Questões de Concurso Comentadas sobre economia na atualidade em atualidades

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Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Banco da Amazônia Provas: CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Administração | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Biblioteconomia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Jornalismo | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia Clínica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Psicologia do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Economia | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Agronômica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia de Pesca | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Elétrica | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Naval | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Medicina do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2006 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Área: Engenharia Mecânica |
Q2096549 Atualidades
        A estrutura financeira mundial é facilmente compreendida pelos governos nacionais dos países periféricos, uma vez que as grandes negociações, como aquelas estabelecidas com o FMI, implicam discussões sobre temas econômicos internos, que, para alguns, pode ser o caso de violação do princípio da soberania nacional. Ao longo de sua trajetória, o FMI pautou-se pela defesa de políticas econômicas ortodoxas que objetivam dar melhor ordenamento às economias nacionais periféricas, mas que, em muitos casos, inibiram o potencial de desenvolvimento. Embora tenha sido utilizado um único exemplo, não há dúvida, neste caso, de que a estrutura financeira mundial condiciona as ações dos mais diferentes países.

        Quanto à estrutura de segurança, a influência não é menos evidente. Os países detentores da tecnologia mais avançada na área são os principais responsáveis pelo comércio mundial de armamentos, desenvolvido, muitas vezes, de forma ilícita. Ao vender um produto de sua indústria bélica, o país produtor não vende apenas aquele item, vende a assistência técnica, o treinamento para o uso do armamento e, quiçá, uma determinada visão da “segurança internacional”, dialogando com a estrutura do conhecimento. A atual questão da compra de caças por parte do governo brasileiro, que se tem arrastado por alguns anos, revela a influência que um eventual fornecedor de caças pode ter sobre a segurança de um país.         

Carlos Eduardo Vidigal. A nova ordem mundial. In: Henrique Oliveira e Antônio Lessa. Política internacional contemporânea. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 11-2 (com adaptações).

Julgue o item subseqüente, relativos às idéias do texto no que concerne às dimensões econômicas e financeiras do contexto internacional contemporâneo.


As finanças internacionais limitam a área de ação dos governos nacionais.

Alternativas
Q1368269 Atualidades
A economia brasileira
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEDUC-PA
Q1207208 Atualidades
Particularmente nas Américas, a Associação de Livre Comércio das Américas (ALCA) e o MERCOSUL são blocos econômicos estabelecidos representando diferentes interesses e possuindo determinada abrangência espacial. Acerca desse tema, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1191063 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A recuperação do espaço perdido no MERCOSUL é apenas paliativo para uma área de integração que não trouxe quaisquer benefícios para os países contratantes do Tratado de Assunção.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1190947 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A carência de cadeias produtivas e de articulações industriais mais permanentes sacrificou, nos últimos anos, a competitividade conjunta do MERCOSUL e ajudou a manter assimetrias econômicas internas ao bloco.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CODEBA
Q1190704 Atualidades
Brasil cede mais para tentar salvar o MERCOSUL Para evitar o esfacelamento do MERCOSUL, o Brasil foi ao socorro do bloco. Acolheu o pedido de instituição de salvaguardas no comércio com a Argentina, acenou com compensações ao Uruguai — como a possibilidade de o país participar de licitações públicas para vender merenda escolar nos estados do Sul — e rompeu o silêncio de dez anos frente a um pleito do Paraguai: estreitar a cooperação na área social, com ênfase para saúde e educação. Essa guinada fica ainda mais forte quando se leva em conta um esforço diplomático sem precedentes, em 15 anos de história do MERCOSUL. Sob críticas, o Itamarati decidiu se voltar a uma agenda construtiva e eminentemente política, sacrificando, em parte, o lado empresarial. Há um esforço para recuperar o tempo perdido. Ficou-se muito tempo discutindo micropolítica e interesses pontuais. A visão estratégica de longo prazo acabou deixada de lado. O Globo, 17/3/2006 (com adaptações). A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte.
A Argentina vem-se beneficiando nos últimos anos de substancial saldo comercial positivo no comércio bilateral com o Brasil.
Alternativas
Q460752 Atualidades
A economia do Maranhão e do Piauí vem apresentando um certo crescimento, nos dias correntes de 2006, graças, como ocorreu no Centro-Oeste brasileiro e mesmo no Sul, ao desenvolvimento de agronegócios, centrados na exportação de
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347286 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Uma das vantagens de se obter superavit primário elevado, como tem feito o Brasil na atualidade, é que o reajuste do salário mínimo, ainda que feito todo ano e acima da inflação do período, não gera impacto nas contas públicas.
Alternativas
Q347285 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue os itens que se seguem.

O crescimento do salário mínimo, em termos reais, desde 1994, como informa o texto, é a prova mais evidente de que, a despeito das oscilações da economia brasileira no período, a renda média real dos trabalhadores nos grandes centros urbanos expandiu- se.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347284 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Na última década, ao contrário do que ocorria em boa parte do mundo, inclusive na América Latina, o Brasil assumiu posição francamente hostil às reformas ditas neoliberais, razão pela qual o país sofreu pressões de organismos financeiros internacionais, como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.
Alternativas
Q347283 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue os itens que se seguem.

No Brasil, as reformas da previdência social, implementadas após a promulgação da Carta Magna de 1988, foram aprovadas pelo Congresso Nacional, o que significa dizer que obtiveram consenso entre as forças políticas e segmentos organizados da sociedade.
Alternativas
Q347281 Atualidades

     Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
     Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nostrês primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes.Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
     A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006,a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
     O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações)

Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue os itens que se seguem.

O sistema previdenciário brasileiro é considerado um dos mais avançados do mundo e, graças ao equilíbrio de suas contas, seus gastos não sofrem maiores oscilações ao longo dos anos em relação ao Produto Interno Bruto.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Advogado |
Q347274 Atualidades
O álcool voltou às manchetes dos jornais e às discussões cotidianas do brasileiro. Nos anos 70 do século passado, houve forte estímulo à substituição gradual de parte do consumo de combustível advindo do petróleo pela novidade do álcool como combustível para carros. Mais recentemente, a população foi estimulada a adquirir automóveis do tipo flex, que podem utilizar as duas formas de combustível.

Com relação a esse tema, julgue os itens que se seguem.


Há indiferença por parte das grandes corporações internacionais em relação às possibilidades de exploração econômica do álcool como combustível no Brasil.
Alternativas
Q239895 Atualidades
A histórica dificuldade encontrada pelo Brasil para a extração de petróleo em seu território e em sua plataforma marítima, a despeito dos esforços da PETROBRAS, está na origem da decisão brasileira de investir continuamente na produção de álcool como combustível.
Alternativas
Q171575 Atualidades
O caráter globalizado da economia contemporânea traz
conseqüências que não se restringem ao sistema produtivo propriamente
dito. Entre outros aspectos relevantes, pode-se afirmar que a globalização
altera o papel e a forma de atuação dos Estados nacionais, modifica
significativamente o mundo do trabalho, incentiva o contínuo
desenvolvimento científico e tecnológico, subordina às leis do mercado
atividades esportivas e artístico-culturais, e agiliza, sobremaneira, a
circulação de bens e de capitais. Contudo, ao mesmo tempo em que faz
avançar o turismo mundial, impõe barreiras à imigração, sobretudo quando
se trata de egressos de áreas pobres que partem em busca de melhores
condições de vida nos países mais ricos. Além disso, cada vez mais,
condiciona as relações internacionais aos interesses econômicos.

Assinale a opção que condiz com a afirmação do texto de que a globalização condiciona as relações internacionais aos interesses econômicos.
Alternativas
Q171573 Atualidades
O caráter globalizado da economia contemporânea traz
conseqüências que não se restringem ao sistema produtivo propriamente
dito. Entre outros aspectos relevantes, pode-se afirmar que a globalização
altera o papel e a forma de atuação dos Estados nacionais, modifica
significativamente o mundo do trabalho, incentiva o contínuo
desenvolvimento científico e tecnológico, subordina às leis do mercado
atividades esportivas e artístico-culturais, e agiliza, sobremaneira, a
circulação de bens e de capitais. Contudo, ao mesmo tempo em que faz
avançar o turismo mundial, impõe barreiras à imigração, sobretudo quando
se trata de egressos de áreas pobres que partem em busca de melhores
condições de vida nos países mais ricos. Além disso, cada vez mais,
condiciona as relações internacionais aos interesses econômicos.

Tomando por base o texto, assinale a opção que traduz corretamente o cenário mundial marcado pela globalização.
Alternativas
Q171572 Atualidades
As repercussões dos atentados terroristas contra os
Estados Unidos da América (EUA), ocorridos em 11 de
setembro de 2001 ultrapassaram em muito a tragédia humana,
materializada em número expressivo de mortos e feridos. De
um lado, a questão terrorista ganhou dimensão mundial, até
mesmo pelas ações violentas que voltaram a se repetir em
outros locais, como os que atingiram Madri e Londres. De
outro, o comportamento assumido desde então pelo governo
norte-americano repercutiu tanto no âmbito interno quanto em
sua política externa. Além disso, há consenso quanto aos efeitos
danosos dos ataques ao Pentágono e às torres do World Trade
Center, concretizados por meio de aviões seqüestrados, sobre
a aviação internacional. Não foram poucas as empresas aéreas
que entraram ou aprofundaram a crise em que se debatiam. O
Brasil não saiu ileso de todo esse quadro.

A atual crise da aviação mundial tem, no Brasil, exemplo expressivo, conforme se pode verificar corretamente no caso da
Alternativas
Q101356 Atualidades
A chegada à auto-suficiência petrolífera anunciada pela PETROBRAS
Alternativas
Q6843 Atualidades
O mercado acionário brasileiro começou o ano de 2006 com grande energia. A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) vem batendo recordes patrocinados, principalmente, pelo forte fluxo de capital externo. Dentre as causas desse movimento, é correto citar
Alternativas
Q6763 Atualidades
Em relação ao risco-Brasil, NÃO se pode afirmar que
Alternativas
Respostas
1981: C
1982: D
1983: D
1984: E
1985: C
1986: E
1987: C
1988: E
1989: E
1990: E
1991: E
1992: E
1993: E
1994: E
1995: B
1996: C
1997: A
1998: C
1999: E
2000: B