Questões de Concurso
Sobre política em conhecimentos gerais
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Analise as sentenças abaixo sobre Nelson Mandela:
I- Foi presidente da África do Sul de 1994 a 1999.
II- No apartheid, negros (que eram a minoria), mestiços e hindus não tinham direitos políticos e econômicos, somente os brancos os tinham.
III- Formou-se em Direito.
IV- Mandela ficou 29 anos preso.
V- Em 93 Mandela e Frederik Willem de Klerk foram condecorados com o Prêmio Nobel da paz.
São verdadeiras apenas:
Durante a cerimônia de formatura de alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), em agosto de 2013, em Belo Horizonte, a Presidente Dilma Rousseff se referiu ao Prefeito da capital mineira, Márcio Lacerda, como Prefeito de Porto Alegre.
É possível que o erro decorra do fato de:
Em meio a muita polêmica, foi criada, em 2011, por lei federal, a Comissão Nacional da Verdade.
Sobre a CNV é CORRETO afirmar que
Há mais de dois anos em guerra civil e sob acusação de uso de armas químicas contra sua população, o governo da Síria encontra-se sob forte pressão no cenário internacional, sobretudo por parte dos Estados Unidos. O regime do presidente da Síria conta, no entanto, com um aliado externo de peso.
O presidente e o aliado a que se refere o texto são, respectivamente:
O Presidente da Bolívia pediu às autoridades brasileiras que entregassem o boliviano Roger Pinto Molina, que fugiu para o Brasil, para que ele fosse julgado naquele país como qualquer outra pessoa envolvida na prática de crimes.
Sobre o episódio a que se refere a notícia, É INCORRETO afirmar que
A reeleição do atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, foi destaque na imprensa mundial. Os sites dos principais jornais e televisões do mundo trazem nesta quarta-feira (07/11/2012) o resultado das eleições americanas como manchete. Nos Estados Unidos, o “New York Times" chamou a noite de terça-feira de "noite de Obama", destacando a margem apertada da vitória de Obama no voto popular. O “Washington Post" anunciou "um segundo mandato", assim como o “Wall Street Journal", e o “USA Today" disse que Obama "fez história outra vez". No Reino Unido, a recepção da vitória de Obama foi menos entusiasmada. O "Financial Times" falava sobre a festa dos democratas nas ruas americanas e o "Guardian" falava sobre o discurso de vitória de Barack Obama, que prometeu que "o melhor ainda está por vir".
(Folha online - www.folha.uol.com.br - 07/11/2012.)
A reeleição do atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, foi destaque na imprensa mundial. Os sites dos principais jornais e televisões do mundo trazem nesta quarta-feira (07/11/2012) o resultado das eleições americanas como manchete. Nos Estados Unidos, o “New York Times" chamou a noite de terça-feira de "noite de Obama", destacando a margem apertada da vitória de Obama no voto popular. O “Washington Post" anunciou "um segundo mandato", assim como o “Wall Street Journal", e o “USA Today" disse que Obama "fez história outra vez". No Reino Unido, a recepção da vitória de Obama foi menos entusiasmada. O "Financial Times" falava sobre a festa dos democratas nas ruas americanas e o "Guardian" falava sobre o discurso de vitória de Barack Obama, que prometeu que "o melhor ainda está por vir".
(Folha online - www.folha.uol.com.br - 07/11/2012.)
A reeleição do atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, foi destaque na imprensa mundial. Os sites dos principais jornais e televisões do mundo trazem nesta quarta-feira (07/11/2012) o resultado das eleições americanas como manchete. Nos Estados Unidos, o “New York Times" chamou a noite de terça-feira de "noite de Obama", destacando a margem apertada da vitória de Obama no voto popular. O “Washington Post" anunciou "um segundo mandato", assim como o “Wall Street Journal", e o “USA Today" disse que Obama "fez história outra vez". No Reino Unido, a recepção da vitória de Obama foi menos entusiasmada. O "Financial Times" falava sobre a festa dos democratas nas ruas americanas e o "Guardian" falava sobre o discurso de vitória de Barack Obama, que prometeu que "o melhor ainda está por vir".
(Folha online - www.folha.uol.com.br - 07/11/2012.)
“O que muda no país após as manifestações populares?
‘O Brasil acordou’. Assim estava escrito em cartazes das manifestações que abalaram a nação e levaram àsruas mais de um milhão de pessoas. Depois disso, outros protestos aconteceram e talvez ainda estejamocorrendo agora. Vamos, porém, considerar somente o que já houve. A partir de reivindicações contra oaumento das tarifas dos ônibus, a pauta dos manifestantes aumentou e passou a tocar em questõesrecorrentes: corrupção, malversação de dinheiro público, má qualidade dos serviços à população, em saúde,educação, segurança, etc. Os políticos - tanto do poder Executivo, quanto do Legislativo - foram colocadoscontra a parede e prometeram mudanças”.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/bancoderedacoes/o-que-muda-no-pais-apos-as-
manifestacoes Acesso em 11/11/2013.
De acordo com o texto acima, essencialmente, a causa deflagradora desses protestos foi
Além disso, uma reportagem do jornal ‘O Globo’, do começo de julho deste ano, revelou que o Brasil é o país mais monitorado em toda a América Latina, o que causou reações negativas por parte do governo brasileiro, com a presidente Dilma Rousseff cancelando uma visita oficial que faria aos Estados Unidos.
Dados revelados pela reportagem dão conta de que, apenas em janeiro de 2013, foram espionados 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens. Novas informações dão conta de que setores estratégicos do país, como a Petrobrás e o Ministério de Minas e Energia (MME), além da própria presidente da República, também foram alvo de espionagem.
Enfim, o fato de o Brasil ser o país mais ‘observado’ em toda a América Latina levanta um grande questionamento por que os Estados Unidos espionam o Brasil.
Guerra econômica:quando as informações sobre a espionagem dos Estados Unidos foram reveladas, muitos analistas acusaram o país norte-americano de tentar garantir interesses econômicos de suas corporações, o que foi prontamente negado por Washington. Entretanto, as últimas revelações mostraram o contrário.
Em sua conta pessoal no Twitter, a presidente Dilma Rousseff afirmou que as novas informações confirmam a existência de “razões econômicas e estratégicas por trás de tais atos (de espionagem)”. Guerra informacional: as explicações oficiais da NSA não negam a espionagem, mas tentam explicá-la ao usar a guerra ao terrorismo como justificativa. O diretor da NSA, após ser interpelado por um jornalista, respondeu: Sabe, a realidade é que não estamos coletando todos os e-mails das pessoas no Brasil, nem ouvindo suas conversas no telefone. Por que faríamos isso? O que alguém levou foi um programa que analisa os metadados ao redor do mundo, que você usaria para encontrar atividades terroristas que possam transitar (entre países), e saltou à conclusão de que ‘Ah, metadados!’ Eles devem espionar o telefone de todo mundo, eles devem estar lendo o e-mail de todo mundo.
Guerra ideológica: a ideia de os EUA considerarem o Brasil um ponto estratégico, visto o protagonismo internacional conquistado pelo país nos últimos anos, além, é claro, de recursos naturais que vão desde a Amazônia ao petróleo Pré-Sal, por si só já ‘justifica’ a espionagem em empresas e ministérios estratégicos para o desenvolvimento e para a soberania nacional.
Portanto, dá para concluir que se os EUA veem o Brasil como ponto estratégico para seus interesses, mirar os olhos e ouvidos do Tio Sam para cá é um movimento esperado”.
Disponível em: http://www.ordemlivre.org/2013/04/pec-das-domesticas-boas-intencoes-conseequencias-indesejadas/ Acesso em 17/10/2013.
A sigla PEC significa: