirac de opor-se à guerra.
< Entre os europeus, a confiança na condução da política exterior
de Chirac e do chanceler alemão, Gerhard Schröeder, está acima
dos 75%.
Com o auxílio do texto acima, julgue os itens que se seguem,
referentes ao cenário mundial contemporâneo.
Europa e os Estados Unidos da América (EUA) e enfureceu a maior
parte dos muçulmanos ao redor do mundo, constatou a pesquisa
The Pew Global Attitudes Project, realizada após consultas com
mais de 16 mil pessoas em vinte países — incluindo o Brasil.
Eis algumas das conclusões mais marcantes do estudo:
< O apoio aos EUA chegou aos níveis mais baixos na maioria dos
países muçulmanos, do Oriente Médio e do Paquistão à
Indonésia e algumas nações africanas. Em todo o mundo, 57%
dos entrevistados disseram ter uma visão negativa dos EUA.
< Nos países que se opuseram à invasão do Iraque, há a impressão
generalizada de que a coalização não se preocupou em evitar
baixas civis. De outra parte, nos países que integraram a
coalização e em Israel, a percepção é a de que a preocupação
com os civis foi grande.
< A visão positiva da ONU em todo o mundo caiu de 75% para
45% dos entrevistados.
< Na França, 83% dos entrevistados disseram apoiar a posição do
governo de Jacques Chirac de opor-se à guerra.
< Entre os europeus, a confiança na condução da política exterior
de Chirac e do chanceler alemão, Gerhard Schröeder, está acima
dos 75%.
Com o auxílio do texto acima, julgue os itens que se seguem,
referentes ao cenário mundial contemporâneo.
Europa e os Estados Unidos da América (EUA) e enfureceu a maior
parte dos muçulmanos ao redor do mundo, constatou a pesquisa
The Pew Global Attitudes Project, realizada após consultas com
mais de 16 mil pessoas em vinte países — incluindo o Brasil.
Eis algumas das conclusões mais marcantes do estudo:
< O apoio aos EUA chegou aos níveis mais baixos na maioria dos
países muçulmanos, do Oriente Médio e do Paquistão à
Indonésia e algumas nações africanas. Em todo o mundo, 57%
dos entrevistados disseram ter uma visão negativa dos EUA.
< Nos países que se opuseram à invasão do Iraque, há a impressão
generalizada de que a coalização não se preocupou em evitar
baixas civis. De outra parte, nos países que integraram a
coalização e em Israel, a percepção é a de que a preocupação
com os civis foi grande.
< A visão positiva da ONU em todo o mundo caiu de 75% para
45% dos entrevistados.
< Na França, 83% dos entrevistados disseram apoiar a posição do
governo de Jacques Chirac de opor-se à guerra.
< Entre os europeus, a confiança na condução da política exterior
de Chirac e do chanceler alemão, Gerhard Schröeder, está acima
dos 75%.
Com o auxílio do texto acima, julgue os itens que se seguem,
referentes ao cenário mundial contemporâneo.
Europa e os Estados Unidos da América (EUA) e enfureceu a maior
parte dos muçulmanos ao redor do mundo, constatou a pesquisa
The Pew Global Attitudes Project, realizada após consultas com
mais de 16 mil pessoas em vinte países — incluindo o Brasil.
Eis algumas das conclusões mais marcantes do estudo:
< O apoio aos EUA chegou aos níveis mais baixos na maioria dos
países muçulmanos, do Oriente Médio e do Paquistão à
Indonésia e algumas nações africanas. Em todo o mundo, 57%
dos entrevistados disseram ter uma visão negativa dos EUA.
< Nos países que se opuseram à invasão do Iraque, há a impressão
generalizada de que a coalização não se preocupou em evitar
baixas civis. De outra parte, nos países que integraram a
coalização e em Israel, a percepção é a de que a preocupação
com os civis foi grande.
< A visão positiva da ONU em todo o mundo caiu de 75% para
45% dos entrevistados.
< Na França, 83% dos entrevistados disseram apoiar a posição do
governo de Jacques Chirac de opor-se à guerra.
< Entre os europeus, a confiança na condução da política exterior
de Chirac e do chanceler alemão, Gerhard Schröeder, está acima
dos 75%.
Com o auxílio do texto acima, julgue os itens que se seguem,
referentes ao cenário mundial contemporâneo.
1 Câmbio é toda operação em que há troca de
moeda nacional por moeda estrangeira ou vice-versa. Por
exemplo, quando uma pessoa vai viajar para o exterior e
4 precisa de dinheiro para sua estada ou para suas compras, o
banco vende a essa pessoa moeda estrangeira (recebe moeda
nacional e lhe entrega moeda estrangeira). Quando essa
7 pessoa retorna da viagem ao exterior e ainda possui algum
dinheiro do país que visitou, o banco compra a moeda
estrangeira (recebe a moeda estrangeira e lhe entrega moeda
10 nacional). Denomina-se mercado de câmbio o ambiente
abstrato onde se realizam as operações de câmbio entre os
agentes autorizados pelo Banco Central do Brasil (BACEN)
13 — bancos, corretoras, distribuidoras, agências de turismo e
meios de hospedagem — e entre estes e seus clientes.
Com relação ao texto VI e ao tema nele enfocado, julgue os itens a seguir.