Questões de Concurso
Sobre política em atualidades
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O governo e a guerrilha das Farc firmaram histórico acordo que pretendia por fim a mais de meio século de conflito armado. O governo e as Farc chegaram ao acordo de paz depois de quase quatro anos de negociações. O pacto só se tornaria efetivo se fosse aprovado pela população em um referendo ocorrido em 2 de outubro.
O acordo, rejeitado pela população no referendo, referia-se
O FBI divulgou um relatório detalhado da sua investigação sobre o uso de servidores de e-mail privados por Hillary Clinton quando ela foi secretária de Estado norte-americana (2009-2013). O documento de 58 páginas inclui uma síntese do interrogatório com a candidata democrata à Casa Branca sobre o caso, mas algumas páginas estão marcadas como confidenciais. Em junho passado, o FBI decidiu não incriminar Hillary, após ter concluído que não havia provas de que a ex-secretária e sua equipe queriam violar a lei, embora tenham sido “extremamente negligentes”.
(Época, 02.09.2016. Disponível em: <http://goo.gl/Jw9HQG> . Adaptado)
Essa investigação tem sido utilizada
A chamada “Lei da Ficha Limpa” atrapalhou os planos de muitos políticos que pretendiam concorrer às eleições deste ano e que tiveram seus registros de candidatura impugnados.
Assinale a alternativa que indica um motivo que pode
tornar um candidato “ficha suja”, segundo a referida lei.
Assinale nas alternativas abaixo a que apresenta a(s) causa(s) para o aumento do preço do feijão.
Em 21 de fevereiro de 2016, os bolivianos irão às urnas para decidir se o presidente Evo Morales — no poder desde 2006 — poderá concorrer ao quarto mandato seguido.
(http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2015/09/alteracaoconstitucional-permite-evo-morales-concorrer-mais-um)
I. Se o referendo for aprovado, a reforma parcial na Constituição permitirá ao presidente Evo Morales recandidatar-se a um quarto mandato em 2019. Ou seja, a alteração constitucional consentirá duas reeleições consecutivas do presidente, em vez de uma.
II. Evo Morales é o presidente há mais tempo em exercício na América Latina. Ele foi eleito no final de 2005, com 54% dos votos, reeleito no final de 2009, com 64%, e eleito de novo em 2014, com 61% dos votos. O atual mandato termina em 2020, e as eleições estão previstas para o final de 2019.
III. Especialistas concordam que o cenário regional, com vitórias da direita na Argentina (com Mauricio Macri na Presidência) e na Venezuela (Parlamento), favoreceu a alta dos partidos oposicionistas nas pesquisas.
Pode-se afirmar que: