Questões de Concurso
Sobre economia em conhecimentos gerais
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“Antes de mais nada, é importante esclarecer que não existe uma solução puramente econômica para se sair da atual crise. Essa é uma visão tecnocrática e economicista. Qualquer alternativa, seja ela de conteúdo de esquerda ou de direita, necessariamente tem que se viabilizar politicamente.”
(Disponível em: redesustentabilidade.org.br.)
Coerente com a afirmativa anterior, para o País sair da crise atual, o governo deve
Numa entrevista exclusiva ao Jornal Nacional, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que controlar a inflação e pôr as contas públicas em ordem são as grandes preocupações do governo.
Disponível em:<http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/06/controle-da-inflacao-e-contas-em-ordem-sao-prioridade-afirma-levy.html> Acesso em: 19/06/15
Na linha do exposto acima, segundo o ministro da Fazenda, deve-se partir do princípio de que nesse momento “o Brasil só gasta o que arrecada”. De acordo com Levy, tal princípio não só se estabelece como é favorecido a partir da lei de:
Observe o gráfico apresentado a seguir.

(http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/11/ pib-cresceu-01-no-terceiro-trimestre-mostra-ibge.html. Adaptado)
Os dados do gráfico oferecem subsídios para que os economistas concluam que
O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia‐o atentamente.
“Os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) enfrentam grave crise de refugiados, com mais de 800 mil pedidos de asilo em 2014, diz relatório divulgado hoje (22) em Paris pela organização. O número de pedidos de asilo representou aumento de 46% em 2014 – índice não visto desde 1992, o segundo maior em 35 anos – e poderá ser ainda maior em 2015. Os principais países de destino são a Alemanha, os Estados Unidos, a Turquia, a Suécia e a Itália. A França está na sexta posição, depois de ficar, por longo tempo, entre os três principais países de destino.”
(Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015‐09/paises‐da‐ocde‐receberam‐mais‐de‐800‐mil‐pedidos‐de‐asilo‐
em‐2014. e http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/01/150103_qa_imigracao_lab.)
O Paraná é um estado expressivo na exportação de:
O economista francês Thomas Piketty é autor de “O Capital no século XXI”. Obra que coloca o tema da desigualdade como “uma das questões mais vivas e polêmicas da atualidade”, considerando que a desigualdade, segundo o autor, voltou a aumentar nos países ricos, principalmente nos Estados Unidos.
(PIKETTY, T. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014.)
A respeito da desigualdade social brasileira, é correto afirmar:
I. A economia brasileira é uma das 10 (dez) maiores do mundo, e, por conta disso, o Brasil apresenta um baixo índice de desigualdade social.
II. A desigualdade social no Brasil, segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, vem decrescendo nas últimas duas décadas.
III. Ações afirmativas representam esforço governamental de tentativa de mitigação da desigualdade social.
A respeito das assertivas, assinale a opção correta:
Leia o texto e responda a questão
Hoje um dos grandes problemas do Brasil é o equilíbrio das contas públicas, ou seja, a diferença entre as receitas e as despesas do governo federal. São essas contas nacionais que oferecem indicadores da “saúde” da economia de modo geral.
E como esse equilíbrio é alcançado? O Estado arrecada dinheiro por meio da cobrança de impostos que incidem sobre a renda, a propriedade, serviços e produtos. Existe ainda a receita de dividendos oriundos de empresas públicas ou de alugueis do patrimônio público. Já as despesas incluem gastos com obras, previdência, educação, saúde, funcionários, pagamento da dívida pública, entre outros.
Quando o governo arrecada mais do que gasta, significa que houve superávit primário. Quando as despesas superam as receitas, ou seja, o governo gasta mais do que arrecada, temos um déficit primário.
Números recentes das contas públicas do Brasil mostram um país à beira de uma crise fiscal. Segundo dados do Tesouro Nacional, o ritmo de crescimento dos gastos do Estado é seis vezes maior que o das receitas.
Entre janeiro e novembro de 2014, o governo federal gastou R$ 933,1 bilhões. No mesmo período do ano anterior, o valor foi de R$ 827,7 bilhões. Ou seja, as despesas cresceram 12,72%, enquanto as receitas avançaram apenas 2,8% no mesmo período, passando de R$ 890,3 bilhões (2013) para R$ 914,7 bilhões.
A diferença entre as contas (receitas menos despesas, excluindo o pagamento da dívida pública) foi de R$ 18,3 bilhões, o pior resultado de janeiro a novembro desde 2001 (início da série histórica desse indicador).
Para especialistas esse resultado se deve ao aumento dos gastos do governo nas eleições, às concessões com desonerações de tributos e ao baixo crescimento da economia que derrubou a arrecadação.
Fonte: http://vestibular.uol.com.br/resumo-dasdisciplinas/atualidades/economia-aumento-da-divida-publica-e-baixo-crescimentosao-entraves-para-2015.htm