Questões de Concurso
Sobre política internacional em atualidades
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Julgue o item subseqüente, relativos às idéias do texto no que concerne às dimensões econômicas e financeiras do contexto internacional contemporâneo.
Segundo vários setores políticos internos dos Estados
modernos, a força devastadora dos interesses financeiros
internacionais pôs em xeque o princípio de soberania.
Julgue o item subseqüente, relativos às idéias do texto no que concerne às dimensões econômicas e financeiras do contexto internacional contemporâneo.
Em geral, os países periféricos, apesar dos constrangimentos
internacionais e internos erigidos contra os seus pleitos, têm
conseguido ampliar e elevar, de forma substantiva, sua
presença no processo decisório internacional.
na América Latina, por relevantes processos eleitorais que
levaram ao poder, em alguns países, presidentes com idéias
políticas um pouco diferenciadas em relação ao ideário político
que predominou na região na década passada. A propósito dessas
eleições e seus impactos, julgue os itens subseqüentes.
A “corrupção” (l.2), a que o texto alude, não é um fenômeno exclusivamente brasileiro, pois atinge governos e grandes empresas pelo mundo afora.
A campanha contra o fumo é quase exclusivamente uma bandeira assumida pelo Brasil. No cenário mundial, pouquíssimos países têm essa preocupação.
A idéia expressa pela palavra “mercantilização” (l.2), que é oposta à de solidariedade e à de amizade, articula-se com as noções de mercado e de relações baseadas em vantagens. É essa idéia que se tem mostrado muito presente nos encontros internacionais de chefes de Estado e de governo, marcados pela celebração de acordos comerciais.
O combate à pobreza, que o texto menciona, constitui tema prioritário na atual agenda governamental brasileira, tanto interna quanto externamente. Assim, ele se mostra recorrente nas reuniões de cúpula das quais participa o presidente Lula.
Primeiro governante brasileiro a visitar a China, Lula conseguiu feito inédito na história das relações entre os dois países: a assinatura de convênio para a cooperação na área espacial, algo impensável até agora.
Ao proceder simultaneamente à abertura política e econômica, praticamente afastando a hegemonia do Partido Comunista na condução do Estado e propiciando à iniciativa privada a direção da economia, a China transformou-se radicalmente e ostenta, hoje, uma das mais altas taxas mundiais de crescimento econômico.
Aparentemente vitoriosa, a viagem de Lula à China não rendeu o dividendo político mais esperado pelo Palácio do Planalto, ou seja, o apoio de Pequim à pretensão brasileira de ter assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Normalmente, a assinatura de contratos e ações voltadas para o incremento das relações comerciais não fazem parte da agenda de chefes de Estado e de governo em suas missões internacionais, sendo essas ocasiões propícias, quase que exclusivamente, ao debate dos grandes temas políticos mundiais.
Há quem afirme que uma aproximação entre Brasil, Rússia, Índia e China é possibilidade concreta para um futuro próximo e corresponderia ao fortalecimento desses países ante as economias mais poderosas do planeta, como os Estados Unidos da América (EUA) e a União Européia.
Da Idade Moderna aos dias de hoje, a África vem participando ativamente do processo de desenvolvimento capitalista. Se, no passado, fornecia escravos, hoje abastece o mercado mundial com produtos minerais e constitui um rico mercado consumidor.
Na chamada fase liberal-conservadora da República brasileira (1946-1964), prevaleceu uma política externa autônoma em relação aos EUA, exceção feita aos governos Jânio Quadros e João Goulart, cuja ação diplomática pautou-se pelas orientações emanadas de Washington.
Ao contrário do ocorrido durante os mandatos de Fernando Henrique Cardoso, o governo Lula afastou-se, ainda que temporariamente, das discussões em torno da ALCA, provavelmente como forma de pressionar os EUA a abrandarem suas posições.
Infere-se do texto que, pelas mais diversas razões, permanece inalterado o nível de adequação das residências brasileiras ao longo do tempo, o que permite concluir que as políticas públicas para o setor são ainda muito frágeis.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso no Fórum Mundial, propôs a formação de um fundo internacional para o combate à miséria e à fome nos países do Terceiro Mundo, que seria constituído pelos países do G7 e apoiado pelos grandes investidores internacionais. Para uma platéia de centenas de pessoas, Lula declarou: “Aqui em Davos convencionou-se dizer que hoje existe um único Deus: o Mercado. Mas, a liberdade de mercado pressupõe, antes de tudo, a liberdade e a segurança do cidadão. O Brasil defende o livre comércio, mas um livre comércio que se caracterize pela reciprocidade. De nada valerá o esforço exportador que venhamos a desenvolver, se os países ricos continuarem a pregar o livre comércio e a praticar o protecionismo.”
Internet:<http://www.na.com.br>
Acerca do tema tratado no texto acima, julgue o item que se segue.
O discurso do presidente brasileiro em Davos, como se vê
claramente no texto, consistiu em sutil apoio às teses centrais
do neoliberalismo, a começar pela crença de que um
mercado agindo livremente é o melhor caminho para a
prosperidade econômica e social.

Tendo o texto por referência, julgue o item que se segue, concernente ao quadro gerado pelo incremento do narcotráfico e do consumo de drogas ilícitas.


