Questões de Concurso
Sobre política internacional em conhecimentos gerais
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Após a troca de rapapés e favores com o governo chinês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aconselhado a tentar uma reaproximação com um antigo parceiro asiático,o Japão. Considerou boa a ideia. Entre março e abril de 2005,o presidente, ministros e empresários brasileiros desembarcarão no país do sol nascente. Na mala, várias propostas comerciais. De acordo com estudos, o perfil do emergente mercado japonês de idosos (algo em torno de 20%da população japonesa está na terceira idade) permitiria aos brasileiros a oferta de produtos agrícolas orgânicos e naturais,calçados e produtos de couro, madeira e mobiliário, produtos de borracha, farmacêuticos e cosméticos, vestuário, joalheria etc. Em troca, o Japão está interessado em investimentos na área de infra-estrutura e na venda de eletroeletrônicos.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o atual cenário da economia mundial contemporânea, além da política externa implementada pelo Brasil, julgue os itens seguintes.
Correio Braziliense, 13/6/2004, p. 11 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos econômicos, políticos e sociais marcantes do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Correio Braziliense, 13/6/2004, p. 11 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos econômicos, políticos e sociais marcantes do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Correio Braziliense, 13/6/2004, p. 11 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos econômicos, políticos e sociais marcantes do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Eduardo Simantob. Segredos do petróleo. In: Primeira Leitura, n.o 29, jul./2004, p. 70 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos inerentes ao tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
Eduardo Simantob. Segredos do petróleo. In: Primeira Leitura, n.o 29, jul./2004, p. 70 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos inerentes ao tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
Eduardo Simantob. Segredos do petróleo. In: Primeira Leitura, n.o 29, jul./2004, p. 70 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos inerentes ao tema por ele focalizado, julgue os itens que se seguem.
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixo do
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.
Zuenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixo do
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.
Zuenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.
ainda consegue ser pior, porque ameaça não apenas o presente,
mas o futuro de nosso futuro, ou seja, as crianças e os
adolescentes. Se hoje suas vidas já são o que são, a perspectiva
para os próximos anos é de aumento da violência e da
desnutrição, e de queda na qualidade da educação. No relatório
divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa
talvez seja a revelação mais inquietante. O que será o amanhã em
que meninos e meninas estarão mais desnutridos, menos educados
e mais violentos?
O diagnóstico foi elaborado por 27 ONGs que
monitoram políticas públicas nessa área - entre as quais
UNESCO, UNICEF, fundações ORSA e ABRINQ - depois de
analisarem o cumprimento das 21 metas do plano Um Mundo
para Crianças, ratificadas pelo Brasil e por mais 188 países.
Quanto à educação, há pelo menos duas previsões desanimadoras:
taxa de escolarização no ensino médio 15,73% abaixo do
prometido e atendimento na primeira infância aquém do
esperado. Em relação à violência, o quadro é até previsível.
De 1992 a 2002, os homicídios de pessoas de até 17 anos de
idade aumentaram 136% - de 3 para 7,1 mortes por 100 mil
habitantes.
Zuenir Ventura. O que será o amanhã? In: O Globo, 11/8/2004, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as múltiplas implicações
do tema por ele abordado, julgue os itens subseqüentes.
A globalização é, aos olhos de muitos analistas, o resultado de longo processo histórico que, sobretudo a partir da Revolução Industrial, expandiu o capitalismo em escala planetária. No que concerne ao atual estágio da economia mundial, julgue os itens seguintes:
I. A tendência à formação de blocos econômicos, típica dos dias atuais, reflete, entre outras considerações, a necessidade de se unir forças para atuar em um mercado global cada vez mais competitivo.
II. Na atual economia globalizada, os avanços científicos e tecnológicos são essenciais para ampliar a capacidade produtiva e encurtar as distâncias percorridas pelos capitais, pelas pessoas e pelas mercadorias.
III. A proposta de criação de um megabloco continental, a Área de Livre Comércio das Américas (Alca, tem encontrado dificuldades para sua efetiva implementação.
IV. O ambicioso projeto da Alca pretende envolver, em um único bloco econômico, sem exceção, todos os países americanos.
V. Depois de séculos de exploração colonial, a África transformou-se em uma das mais ativas áreas da economia global, recebendo maciços investimentos internacionais.
Estão certos apenas os itens
Há pouco mais de um ano, o Iraque era invadido pelas forças da coalizão anglo-americana, na esteira de uma pretensa guerra ao terrorismo e de valorização dos princípios democráticos. Relativamente aos episódios que envolvem esse conflito, julgue os itens que se seguem:
I. O governo Bush utilizou como pretexto para invadir o Iraque a existência, nesse país, de um perigoso arsenal de armas de destruição em massa.
II. Inspetores indicados pela ONU confirmaram a existência de grande quantidade de armas químicas em poder de Saddam Hussein.
III. Na União Européia, França e Alemanha foram os países que mais enfaticamente apoiaram a decisão norte-americana de invadir o Iraque.
IV. Em pouco tempo, as forças invasoras obtiveram a vitória militar que buscavam, o que incluiu a deposição de Saddam Hussein.
V. A intervenção estrangeira no Iraque tem-se mostrado problemática, com a intensificação de atos de represália por setores da população local, inclusive com seqüestros e mortes.
Estão certos apenas os itens
Enquanto norte-americanos e britânicos vencem no Iraque, uma outra guerra vai sendo perdida no mundo: a do ambiente. E o conflito atual no Oriente Médio só tende a agravar a situação. A opinião é do britânico Norman Myers, um dos cientistas ambientais mais influentes no mundo. Ele se diz pessimista com os efeitos da guerra e das políticas da Casa Branca, especialmente sobre os esforços para combater o aquecimento global. Para Myers, “o debate global sobre o clima tem ignorado amplamente a geopolítica global. Se, por um lado, há evidência científica e econômica o bastante para concluir que nós deveríamos nos afastar dos combustíveis fósseis o mais rápido possível, os líderes políticos do mundo parecem cada vez mais inclinados a queimá-los”.
Cláudio Ângelo. Para Myers, planeta perde guerra do clima.
In: Folha de São Paulo, 14/4/2003, p. A9 (com adaptações)
A partir do texto e considerando o tema por ele focalizado, julgue o item seguinte.
A vitória norte-americana e britânica, a que alude o texto, foi
obtida após demorada e difícil guerra contra o Iraque de
Saddam Hussein, acusado de ter sido o mentor dos ataques
terroristas contra os Estados Unidos da América (EUA), em
11 de setembro de 2001.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso no Fórum Mundial, propôs a formação de um fundo internacional para o combate à miséria e à fome nos países do Terceiro Mundo, que seria constituído pelos países do G7 e apoiado pelos grandes investidores internacionais. Para uma platéia de centenas de pessoas, Lula declarou: “Aqui em Davos convencionou-se dizer que hoje existe um único Deus: o Mercado. Mas, a liberdade de mercado pressupõe, antes de tudo, a liberdade e a segurança do cidadão. O Brasil defende o livre comércio, mas um livre comércio que se caracterize pela reciprocidade. De nada valerá o esforço exportador que venhamos a desenvolver, se os países ricos continuarem a pregar o livre comércio e a praticar o protecionismo.”
Internet:<http://www.na.com.br>
Acerca do tema tratado no texto acima, julgue o item que se segue.
A expressão “G7”, citada no texto, designa, de maneira
geral, o conjunto de países economicamente mais pujantes
do planeta; quando substituída por G8, refere-se ao mesmo
grupo acrescido da Rússia.