Questões de Concurso
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NAPOLITANO, Marcos. História e música – história cultural da música popular, 2002.
O início desse gênero se deu com o lançamento da canção "Chega de Saudade" (1959) por João Gilberto, uma composição de Vinícius de Moraes e Tom Jobim. O gênero musical a que aludido é:
1 - O samba-canção:
2 - O samba-choro:
3 - O samba-de-breque:
4 - O samba-enredo:
5 - O samba-exaltação:
( ) com maior complexidade harmônica e melódica, é a versão vocal derivada do choro instrumental que se popularizou a partir de 1934.
( ) é uma variante que se destaca pelo uso de letras patrióticas que enaltecem as belezas do Brasil, acompanhadas por uma orquestra, o que a torna uma das formas mais refinadas do samba. A música "Aquarela do Brasil" (1939), composta por Ary Barroso e Aloysio Oliveira, é o sambaexaltação mais renoma
( ) se desenvolveu a partir dos anos 1940 como o gênero musical característico das escolas de samba, baseando-se em versos (ou enredo) que tinham o propósito de dramatizar uma história escolhida como tema para desfiles carnavalescos.
( ) concebido em 1928, destaca-se por sua melodia mais sofisticada, carregando um tom emocional mais profundo e um ritmo mais lento, sendo uma criação de compositores semi eruditos associados ao teatro de revista no Rio de Janeiro.
( ) tem sua origem na inclusão do "breque" no samba, definido por Tinhorão como uma pausa ou interrupção no desenvolvimento melódico que possibilita a inserção de frases adicionais. Este estilo musical surgiu pela primeira vez na canção "Jogo proibido" de Moreira da Silva, em 1936.
A associação correta é, respectivamente:
Hoje eu sei que quem me deu a ideia De uma nova consciência e juventude Tá em casa guardado por Deus Contando o vil metal"
Esta cantora, amplamente aclamada tanto nacional quanto internacionalmente e apelidada de 'Pimentinha' (Little Pepper), é conhecida por imortalizar os versos mencionados. Qual é o nome da autora?
No trecho, faz-se alusão ao movimento:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Considere o texto a seguir.
“Aos 9 anos, o menino Moacir não perdia um ensaio sequer da Banda Municipal de Flores. Encantado pelos instrumentos que via e ouvia, estava sempre à espreita de uma oportunidade em que pudesse experimentá-los.
Com o tempo, passou a tomar conta dos instrumentos, aproveitando os momentos ociosos entre as atividades da banda para explorá-los e descobrir o som de cada um deles. A capacidade autodidata se manifestou mais uma vez, e aprendeu a tocar todos os instrumentos da banda: trombone, trompete, trompa, clarineta, saxofone, percussões, além do violão, do banjo e do bandolim.
Após acumular experiências diversas em suas andanças, “O Saxofonista Negro” migra para o Sudeste e incorpora o ambiente de produção efervescente da Rádio Nacional (RJ), envolvendo-se com as diferentes formações da emissora (orquestra de jazz, orquestra de tango, regionais de choro, orquestra de salão e orquestra sinfônica).
Em 1960, por sua relevante atuação como arranjador, instrumentista e compositor de trilhas sonoras, no auge da movimentação em torno da bossa-nova, Moacir Santos destacou-se como professor de inúmeros personagens como Nara Leão, Baden Powell, Sérgio Mendes, Carlos Lyra, Oscar Castro Neves, Roberto Menescal, Dori Caymmi, João Donato, entre outros.
Em 1968, acatando a sugestão do colega e ex-aluno Sérgio Mendes, mudou-se com a família para a Califórnia. Em um primeiro momento, fixaram residência em Hollywood, onde seus contatos e sua experiência no cinema brasileiro o levaram a integrar as equipes dos renomados compositores de trilhas sonoras Henry Mancini e Lalo Schiffrin, em 1968 e 1970, respectivamente.
Trabalhando como ghost-composer, colaborou na composição de trilhas famosas para Hollywood, como a do seriado Missão Impossível, de Schiffrin [...] e a amizade com Horace Silver proporcionou-lhe os contatos com a Blue Note, a conceituada gravadora norte-americana especializada em jazz.”
Fonte: DIAS, Andrea Ernest. Moacir Santos, ou os caminhos de um músico brasileiro. Recife. CEPE Editora, 2025.
O texto traça um breve panorama da trajetória artística do multi-instrumentista, compositor e arranjador Moacir Santos cujas composições mais importantes a serem destacadas são:
O repertório, criado especialmente para o Movimento Armorial, incorpora a modalidade advinda da música dos cantadores de aboio nordestinos, e hibridiza a instrumentação barroco-renascentista com elementos nacionais ao introduzir cordofones como o Marimbau, a Rabeca e a Viola Sertaneja, apropriando neles, gestuais percussivos que emulam, por exemplo, o ritmo de batidas de pés típicos de práticas musicais indígenas brasileiras.
As obras armoriais "Cavalo Marinho (Chamada no.1)"; "Mourão (Variações sobre um tema de Guerra-Peixe)"; "A onça, os guinés e os cachorros"; "Três peças nordestinas"; "Cantiga"; “Príncipe alumioso/ Velame" e "Grande Missa Nordestina", foram compostas por