Questões de Concurso Comentadas sobre economia na atualidade em atualidades

Foram encontradas 2.028 questões

Q1748085 Atualidades
Uma pauta importante para a economia nacional é a reforma tributária. Nesse cenário, muito se discute sobre a volta da CPMF. A respeito do tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1745554 Atualidades
Em reportagem de 11/02/2020 o site a gazeta informa que o Espírito Santo fará parte de uma comissão, junto com outro cinco estados, para tentar formular um acordo sobre a distribuição dos royalties de petróleo. Hoje os entes produtores recebem um valor maior que os outros, mas um processo no STF vai determinar a distribuição igualitária os recursos provenientes da exploração do pré-sal. Mas o que é royalties?
Alternativas
Q1735108 Atualidades
A nova nota de 200 reais, criada com a justificativa de diminuir a circulação de dinheiro vivo, economizando com a impressão, assim como a de auxiliar no pagamento do auxílio emergencial, foi a primeira da família do Real a ser lançada desde 2002, quando foi lançada a nota de:
Alternativas
Q1733636 Atualidades
O BREXIT, o movimento de saída do Reino Unido da União Europeia, foi permeado de percalços e graves crises políticas no País. A última primeira-ministra britânica foi uma vítima do caos criado, após negociar um acordo de divórcio com a União Europeia (UE) durante três anos e de ver seu capital político ruir até mesmo entre seus aliados. Qual o nome da última primeira-ministra britânica?
Alternativas
Q1729522 Atualidades
De acordo com a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o faturamento das empresas do setor aumentou 1,4% em 2019 e somou R$ 15,1 bilhões. Apesar do crescimento, houve redução de 1,4% no número de viajantes: foram 6,5 milhões durante o ano. Ao encontro disso, a contradição entre os números pode ser explicada pela/pelo:
Alternativas
Q1729518 Atualidades
Um estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao analisar o período entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, mostra a diminuição da renda média dos jovens. Ao encontro disso, analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas:
Alternativas
Q1729481 Atualidades
No dia 12/03/2020, a Bolsa abriu as negociações às 10h e, por volta de 10h25, o Ibovespa despencava 11,65%. As negociações foram suspensas por 30 minutos. Ao voltar a operar, as quedas aceleraram, e a Bolsa foi suspensa novamente, por volta das 11h15, ao atingir queda de 15,43%. A segunda suspensão durou uma hora. Por volta de 12h18, a Bolsa voltou a operar de novo. No começo da tarde, a Bolsa chegou a cair 19,59% e quase houve uma terceira suspensão. Foi a terceira vez naquela semana que a Bolsa interrompeu, temporariamente, as negociações. Essa interrupção dos negócios é um mecanismo adotado no mundo todo e serve para garantir proteção quando há grande instabilidade em momentos atípicos do mercado. Isso posto, a esse mecanismo é dado o nome de:
Alternativas
Q1729477 Atualidades
Entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, a renda média dos jovens caiu. Entre eles, há um grupo que teve maior perda, que foram os jovens entre:
Alternativas
Q1713552 Atualidades
“A solução para isso é que nós, trabalhadores, paremos de consumir carne, e isso tudo não para voltar ao preço anterior, mas, apenas, para fazer menos pressão sobre o alimento e estabilizar seu preço em um patamar mais elevado”. Esse trecho pertence a uma notícia publicada em dezembro de 2019 no site Brasil de Fato. Sobre o aumento do preço da carne, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1713023 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.

II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.

III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713022 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.

II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.

III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713019 Atualidades
TAXAS DE JUROS


A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.

Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”, avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem a saída de capital, porque os investidores ingressam no Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais elevada”, afirma Igor.

Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente”, explica ele.

Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com Adriano.

Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano. Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020.

“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75 ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus”, afirma Mundstock.


Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações. 
Leia o texto 'TAXAS DE JUROS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.

II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.

III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712514 Atualidades
No final de 2019, os brasileiros tiveram um susto com o cardápio de proteínas: o preço da carne bovina. A alternativa dos consumidores foi trocar o tipo de carne ou achar novos cortes para manter a carne no menu. O principal fator do aumento dos preços da carne foi:
Alternativas
Q1709187 Atualidades
Em 1993, o Tratado de Maastricht instituiu a União Europeia, um grupo com viés econômico e político voltado para o livre comércio entre os países e entre os cidadãos. No entanto, após três anos e meio de negociações, um grupo de países chamado ______________ firmou um acordo para deixar de fazer parte da União Europeia.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q1707884 Atualidades
No dia 02 de dezembro de 2019, a Rússia e um outro país inauguraram um importante gasoduto com milhares de quilômetros. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome desse país que receberá gás natural dos russos:
Alternativas
Q1706888 Atualidades
Observe o infográfico abaixo
Imagem associada para resolução da questão
Estão associados à elevação dos preços de produtos da cesta básica do brasileiro:
I. Elevação do dólar incentiva produtores a aumentarem as exportações, reduzindo, assim, a oferta de produtos no mercado interno.
II. O auxílio emergencial, benefício do governo federal, estimulou o aumento do consumo. Foi direcionado, em grande parte, para a população mais pobre do país, que tem uma cesta de compras formada, em sua maioria, por produtos básicos, como alimentos.
III. Em relação ao arroz, houve uma recorrente diminuição da área plantada no país. Da safra 2011/2012 até a safra 2019/2020, houve uma queda de mais de 30%.
Estão corretas:
Alternativas
Q1704689 Atualidades
No dia 31 de janeiro de 2020, o Reino Unido consumou o processo do Brexit, que o retirou do bloco da União Europeia, no entanto, ainda seguem as negociações dos pormenores e das consequências por deixar o bloco econômico. Simbolicamente, este ato de separação pôde ser marcado pelos marcos:
Alternativas
Q1702601 Atualidades
A relação política e econômica entre as duas maiores potências mundiais interfere direta ou indiretamente em toda a economia global, afetando preços de produtos diversos e números das bolsas de valores. Assinale a alternativa que descreve corretamente algum fato ocorrido em 2019 entre Estados Unidos e China.
Alternativas
Q1700399 Atualidades
"O ministro da Economia falou nesta segunda-feira (25/11/19), em entrevista coletiva, depois de evento no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, sobre o novo recorde do dólar comercial, que atingiu R$ 4,213. 'Eu não estou preocupado com a alta do dólar', afirmou o ministro. 'Pelo contrário. Achei absolutamente compreensível.' O dólar comercial registrou valorização nesta segunda-feira devido a dados decepcionantes das contas externas, cujo déficit atingiu 3% do PIB, no resultado acumulado para o período de 12 meses findo em outubro."
Fonte: Adaptado de O Globo, 26/11/2019. Disponível em <https://tinyurl.com/u4ykjxk>
Assinale o nome do ministro da Economia do Brasil:
Alternativas
Q1700051 Atualidades
Após seguidos adiamentos, o Brexit, como se convencionou chamar a saída do __________________ da União Europeia, está marcado para acontecer no próximo dia 31 de janeiro de 2020. O possível divórcio do bloco europeu já vinha se arrastando por muito tempo, desde que os britânicos votaram a favor dele em um plebiscito em 2016. Completa corretamente a lacuna:
Alternativas
Respostas
741: C
742: C
743: B
744: D
745: E
746: E
747: C
748: A
749: A
750: B
751: C
752: B
753: B
754: A
755: C
756: D
757: C
758: A
759: D
760: B