Questões de Concurso
Sobre trabalho, transporte, previdência e outras questões sociais em atualidades
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O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
São vários os objetivos dessa iniciativa. Avalie os itens abaixo quanto aos objetivos do programa:
I – Expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional presencial e a distância;
II – Construir, reformar e ampliar as escolas que ofertam educação profissional e tecnológica nas redes estaduais;
III – Aumentar as oportunidades educacionais aos trabalhadores por meio de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional;
IV – Aumentar a quantidade de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de educação profissional e tecnológica;
V – Melhorar a qualidade do ensino médio.
Correspondem aos objetivos do programa:
Uma causa direta das situações enfrentadas pelo usuário, como congestionamentos, poluição, acidentes e ônibus lotados, que afetam a qualidade de vida da população urbana, é a

I. O crescimento da faixa de renda de “até 1 salário mínimo” pode ser reflexo dos programas de transferência de renda governamentais, os quais garantem um rendimento mínimo às pessoas carentes.
II. O crescimento da faixa de renda de “até 1 salário mínimo” é fruto do emprego formal gerado no país dentro do período da pesquisa, pois, os beneficiários dos programas de transferência de renda governamentais entram na categoria sem rendimento.
III. No gráfico, percebe-se uma diminuição da concentração de renda no país. Isso fica evidente quando analisamos, por exemplo, a faixa de renda “mais de 5 a 10 salários mínimos”.
IV. No gráfico, a faixa “mais de 1 a 2 salários mínimos” é a que apresenta a maior diferença em pontos percentuais entre os dados de 2001 e 2011.
Está correto o que se afirma APENAS em
O estado de Goiás instituiu a cota zero para transporte de pescado em todo o seu território. A regulamentação foi publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás no dia 10 de abril e significa uma mudança no posicionamento do estado quanto à preservação do estoque pesqueiro. A cota zero será aplicada em todos os rios sob controle estadual.
Disponível em: <http://www.semarhtemplate.go.gov.br/noticia/cota-zero-esta-valendo>
Acesso em: 12/08/2013.
Em relação ao conteúdo da publicação acerca da regulamentação da cota zero no Diário Oficial do Estado de Goiás, assinale a alternativa correta.
De acordo com o noticiado sobre o assunto neste período, leia as sentenças abaixo e assinale a alternativa incorreta:
Entre as medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal, em 2012, para a consecução desse objetivo, está o(a)
(Viajandaun – 01/08/2010)
No Brasil, o governo federal anunciou a construção do primeiro “trem-bala” do país, entre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC – orçado em mais de R$ 30 bilhões. Em seu trajeto, o veículo passaria pelo município de São Paulo, tendo como extremidades de um lado o Aeroporto do Galeão e de outro
Roraima registra piores enchentes dos últimos 35 anos

Roraima enfrenta suas piores enchentes desde 1976, informou o governo estadual nesta segunda-feira (6). Praticamente todos os municípios estão em situação de emergência, e comunidades estão em isolamento total em razão das fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias. Neste domingo, o governador José de Anchieta decretou estado de calamidade pública. A região sul do estado é a mais afetada.
Portal de notícias G 1: 06/06/201110h33 -
Das Rodovias que cortam o Estado, a que
liga Boa Vista a Pacaraima sofreu várias
interrupções de tráfego. Trata-se da:
O esporte mais popular do planeta não valoriza mais o talento e corre o risco de extinção, diz o “Doutor”.
CartaCapital: Houve alguma mudança tática substancial no futebol desde a copa de 1994?
Sócrates: Tática, não. Houve uma evolução física dos atletas. O jogo foi ficando mais feio, com maior contato físico, menos tempo para pensar. Ocorreu uma desvalorização do talento, da habilidade. Na verdade, é um esporte em extinção.
CartaCapital: Por quê?
Sócrates: O futebol sempre foi fascinante por não premiar a regularidade, por permitir que um time mais fraco ou menos preparado vença. Onde há espaço para o acas o, o incidente. Mas daqui a pouco, do jeito que as coisas caminham, não será mais assim. Todos serão iguais, e nem os ‘acidentes’ ocorrerão mais. Porque, se todo mundo se preparar para o óbvio, os riscos de uma adversidade diminuem e o jogo vai ficando mais chato. Hoje em dia, torce-se para o trapezista cair. Raramente vê-se uma jogada de talento, de habilidade. Mas, quando ela ocorre, costuma ser decisiva. (...)
CartaCapital: O Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014?
Sócrates: Não acredito que o Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014. Teremos uma festinha de um mês, depois vai sobrar um monte de trambolho que ninguém saberá como manter. Veja o que aconteceu com as instalações do Pan. O Estádio Engenhão, que custou mais de 300 milhões de reais, foi alugado ao Botafogo por 29 mil. E o pior: a população, que deveria ser a maior beneficiária, não usa. No caso da Copa de 2014, multiplique por 10 as parafernálias do Pan. Vai ser isso. E com dinheiro nosso, não tenha dúvida. Até agora ninguém mexeu uma palha para organizar o evento. Quando chegar 2011, 2012, farão tudo de última hora. Aí fica sem controle, né, de um jeito bem conveniente (risos). Países sérios estariam com tudo planejado. E ainda querem fazer uma Olimpíada aqui.
(Sócrates é ex-craque do Corinthians e da seleção brasileira, além de médico. CartaCapital , nº 500, 18 jun. 2008, p. 108.)
Assinale a alternativa que sintetiza a opinião de Sócrates com relação às mudanças no futebol brasileiro de 1994 até hoje.
Esse quadro tem causas mais profundas do que as imaginadas pelo senso comum. A necessidade de trabalhar e sustentar a família é o caso de 17% do 1,7 milhão de jovens entre 15 e 17 anos de idade que abandonaram os estudos; 44% dos que não estudam mais nessa faixa de idade também não trabalham. Ao justificar a razão pela qual abandonaram a escola, quatro em cada dez jovens disseram ter perdido o interesse ou a convicção de que a escolaridade os ajudaria a conquistar um bom emprego. Mesmo a gravidez entre adolescentes é vista como um elemento que dificulta a volta à escola, e não propriamente como a causa de abandono.
Folha de S.Paulo, 26/1/2008, p. A2 (com adaptações).
Os números apresentados no texto reiteram a visão consensual de que a necessidade de trabalhar, inclusive para auxiliar na manutenção da família, é a razão preponderante para que os adolescentes e jovens brasileiros não permaneçam na escola.
O problema de congestionamento nos grandes centros urbanos das cidades brasileiras poderia ser amenizado com o uso do transporte alternativo, já que, nesse tipo de transporte, são utilizados veículos leves.
Para diminuir os congestionamentos nas cidades brasileiras e evitar que o trânsito acelere para o caos, o Estado deve investir na expansão da infra-estrutura viária, a fim de ofertar um bom nível de serviço aos usuários de veículos particulares e veículos de carga.
Atualmente, as cidades brasileiras apresentam poucos problemas de transporte e boa qualidade de vida.
1 Crianças e adolescentes que trabalham no Brasil
somam 2,9 milhões, mais do que as populações somadas de
Rondônia, Amapá, Acre e Roraima. O Nordeste é a região
4 que apresenta maior ocorrência do trabalho infantil. Lá,
15,9% das crianças e adolescentes com 17 anos de idade
trabalham. A menor taxa é no Sudeste (8,6%). Concentram-se
7 no campo 76,7% das crianças ocupadas de 5 a 9 anos de
idade. Em sua maioria, não recebem remuneração (64,4%) ou
estão envolvidas na produção para consumo próprio (26,9%).
10 O percentual de garotos trabalhando (15,6%) é quase o dobro
do das meninas.
Entre 2004 e 2005, cresceu 10,3% o número de
13 menores entre 5 e 14 anos de idade ocupados, apesar da
proibição legal. Na faixa até 17 anos de idade, o aumento é
bem menor: subiu de 11,8% para 12,2%, interrompendo
16 tendência de queda desde 1992.
Jornal do Senado (Edição Semanal), 18-24/6/2007, p. 11 (com adaptações).
Considerando que o número de crianças e adolescentes com até 17 anos de idade que trabalham no Brasil seja igual a 2.899.800 e que a quantidade deles por região brasileira seja diretamente proporcional ao número de unidades federativas da respectiva região - são 27 as unidades federativas brasileiras, incluindo-seo Distrito Federal como unidade federativa da região Centro-Oeste -, julgue os itens seguintes, tendo como referência
as informações contidas no texto acima.