Questões de Concurso
Comentadas sobre economia nacional na atualidade em atualidades
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Relacione os marcadores econômicos às suas respectivas definições.
1. Taxa de câmbio
2. Taxa SELIC
3. Risco de crédito
4. Índice IPCA
( ) Referência padrão para medir a inflação de produtos e serviços relativos ao consumo pessoal das famílias.
( ) Taxa de juros básicos que indexa os empréstimos em dinheiro feitos pelo governo aos bancos.
( ) Medida de confiança dos investidores internacionais na economia de um determinado país.
( ) Valor pelo qual a moeda nacional é trocada por moedas estrangeiras, em geral pelo dólar.
Assinale a opção que apresenta a relação correta, segundo a ordem apresentada.

O Brasil enfrentou uma forte crise econômica entre abril de 2014 e dezembro de 2016, e, ao longo desse período, ocorreu uma retração do Produto Interno Bruto (PIB).
Sobre as causas da crise 2014-2016, assinale a opção correta.
Além da afirmação, o presidente esclareceu que o Brasil
Leia o fragmento a seguir.
“A concentração econômica nos municípios caiu um pouco na passagem de 2002 para 2016, conforme o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios de 2016, pesquisa divulgada ontem (14/12/2018) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2016 apenas seis cidades concentravam um quarto do PIB nacional [...].
Apesar da elevada concentração, o quadro é melhor que o de 2002 (quando) apenas quatro municípios concentravam quase um quarto da atividade econômica nacional [...]”
O TEMPO. “Seis municípios concentravam 25% do PIB em 2016”. 15 dez. 2018. p. 12.
De acordo com esse trecho da reportagem, é correto afirmar sobre o PIB dos municípios no país:
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – o Produto Interno Bruto (PIB) voltou a apresentar bom desempenho no terceiro trimestre de 2017, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), resultado que confere maior solidez a trajetória de recuperação gradual iniciada pela economia no início desse ano.
No dia 6 de dezembro de 2017, o Comitê de Política Monetária – COMPOM – anunciou novo corte da taxa básica de juros da economia para 7%, constituindo-se na décima redução seguida da Selic. A queda de 0,5 ponto percentual, que já era esperada pelos economistas do mercado financeiro, representa nova redução no ritmo de corte dos juros – que havia sido de 0,75 ponto percentual no fim de outubro. O próprio BC já havia indicado que essa desaceleração aconteceria.
(https://g1.globo.com/economia/noticia/cop om-baixa-juro-basico-para-7-ao-ano-no-10- corte-seguido-menor-desde-1986.ghtml http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/i ndex.php/2017/12/06/atividade-economicadesempenho-do-pib-3/)
A taxa de juros é utilizada pelo Banco Central como importante instrumento de controle da moeda, do crédito e do consumo propriamente dito. O ritmo de queda da taxa de juros se deve em grande parte pela recuperação e como estímulo da economia brasileira, mas pode-se considerar essencialmente que esta constante redução é decorrente:
O texto destaca a inauguração do acelerador de partículas que está sendo construído
Acerca de temas da atualidade que envolvem o Brasil e o mundo, julgue o item seguinte.
Com a participação no Fórum Econômico Mundial em Davos,
na Suíça, o Brasil firmou importantes acordos bilaterais com
países estratégicos.
Acerca de temas da atualidade que envolvem o Brasil e o mundo, julgue o item seguinte.
O fato de os países árabes serem grandes importadores de
produtos da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro pode
influenciar a política externa brasileira relativa ao Oriente
Médio.
O Brasil chega a um patamar de crise econômica nunca antes visto, levando boa parte da classe média brasileira a abrir mão da cobertura dos seguros médicos. Muitas famílias experimentam, pela primeira vez, o atendimento no SUS ou recorrendo a assistência particular a custos que não cabem no seu orçamento, inclusive para internações. Nos últimos três anos, três milhões de brasileiros deixaram de contar com a cobertura de planos de saúde.
Em relação a essa assertiva, analise as afirmativas e marque (V) para as VERDADEIRAS que apresentam as principais razões para a debandada de tantos brasileiros dos planos de saúde e (F) para as FALSAS.
( ) De uma hora para outra, ruiu um dos principais pilares da vida da classe média brasileira: não depender do Sistema Único de Saúde (SUS).
( ) Parcela considerável da população, por não conseguir pagar os planos de saúde e a necessidade de continuar com os cuidados, tem procurado instituições públicas ou opções particulares com preços mais acessíveis ao seu orçamento e com bom atendimento.
( ) A demanda considerável de brasileiros por outras alternativas de saúde vem acontecendo devido à alta do desemprego, aos aumentos sucessivos de gasolina, aos altos preços dos produtos alimentícios e dos remédios, aos aumentos dos alugueis por um agravamento da crise.
( ) As pessoas habituadas a disporem da segurança de atendimento melhor do que a oferecida na rede pública (Sistema Único de Saúde), veem-se na situação de vulnerabilidade, significando um pesadelo para as famílias, principalmente para as que possuem idosos e crianças.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Considere o gráfico abaixo.

A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre o contexto econômico brasileiro permitem afirmar que a balança comercial brasileira
Considere as seguintes assertivas:
I. Dependem de autorização do Banco Central do Brasil a constituição e o financiamento de agências de fomento sob controle acionário de Unidade da Federação cujo objeto social é financiar capital fixo e de giro associado a projetos na Unidade da Federação onde tenham sede.
II . As agências de fomento devem ser constituídas sob a forma de sociedade anônima de capital aberto, consoante a lei respectiva.
III . As agências de fomento podem ser transformadas em qualquer outro tipo de instituição, desde que autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
IV. O Banco Central do Brasil autorizará a constituição de uma única agência de fomento por Unidade da Federação.
Está correto o que se afirma APENAS em