Questões de Concurso Comentadas sobre atualidades

Foram encontradas 14.926 questões

Ano: 2006 Banca: CONSULPLAN Órgão: CEAGESP
Q1227741 Atualidades
As eleições em outubro de 2006 serão realizadas em que níveis governamentais? 
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEDUC-PA
Q1207208 Atualidades
Particularmente nas Américas, a Associação de Livre Comércio das Américas (ALCA) e o MERCOSUL são blocos econômicos estabelecidos representando diferentes interesses e possuindo determinada abrangência espacial. Acerca desse tema, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: PC-ES
Q1198998 Atualidades
Os Estados Unidos da América (EUA) tentam alçar o confronto armado à condição de fator supremo no equilíbrio de poder global e de estratégia principal na administração de conflitos. Esta é uma estratégia perigosa para o destino do planeta, já que é ineficaz e está condenada ao fracasso. A Europa, por sua vez, aprendeu e ainda está aprendendo (da maneira mais dura, com certeza) a arte mais difícil e necessária em nosso mundo cada vez mais policêntrico e polifônico: a arte do diálogo e do entendimento, de deixar para trás as inimizades, por mais longas e sangrentas que tenham sido e por mais irreparáveis que pudessem ter parecido. Antes de enviar soldados ao Iraque, Donald Rumsfeld declarou que “a guerra será vencida quando os americanos se sentirem novamente seguros”. Mas o envio de tropas ao Iraque elevou a novas alturas o clima de insegurança nos EUA e alhures. Longe de diminuírem, os espaços de ilegalidade e os terrenos de treinamento do terrorismo global se estenderam para dimensões impensadas. Quatro anos se passaram desde a decisão de Rumsfeld, e o terrorismo vem reunindo forças — extensiva e intensivamente — ano após ano.
Zymunt Bauman. Entrevista concedida a O Estado de S. Paulo, Caderno 2 (Cultura), 12/2/2006. (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do mundo contemporâneo, julgue o item subseqüente.
No Oriente Médio, uma questão crucial diz respeito à Palestina. Nas últimas eleições legislativas, a vitória das forças moderadas, em sua maioria seguidoras do falecido Yasser Arafat, trouxe novo alento aos que sonham com a paz duradoura na região.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1191063 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A recuperação do espaço perdido no MERCOSUL é apenas paliativo para uma área de integração que não trouxe quaisquer benefícios para os países contratantes do Tratado de Assunção.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1190947 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A carência de cadeias produtivas e de articulações industriais mais permanentes sacrificou, nos últimos anos, a competitividade conjunta do MERCOSUL e ajudou a manter assimetrias econômicas internas ao bloco.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1190704 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A Argentina vem-se beneficiando nos últimos anos de substancial saldo comercial positivo no comércio bilateral com o Brasil.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: PC-ES
Q1189573 Atualidades
Cinco anos atrás, os 191 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) se comprometeram a cumprir, até 2015, as oito Metas de Desenvolvimento do Milênio, incluindo erradicar a fome e a pobreza extremas e garantir a sustentabilidade ambiental. A pobreza continua a minar o avanço em muitas áreas. Doenças como HIV/AIDS estão aumentando, criando bombas-relógio na saúde pública em inúmeros países. Nos últimos cinco anos, cerca de 20 milhões de crianças morreram de doenças veiculadas pela água que poderiam ter sido evitadas, enquanto centenas de milhões de pessoas continuam a conviver diariamente com a aflição e a sujeira associadas à falta de água potável e saneamento básico. Precisamos reconhecer essas vergonhosas disparidades globais e começar a lidar com elas com seriedade. A humanidade tem uma oportunidade singular de transformar o século XXI em um século de paz e segurança. Todavia, muitas possibilidades criadas pelo fim da guerra fria parecem já ter sido desperdiçadas. Para onde foi o “dividendo da paz” que tanto nos esforçamos por obter? Por que conflitos regionais e terrorismo se tornaram tão presentes no mundo atual? E por que não obtivemos mais avanços nas Metas de Desenvolvimento do Milênio?
Mikhail Gorbachev. Em nome da paz. In: Jornal do Brasil. JB Ecológico, fev./2006, p. 48-9. (com adaptações).
Tendo o texto ao lado como referência inicial e considerando a amplitude do tema por ele abordado, além dos vários aspectos da realidade mundial do tempo presente, julgue o item que se segue.
A preocupação com o meio ambiente é uma realidade que ganhou corpo, sobretudo, nas últimas décadas do século passado, nascida da constatação de que o modelo industrial de desenvolvimento pode colocar em risco a própria vida no planeta.
Alternativas
Q460752 Atualidades
A economia do Maranhão e do Piauí vem apresentando um certo crescimento, nos dias correntes de 2006, graças, como ocorreu no Centro-Oeste brasileiro e mesmo no Sul, ao desenvolvimento de agronegócios, centrados na exportação de
Alternativas
Q460751 Atualidades
Protestos de mais de 200 mil pessoas, no mês de março de 2006, nos Estados Unidos, na Califórnia, resultaram de um movimento contra
Alternativas
Q460750 Atualidades
A ETA, grupo revolucionário, depois de quarenta anos de atividades, resolveu renunciar à violência, na sua luta pela
Alternativas
Q460749 Atualidades
Após o decurso de quatro anos, o julgamento de Slobodan Milosevic foi interrompido em março de 2006, no Tribunal Criminal Internacional, em Haia, que o julgava
Alternativas
Q460748 Atualidades
A Ferrovia Transnordestina, que cruzará três estados, a ser construída pela Companhia Ferroviária do Nordeste - CFN -, vai ter um grande impacto na realidade regional, por
Alternativas
Q460747 Atualidades
Ao contrário de certos países emergentes, como o Chile e a Coréia do Sul, o Brasil ainda não conseguiu resolver o problema da educação, que poderia ser superado se, seguindo aquelas experiências,
Alternativas
Q460746 Atualidades
L IVIO ABRAMO (1903-92), artista brasileiro e homem de grande consciência social, passou os últimos 30 anos de sua vida em auto-exílio no Paraguai, mas sua presença no Brasil foi constante, como mostra a recente exposição de sua obra (15.03-14.05.2006), que repercutiu nos meios de comunicação, graças aos seus magníficos trabalhos de
Alternativas
Q460745 Atualidades
A reunião de ministros do meio ambiente e delegações oficiais de 180 países, em Curitiba, Paraná, nos dias 20 a 27.03.06, objetivou, prioritariamente,
Alternativas
Q460744 Atualidades
“Março de 2006 repete o protesto de maio de 1968”, segundo manchete em jornal de grande circulação nacional. Essas manifestações recentes (2006) referem-se
Alternativas
Q460743 Atualidades
A literatura brasileira sofreu grande impacto quando Gui- marães Rosa, natural de Cordisburgo e diplomata atuante, publicou, em 1956, Grande Sertão: Veredas, obra que
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347286 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Uma das vantagens de se obter superavit primário elevado, como tem feito o Brasil na atualidade, é que o reajuste do salário mínimo, ainda que feito todo ano e acima da inflação do período, não gera impacto nas contas públicas.
Alternativas
Q347285 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue os itens que se seguem.

O crescimento do salário mínimo, em termos reais, desde 1994, como informa o texto, é a prova mais evidente de que, a despeito das oscilações da economia brasileira no período, a renda média real dos trabalhadores nos grandes centros urbanos expandiu- se.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347284 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Na última década, ao contrário do que ocorria em boa parte do mundo, inclusive na América Latina, o Brasil assumiu posição francamente hostil às reformas ditas neoliberais, razão pela qual o país sofreu pressões de organismos financeiros internacionais, como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.
Alternativas
Respostas
14781: C
14782: D
14783: E
14784: E
14785: C
14786: E
14787: C
14788: C
14789: D
14790: B
14791: E
14792: A
14793: E
14794: A
14795: C
14796: D
14797: B
14798: E
14799: E
14800: E