Questões de Concurso Comentadas sobre atualidades

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Q1729477 Atualidades
Entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, a renda média dos jovens caiu. Entre eles, há um grupo que teve maior perda, que foram os jovens entre:
Alternativas
Q1727156 Atualidades
O Brasil recebe refugiados de diversos países, que através de programas sociais, são inseridos na sociedade para que possam refazer suas vidas.
A mais recente onda de refugiados foi oriunda da:
Alternativas
Q1725481 Atualidades
Donald Trump atual presidente dos Estados Unidos não foi reeleito para seu cargo na eleição estadunidense realizada no mês de novembro de 2020. A partir de 20 de janeiro de 2021, o novo presidente norte americano será o recém-eleito Joe Biden pertencente ao partido:
Alternativas
Q1725478 Atualidades
Em maio de 2020 os Estados Unidos lançaram com sucesso um voo espacial tripulado, considerado um marco histórico, pois é o primeiro voo tripulado em órbita de uma espaçonave estadunidense lançada nos últimos 9 anos. Este voo partiu da aeronave espacial que recebeu o nome de:
Alternativas
Q1724701 Atualidades
A preservação da floresta amazônica tem estado entre as principais discussões atuais sobre as políticas de preservação ambiental. O vice-presidente Hamilton Mourão, que comanda o Conselho da Amazônia, defendeu como medida proposta recentemente pelo governo:
Alternativas
Q1724699 Atualidades
Todos os anos, de junho a novembro, o Haiti fica sob a ameaça de ciclones. Em 2020 uma tempestade que se deslocou através do Haiti e da República Dominicana, passando perto de Cuba e depois seguiu rumo ao sudeste do Golfo do México. Esta tempestade recebeu o nome de:
Alternativas
Q1724698 Atualidades
No dia 24 de agosto de 2020 a Áustria confirmou que expulsou um diplomata russo de seu território. O motivo pelo qual o governo austríaco realizou tal intervenção foi:
Alternativas
Q1723819 Atualidades
Em 2020 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento emitiu um alerta sobre uma nuvem de gafanhotos que estava deixando a Argentina e avançava na direção do Uruguai e Brasil. Sobre este fenômeno é correto dizer:
Alternativas
Q1721314 Atualidades
Durante o ano de 2019, agravaram-se as crises política, econômica e humanitária da Venezuela. Entre tentativas da oposição de tomar o poder, PIB em queda e hiperinflação, o atual presente se mantém no posto desde 2013, quando substituiu Hugo Chávez. Qual o nome do atual presente, o presidente de fato, da República Bolivariana da Venezuela?
Alternativas
Q1721205 Atualidades

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (nCoV-2019) foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Os primeiros coronavírus humanos foram identificados em meados da década de 1960. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Fonte: https://coronavirus.saude.gov.br/linha-do-tempo/


De acordo com o texto e com os seus conhecimentos sobre atualidades, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o mês e o estado em que foi registrado oficialmente o primeiro caso de coronavírus no Brasil.

Alternativas
Q1721204 Atualidades

No dia 4 de agosto de 2020, uma grande explosão aconteceu em Beirute. O ocorrido foi um acidente causado em um armazém, que guardava mais de 2 mil toneladas de um composto explosivo. Essa substância estava armazenada há 6 anos de forma incorreta. Segundo autoridades, a explosão teve como consequência uma cratera de 43 metros de profundidade. Além disso, ela dizimou vários bairros, fazendo com quem mais de 300.000 pessoas ficassem sem casa.

Adaptado de : bbc.com/News


De acordo com o seu conhecimento sobre o ocorrido em Beirute, qual o nome da substância que provocou essa grande explosão?

Alternativas
Q1721203 Atualidades
Em maio de 2020 nos EUA um policial branco matou asfixiado um homem negro que estava desarmado, algemado e com o rosto no chão. A revolta com o caso levou milhares de pessoas para as ruas em um protesto antirracista que aconteceu em quase todos os estados americanos. Assinale a alternativa que apresenta o nome desse homem negro.
Alternativas
Q1716219 Atualidades
Ocuparam o cargo de Ministro da Saúde durante o governo do presidente Jair Bolsonaro:
I. Gustavo Canuto.
II. Luiz Henrique Mandetta.
III. Nelson Teich.
IV. Ricardo Barros.
Quais estão corretos?
Alternativas
Q1713552 Atualidades
“A solução para isso é que nós, trabalhadores, paremos de consumir carne, e isso tudo não para voltar ao preço anterior, mas, apenas, para fazer menos pressão sobre o alimento e estabilizar seu preço em um patamar mais elevado”. Esse trecho pertence a uma notícia publicada em dezembro de 2019 no site Brasil de Fato. Sobre o aumento do preço da carne, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1713502 Atualidades
Considere os itens, colocando (V) ou (F) nos parênteses se caso for verdadeiro ou falso, respectivamente sobre a crise na Venezuela:
(____) A forte economia interna e as tensões políticas forçaram a entrada de cerca de 5 milhões de imigrantes Venezuelanos segundo as Nações Unidas. (____) A Venezuela encerrou 2019 com uma inflação menor do que o Brasil segundo dados publicados pelo Banco Central Venezuelano (BCV). (____) O país tem dois presidentes reconhecidos pelo povo, Juan Guaidó e Hugo Chaves. As incertezas ainda permeiam debates sobre a não intervenção militar, ajuda humanitária dos EUA e soluções alternativas.
A sequência correta é:
Alternativas
Q1713501 Atualidades
Julgue as proposições abaixo e marque a alternativa correta sobre as FAKE NEWS:
Imagem associada para resolução da questão

I- “Chama-se fake porque não são informações forjadas e nem fabricadas com invenções de fatos. II- É um termo criado para atribuir notícias falsas, inexatas ou incompletas sobre um determinado movimento civil, partido político ou pessoa. III- Fake News é um termo em inglês e é usado para referir-se a verdadeiras informações divulgadas, principalmente, em redes sociais, mídias e telejornais de grande circulação.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Q1713500 Atualidades
Considere os itens, colocando (V) ou (F) nos parênteses se caso for verdadeiro ou falso, respectivamente:
MANCHA DE ÓLEO ATINGIU 16 ÁREAS DO LITORAL DA PARAÍBA
A mancha de óleo que atingiu o litoral do Nordeste chegou a mais de 12 localidades da Paraíba, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que monitora a situação desde setembro do ano passado. Ao todo, mais de 100 localidades de vários municípios no Litoral nordestino foram atingidas. Fonte: https://www.mma.gov.br
No Litoral Norte da Paraíba houve registro de mancha de óleo nas cidades de:
(____) Rio Tinto (Barra do Mamanguape e Lagoa de Praia); (____) Conde (Praia de Tambaba e Jacumã); (____) Mataraca (Barra do rio Camaratuba); (____) Pitimbu (Praia Bela).
A sequência correta é:

Alternativas
Q1713023 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.

II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.

III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713022 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.

II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.

III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713019 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.

III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
6281: A
6282: E
6283: D
6284: B
6285: C
6286: D
6287: B
6288: A
6289: B
6290: B
6291: D
6292: A
6293: C
6294: A
6295: A
6296: D
6297: C
6298: B
6299: C
6300: B