Questões de Concurso
Comentadas sobre política em atualidades
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Alemanha, Índia e Japão, vai tentar mudar a posição dos
países africanos de não apoiar sua proposta de reforma do
Conselho de Segurança da Organização das Nações
Unidas (ONU). A África detém 53 dos 191 votos da
Assembléia Geral da ONU e, sem o aval do continente, o
projeto do G4 fica praticamente inviabilizado, já que são
necessários dois terços dos votos para sua aprovação.
A proposta já enfrenta oposição dos Estados Unidos da
América (EUA), da China e dos 11 países reunidos no
grupo Unidos pelo Consenso, que têm sua própria
sugestão de reforma do Conselho.
Folha de S. Paulo, 6/8/2005, p. A14.
Ficou famoso o caso de corrupção em torno da construção da sede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Como resultados das investigações, entre outros, decretou-se a prisão de um magistrado, Nicolau dos Santos Neto, e a cassação do mandato de um parlamentar, o então senador Luiz Estevão.
A campanha contra o fumo é quase exclusivamente uma bandeira assumida pelo Brasil. No cenário mundial, pouquíssimos países têm essa preocupação.
A decisão do governo brasileiro pressupõe que o tabagismo é uma doença, o que justifica o gasto de recursos federais com o tratamento de fumantes.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os diversos aspectos concernentes ao tema nele abordado, julgue o item a seguir.
Ao contrário do que ocorria no passado, atualmente amplia-se a tendência de destacar os malefícios causados pelo tabaco à saúde humana
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A ação terrorista no Oriente Médio torna-se ainda mais incompreensível quando se sabe que a política norte-americana do presidente George W. Bush para a região amenizou o drama palestino-israelense e se manifesta aberta a toda e qualquer negociação de paz para essa parte tradicionalmente explosiva do mundo.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
Além de ter apoiado a invasão do Iraque, a Arábia Saudita — fiel aliada dos EUA no Oriente Médio — ofereceu seu território para servir de base norte-americana quando do ataque ao país de Saddam Hussein.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A Al-Qaeda, que assumiu os atentados contra a Arábia Saudita, é a organização terrorista comandada por Osama bin Laden que, provavelmente por estratégia, não atua fora dos limites geográficos do Oriente Médio, talvez para enfraquecer os governos árabes aliados do Ocidente.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
Os sucessivos ataques terroristas à Arábia Saudita parecem ter objetivo bem definido, qual seja, o de enfraquecer o Estado que é berço do Islamismo e maior produtor mundial de petróleo, ainda hoje matéria-prima essencial para a economia contemporânea.
O combate à pobreza, que o texto menciona, constitui tema prioritário na atual agenda governamental brasileira, tanto interna quanto externamente. Assim, ele se mostra recorrente nas reuniões de cúpula das quais participa o presidente Lula.
Primeiro governante brasileiro a visitar a China, Lula conseguiu feito inédito na história das relações entre os dois países: a assinatura de convênio para a cooperação na área espacial, algo impensável até agora.
Ao proceder simultaneamente à abertura política e econômica, praticamente afastando a hegemonia do Partido Comunista na condução do Estado e propiciando à iniciativa privada a direção da economia, a China transformou-se radicalmente e ostenta, hoje, uma das mais altas taxas mundiais de crescimento econômico.
Aparentemente vitoriosa, a viagem de Lula à China não rendeu o dividendo político mais esperado pelo Palácio do Planalto, ou seja, o apoio de Pequim à pretensão brasileira de ter assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Normalmente, a assinatura de contratos e ações voltadas para o incremento das relações comerciais não fazem parte da agenda de chefes de Estado e de governo em suas missões internacionais, sendo essas ocasiões propícias, quase que exclusivamente, ao debate dos grandes temas políticos mundiais.
Há quem afirme que uma aproximação entre Brasil, Rússia, Índia e China é possibilidade concreta para um futuro próximo e corresponderia ao fortalecimento desses países ante as economias mais poderosas do planeta, como os Estados Unidos da América (EUA) e a União Européia.
Yasser Arafat, morreu aos 75 anos, após 13 dias internado no
hospital militar Percy, perto de Paris. Seu cargo ficará com Rawhi
Fattouh, presidente do Conselho Legislativo, até a realização de
eleições, que por lei devem ocorrer em 60 dias. Arafat foi o
principal e mais controverso líder palestino do século XX. Nascido
em 1929 (no Cairo, segundo biógrafos; em Jerusalém, dizia ele),
fundou em 1958 a organização clandestina Fatah, embrião da
Organização para a Libertação da Palestina (OLP), surgida em
1964. Escapou de mais de 40 atentados. Suas ações foram do
terrorismo aos acordos que fixaram um cronograma para o Estado
palestino e renderam, em 1994, o Nobel da Paz a ele, Yitzhak Rabin
(assassinado em 1995) e Shimon Peres. Eleito presidente da ANP
em 1996, Arafat estava confinado por Israel ao seu quartel-general
na Cisjordânia desde 2002.
Folha de S. Paulo, 12/11/2004, capa (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
complexidade do tema por ele abordado, julgue os itens
subseqüentes.
Infere-se do texto que, pelas mais diversas razões, permanece inalterado o nível de adequação das residências brasileiras ao longo do tempo, o que permite concluir que as políticas públicas para o setor são ainda muito frágeis.
morreram no desfecho trágico da tomada de reféns na escola de
Beslan. Funcionários dos hospitais da região indicam que pelo
menos 531 pessoas foram hospitalizadas, das quais 336 eram
crianças. O presidente russo Vladimir Putin culpou o terror
internacional pelo ataque, após visitar o local do massacre e
ordenar o fechamento das fronteiras da região da Ossétia do
Norte, para evitar a fuga de um número indefinido de terroristas
que escapou. Para especialistas ocidentais, a operação das
forças de segurança russas foi um fiasco total.
Mortos no massacre passam de 340. In:
O Estado de S. Paulo, 5/9/2004, capa (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
algumas características marcantes do mundo contemporâneo,
julgue os itens que se seguem.
