Questões de Concurso
Sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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O cenário descrito acima corresponde à conjuntura política e econômica de que país?
A oposição síria acusou o regime de Bashar al-Assad da morte de centenas de pessoas – os números variam entre 500 e 1.300 – em ataques com armas químicas nos arredores de Damasco. O governo negou, e a Rússia acusou os rebeldes pela ofensiva. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu investigação independente para confirmar o que seria o maior ataque com uso de gás desde a década de 80 do século passado.
O Globo, 22/8/2013, capa (com adaptações).
O texto sugere que, independentemente de eventuais interesses econômicos conflitantes, a Rússia acompanha os Estados Unidos da América no apoio ao regime de Bashar al-Assad.
Uma das consequências da crise financeira grega foi o retorno da moeda nacional, o dracma, para as contas públicas, ao passo que o euro foi mantido para uso comercial.
Assinale a alternativa que completa corretamente o texto:
Grécia e China: dois países que hoje encaram os reflexos da grande crise financeira de 2008. Na Grécia, o impacto do colapso nos mercados financeiros globais provocados pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, em setembro de 2008, foi imediato. Assim como outros países muito endividados, a Grécia sofreu uma fuga de capitais, entrou em colapso em 2010 e iniciou seu longo calvário de pacotes de socorro, ajuste fiscal, desemprego e recessão. Na China, a crise de 2008 produziu um efeito colateral cujos riscos à economia são sentidos hoje.
O Globo, 9/7/2015, p. 19 (com adaptações).
Acerca do assunto abordado no texto anteriormente apresentado, julgue os itens que se seguem, considerando o cenário econômico global contemporâneo.
Uma desaceleração da economia chinesa, como está ocorrendo
na atualidade, reflete diretamente na economia mundial, em
face da importância assumida pelo país asiático nos mercados
globais, seja como exportador de bens e de capitais, seja como
importador de grande dimensão.
Grécia e China: dois países que hoje encaram os reflexos da grande crise financeira de 2008. Na Grécia, o impacto do colapso nos mercados financeiros globais provocados pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, em setembro de 2008, foi imediato. Assim como outros países muito endividados, a Grécia sofreu uma fuga de capitais, entrou em colapso em 2010 e iniciou seu longo calvário de pacotes de socorro, ajuste fiscal, desemprego e recessão. Na China, a crise de 2008 produziu um efeito colateral cujos riscos à economia são sentidos hoje.
O Globo, 9/7/2015, p. 19 (com adaptações).
Acerca do assunto abordado no texto anteriormente apresentado, julgue os itens que se seguem, considerando o cenário econômico global contemporâneo.
Tanto a população da Grécia quanto a da China, apesar das
inúmeras especificidades de cada uma, manifestaram-se, por
meio de plebiscitos, contra as medidas de austeridade
propostas pelos governos para a saída da crise.
Grécia e China: dois países que hoje encaram os reflexos da grande crise financeira de 2008. Na Grécia, o impacto do colapso nos mercados financeiros globais provocados pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, em setembro de 2008, foi imediato. Assim como outros países muito endividados, a Grécia sofreu uma fuga de capitais, entrou em colapso em 2010 e iniciou seu longo calvário de pacotes de socorro, ajuste fiscal, desemprego e recessão. Na China, a crise de 2008 produziu um efeito colateral cujos riscos à economia são sentidos hoje.
O Globo, 9/7/2015, p. 19 (com adaptações).
Acerca do assunto abordado no texto anteriormente apresentado, julgue os itens que se seguem, considerando o cenário econômico global contemporâneo.
No atual estágio da economia globalizada, crises surgidas em
determinados locais, como a de 2008 nos Estados Unidos da
América, tendem a se disseminar pelo mundo afora, haja vista,
entre outros fatores, a forte interdependência dos mercados e
a rápida circulação de bens e capitais.
Segundo o economista francês Thomas Piketty, autor do best-seller O Capital no Século XXI, “A combinação de inflação mínima e grandes superávits primários — ou seja, de arrecadação de impostos em valor superior ao dos gastos públicos — durante décadas pode funcionar, mas leva um longo tempo. Essa estratégia não foi adotada pela Alemanha e pela França — felizmente — após a Segunda Guerra Mundial, quando tinham uma dívida pública maior do que a atual dívida da Grécia. Recorreu-se, nesses casos, à inflação e a medidas excepcionais, mas também se recorreu à reestruturação da dívida, e toda a dívida da Alemanha foi anulada em 1953. É incrível que hoje digam à Espanha e à Grécia que a única solução é devolver até o último euro, quando se sabe que isso não vai funcionar”.
Internet:<exame.abril.com.br> (com adaptações)
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
A União Europeia exige, desde 2002, que todos os seus países-membros adotem o euro como moeda oficial, medida que visa fortalecer as relações comerciais dentro do continente e evitar que se repitam casos como o da Grécia — país que usa o dracma, a moeda mais antiga do mundo em circulação.
Segundo o economista francês Thomas Piketty, autor do best-seller O Capital no Século XXI, “A combinação de inflação mínima e grandes superávits primários — ou seja, de arrecadação de impostos em valor superior ao dos gastos públicos — durante décadas pode funcionar, mas leva um longo tempo. Essa estratégia não foi adotada pela Alemanha e pela França — felizmente — após a Segunda Guerra Mundial, quando tinham uma dívida pública maior do que a atual dívida da Grécia. Recorreu-se, nesses casos, à inflação e a medidas excepcionais, mas também se recorreu à reestruturação da dívida, e toda a dívida da Alemanha foi anulada em 1953. É incrível que hoje digam à Espanha e à Grécia que a única solução é devolver até o último euro, quando se sabe que isso não vai funcionar”.
Internet:<exame.abril.com.br> (com adaptações)
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Embora o resultado do recente referendo grego acerca do ajuste econômico tenha sido classificado por órgãos da imprensa como surpreendente, diversos países europeus experimentaram manifestações contra as medidas econômicas de austeridade nas semanas anteriores ao pleito realizado na Grécia.
Segundo o economista francês Thomas Piketty, autor do best-seller O Capital no Século XXI, “A combinação de inflação mínima e grandes superávits primários — ou seja, de arrecadação de impostos em valor superior ao dos gastos públicos — durante décadas pode funcionar, mas leva um longo tempo. Essa estratégia não foi adotada pela Alemanha e pela França — felizmente — após a Segunda Guerra Mundial, quando tinham uma dívida pública maior do que a atual dívida da Grécia. Recorreu-se, nesses casos, à inflação e a medidas excepcionais, mas também se recorreu à reestruturação da dívida, e toda a dívida da Alemanha foi anulada em 1953. É incrível que hoje digam à Espanha e à Grécia que a única solução é devolver até o último euro, quando se sabe que isso não vai funcionar”.
Internet:<exame.abril.com.br> (com adaptações)
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Este ano, o governo grego exigiu da Alemanha o pagamento de
279 bilhões de euros como reparação pela ocupação nazista da
Grécia durante a Segunda Guerra Mundial. No atual contexto
de crise econômica, sendo a Alemanha uma das principais
credoras da Grécia e país-sede do Banco Central Europeu, tal
exigência se coloca como uma arma retórica frente à opinião
pública, com a intenção de forçar uma situação na qual
moralmente ninguém possa exigir do governo grego o
pagamento de suas dívidas, já que ninguém espera que tal valor
seja de fato repassado à Grécia.
O economista disse que as barreiras comerciais aplicadas pelo governo do terceiro maior sócio comercial do Brasil afetaram "mais o Brasil do que outros países" e contribuíram para reduzir as exportações brasileiras para o mercado vizinho.
(http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-04.... Adaptado. Acesso em 07 jan 2013)
O texto destaca o país parceiro comercial:
O Conselho de Direitos Humanos da ONU adotou nesta sexta-feira (26) em Genebra, na Suíça, uma resolução que condena os chamados “fundos abutres” e determina a investigação de suas atividades. A resolução foi promovida pela Argentina, que mantém uma batalha legal com fundos especulativos detentores de títulos da dívida pública do país. “Os fundos abutres não vão parar até colocarmos um freio neles”, disse o chanceler argentino, Héctor Timerman, ao defender a resolução, que foi aprovada por 33 votos a favor, cinco contra e nove abstenções, conforme informou a agência France Presse.
(G1, 26.09.14. Disponível em: http://goo.gl/9eVmg8. Adaptado)
Em relação à Argentina, os chamados “fundos abutres”
O novo premier grego, Alexis Tsipras, líder da esquerda radical, fechou acordo com um pequeno partido de direita, numa aliança incomum para obter maioria no Parlamento, após a vitória de seu partido Syriza nas eleições de domingo.
(O Globo, 26 jan.15. Disponível em: <http://goo.gl/NKBxsE> Adaptado)
O que aproximou os dois partidos foi a oposição
Um dos fatores que contribuiu para a valorização do dólar foi