Questões de Concurso Sobre atualidades
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Violência contra mulher resiste a avanços legislativos
Aos 20 anos, a Lei Maria da Penha se consolidou como uma das maiores conquistas no combate à violência contra a mulher no Brasil: de janeiro a junho, houve 596 mil novas ações baseadas nela, e a Justiça concedeu 337 mil medidas protetivas, ou duas por minuto, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Justiça revelado pelo GLOBO. O volume de processos instaurados no ano passado passou de 1 milhão, 74,4% acima de cinco anos atrás e número mais alto na série histórica. Mas infelizmente isso não tem bastado para debelar a chaga. Os 1.571 feminicídios cometidos em 2025 também representaram um recorde, e os estupros aumentaram 72% em dez anos — só no ano passado, houve um caso a cada seis minutos.
No campo legislativo e jurídico, o Brasil desenvolveu um arcabouço avançado na defesa da mulher. Em 2012, ao julgar duas ações, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, nos casos de lesão corporal em violência doméstica, o Ministério Público pode processar o agressor mesmo sem representação da vítima. Impede-se, com isso, que ameaças ou reconciliação forçada paralisem os processos.
O assassinato de mulheres no contexto de violência doméstica ou familiar, tipificado como feminicídio, entrou no Código Penal em 2015. Desde o início foi considerado crime hediondo, sujeito a penas pesadas, agravadas em 2024 para entre 20 e 40 anos de reclusão. Também em 2015, o Superior Tribunal de Justiça começou a editar uma série de quatro súmulas, consolidada em 2017, eliminando possibilidades de abrandamento na aplicação da lei.
Entre 2019 e 2021, o Congresso alterou a legislação para permitir que o delegado ou o policial afastem o agressor da vítima mesmo sem decisão judicial. Também é desse período a conversão da perseguição (stalking) em crime. Em 2023, medidas protetivas passaram a ser concedidas com base em depoimento da mulher, sem necessidade de boletim de ocorrência, inquérito ou processo. Naquele ano, o STF estabeleceu que o juiz não pode, por iniciativa própria, marcar audiência para a mulher desistir do processo — apenas a vítima detém tal prerrogativa. No ano seguinte, estipulou que medida protetiva não tem prazo fixo e deve vigorar enquanto houver risco. O Congresso aprovou recentemente um reforço à Lei Maria da Penha, reconhecendo a violência contra terceiros — como filhos ou parentes — para atingir a mulher no rol dos crimes hediondos.
Apesar de todos esses avanços, a aplicação da lei apresenta desafios, como demonstra, entre tantos outros casos, o depoimento ao GLOBO da escritora Carla Lemos, criadora do blog Modices, sobre a grave agressão que sofreu numa roda de samba da Lapa, no Rio. De forma remota, a delegada de plantão disse não haver elementos suficientes que justificassem deter o agressor.
O balanço da Lei Maria da Penha no momento em que ela completa 20 anos mostra não haver omissão legal. A questão é mais complexa. Evidentemente, é preciso continuar a ajustar e ampliar o escudo jurídico de proteção às mulheres. Mas apenas isso tem sido incapaz de deter a escalada de crimes que derivam da cultura machista entranhada há séculos na população brasileira. Há um trabalho tão ou mais relevante a fazer no campo da educação, das práticas e hábitos sociais, muitas vezes tolerantes com comportamentos que deveriam ser inaceitáveis em qualquer sociedade civilizada.
Recentemente o Real completou 32 anos de sua existência. Seu lançamento, em 1994 com a publicação da Medida Provisória 434, foi considerado um dos mais importantes episódios da História do Brasil, uma vez que extirpou a hiperinflação. Sobre a moeda brasileira, ao longo dos anos, é CORRETO afirmar que:
I. Segundo o Banco Central, a inflação, que finalizou 1994 com 916%, atingiu 22% em 1995;
II. O Real foi a sétima moeda a circular num período de duas décadas;
III. Segundo informações do G1 de abril/2025, o Real perdeu aproximadamente 87% do seu valor desde o seu lançamento em 1994, sendo o motivo da desvalorização uma inflação de 686,64% no período, o que reduziu o poder de compra.
IV. O Banco Central afirmou que o fato de o real ter sido a moeda de maior depreciação em 2024, considerando seus pares ao nível internacional e os países avançados, sugere que fatores domésticos e específicos do Brasil tiveram papel expressivo nesse movimento cambial.
Sobre os resultados da COP30, é correto afirmar que a conferência
De acordo com as tendências apresentadas, é correto afirmar que a Bahia
Considerando a iniciativa, assinale a opção que identifica o ODS ao qual suas ações estão mais diretamente relacionadas.
Realizada em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) reuniu representantes internacionais em torno da implementação dos compromissos de enfrentamento às mudanças climáticas, em um contexto no qual financiamento, adaptação, tecnologia e transição econômica ocuparam espaço relevante nas negociações. Ao término da conferência, os países participantes aprovaram decisões que passaram a integrar os resultados formais do encontro e estabeleceram encaminhamentos relacionados à implementação da agenda climática.
Qual interpretação corresponde a resultados oficialmente registrados da COP30?
IstoÉ Dinheiro. Adaptado.
O objetivo do Governo brasileiro, ao instituir essa regra, é

A charge foi publicada recentemente e faz referência à
Considerando as características oficialmente divulgadas sobre o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, qual alternativa interpreta corretamente sua orientação estratégica?
Assinale a alternativa que identifica corretamente o órgão internacional da ONU responsável por proteger e assistir a refugiados.
Assinale a alternativa correta sobre a composição atual do G20.