Questões de Concurso
Comentadas sobre trabalho, transporte, previdência e outras questões sociais em atualidades
Foram encontradas 199 questões
O estado de Goiás instituiu a cota zero para transporte de pescado em todo o seu território. A regulamentação foi publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás no dia 10 de abril e significa uma mudança no posicionamento do estado quanto à preservação do estoque pesqueiro. A cota zero será aplicada em todos os rios sob controle estadual.
Disponível em: <http://www.semarhtemplate.go.gov.br/noticia/cota-zero-esta-valendo>
Acesso em: 12/08/2013.
Em relação ao conteúdo da publicação acerca da regulamentação da cota zero no Diário Oficial do Estado de Goiás, assinale a alternativa correta.
De acordo com o noticiado sobre o assunto neste período, leia as sentenças abaixo e assinale a alternativa incorreta:
Entre as medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal, em 2012, para a consecução desse objetivo, está o(a)
(Viajandaun – 01/08/2010)
No Brasil, o governo federal anunciou a construção do primeiro “trem-bala” do país, entre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC – orçado em mais de R$ 30 bilhões. Em seu trajeto, o veículo passaria pelo município de São Paulo, tendo como extremidades de um lado o Aeroporto do Galeão e de outro
Roraima registra piores enchentes dos últimos 35 anos

Roraima enfrenta suas piores enchentes desde 1976, informou o governo estadual nesta segunda-feira (6). Praticamente todos os municípios estão em situação de emergência, e comunidades estão em isolamento total em razão das fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias. Neste domingo, o governador José de Anchieta decretou estado de calamidade pública. A região sul do estado é a mais afetada.
Portal de notícias G 1: 06/06/201110h33 -
Das Rodovias que cortam o Estado, a que
liga Boa Vista a Pacaraima sofreu várias
interrupções de tráfego. Trata-se da:
O esporte mais popular do planeta não valoriza mais o talento e corre o risco de extinção, diz o “Doutor”.
CartaCapital: Houve alguma mudança tática substancial no futebol desde a copa de 1994?
Sócrates: Tática, não. Houve uma evolução física dos atletas. O jogo foi ficando mais feio, com maior contato físico, menos tempo para pensar. Ocorreu uma desvalorização do talento, da habilidade. Na verdade, é um esporte em extinção.
CartaCapital: Por quê?
Sócrates: O futebol sempre foi fascinante por não premiar a regularidade, por permitir que um time mais fraco ou menos preparado vença. Onde há espaço para o acas o, o incidente. Mas daqui a pouco, do jeito que as coisas caminham, não será mais assim. Todos serão iguais, e nem os ‘acidentes’ ocorrerão mais. Porque, se todo mundo se preparar para o óbvio, os riscos de uma adversidade diminuem e o jogo vai ficando mais chato. Hoje em dia, torce-se para o trapezista cair. Raramente vê-se uma jogada de talento, de habilidade. Mas, quando ela ocorre, costuma ser decisiva. (...)
CartaCapital: O Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014?
Sócrates: Não acredito que o Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014. Teremos uma festinha de um mês, depois vai sobrar um monte de trambolho que ninguém saberá como manter. Veja o que aconteceu com as instalações do Pan. O Estádio Engenhão, que custou mais de 300 milhões de reais, foi alugado ao Botafogo por 29 mil. E o pior: a população, que deveria ser a maior beneficiária, não usa. No caso da Copa de 2014, multiplique por 10 as parafernálias do Pan. Vai ser isso. E com dinheiro nosso, não tenha dúvida. Até agora ninguém mexeu uma palha para organizar o evento. Quando chegar 2011, 2012, farão tudo de última hora. Aí fica sem controle, né, de um jeito bem conveniente (risos). Países sérios estariam com tudo planejado. E ainda querem fazer uma Olimpíada aqui.
(Sócrates é ex-craque do Corinthians e da seleção brasileira, além de médico. CartaCapital , nº 500, 18 jun. 2008, p. 108.)
Assinale a alternativa que sintetiza a opinião de Sócrates com relação às mudanças no futebol brasileiro de 1994 até hoje.
Esse quadro tem causas mais profundas do que as imaginadas pelo senso comum. A necessidade de trabalhar e sustentar a família é o caso de 17% do 1,7 milhão de jovens entre 15 e 17 anos de idade que abandonaram os estudos; 44% dos que não estudam mais nessa faixa de idade também não trabalham. Ao justificar a razão pela qual abandonaram a escola, quatro em cada dez jovens disseram ter perdido o interesse ou a convicção de que a escolaridade os ajudaria a conquistar um bom emprego. Mesmo a gravidez entre adolescentes é vista como um elemento que dificulta a volta à escola, e não propriamente como a causa de abandono.
Folha de S.Paulo, 26/1/2008, p. A2 (com adaptações).
Os números apresentados no texto reiteram a visão consensual de que a necessidade de trabalhar, inclusive para auxiliar na manutenção da família, é a razão preponderante para que os adolescentes e jovens brasileiros não permaneçam na escola.
O problema de congestionamento nos grandes centros urbanos das cidades brasileiras poderia ser amenizado com o uso do transporte alternativo, já que, nesse tipo de transporte, são utilizados veículos leves.
Para diminuir os congestionamentos nas cidades brasileiras e evitar que o trânsito acelere para o caos, o Estado deve investir na expansão da infra-estrutura viária, a fim de ofertar um bom nível de serviço aos usuários de veículos particulares e veículos de carga.
Atualmente, as cidades brasileiras apresentam poucos problemas de transporte e boa qualidade de vida.
1 Crianças e adolescentes que trabalham no Brasil
somam 2,9 milhões, mais do que as populações somadas de
Rondônia, Amapá, Acre e Roraima. O Nordeste é a região
4 que apresenta maior ocorrência do trabalho infantil. Lá,
15,9% das crianças e adolescentes com 17 anos de idade
trabalham. A menor taxa é no Sudeste (8,6%). Concentram-se
7 no campo 76,7% das crianças ocupadas de 5 a 9 anos de
idade. Em sua maioria, não recebem remuneração (64,4%) ou
estão envolvidas na produção para consumo próprio (26,9%).
10 O percentual de garotos trabalhando (15,6%) é quase o dobro
do das meninas.
Entre 2004 e 2005, cresceu 10,3% o número de
13 menores entre 5 e 14 anos de idade ocupados, apesar da
proibição legal. Na faixa até 17 anos de idade, o aumento é
bem menor: subiu de 11,8% para 12,2%, interrompendo
16 tendência de queda desde 1992.
Jornal do Senado (Edição Semanal), 18-24/6/2007, p. 11 (com adaptações).
Considerando que o número de crianças e adolescentes com até 17 anos de idade que trabalham no Brasil seja igual a 2.899.800 e que a quantidade deles por região brasileira seja diretamente proporcional ao número de unidades federativas da respectiva região - são 27 as unidades federativas brasileiras, incluindo-seo Distrito Federal como unidade federativa da região Centro-Oeste -, julgue os itens seguintes, tendo como referência
as informações contidas no texto acima.
A prática pública tradicional procura resolver os congestionamentos, aumentando a capacidade viária. O tempo economizado na via com menos trânsito é utilizado em mais circulação. Portanto, conclui-se que o aumento da infra-estrutura viária diminui o tráfego.
Os veículos automotores produzem mais poluição atmosférica do que qualquer outra atividade humana isolada, variando de acordo com a característica de cada cidade e do tipo de combustível usado.
